Frases com Love
Tenho em mim uma rede de palavras.
Queria combiná-las com cravo e canela.
Tangenciar as circunstâncias um nobre sabor.
Aquilo que a vida ‘me pede’ não é o mesmo que me ressoa.
Ai de mim, ai de mim! Chame um serafim, o santo viver é uma construção sem fim...
Minhas habilidades não podem se limitar à rotina.
E buzinar uma marginal poesia não retrata a mais autêntica rima...
Um jantar a dois; dois toques de ternura e paciência.
Nove taças de vinho apaixonado; dez... Nota dez para isso que pressinto.
E se tudo não der certo, recomece... Educação é o ato de educar!
Se tudo não der certo, conte até três e vá olhar o pôr do sol.
Se tudo não der certo. Sei não...
Sublime amor. Sei não...
Café, Vinho & Licor… Traga tudo meu amor. Sou um tanto carecedor.
De um papinho ligeiro, de um leal companheiro, de alguém para me contrapor.
Vinho, Café e Licor… Não esqueça o sabor. Busco tanto amargor.
Que venha um Ser de papo faceiro, um leal cozinheiro, alguém que me dê ardor.
Café, Licor e Vinho, por favor! Sou um tanto acolhedor nessa arte de brindar.
Traga tudo, toda orientação e o amor; e alguém com muito vigor...
Que venha, venha sim, com papo brejeiro, um leal tesoureiro, alguém para me transpor.
Breve, semibreve, muito breve é a vida.
Às vezes é um concerto de sonhos na cabeça.
Outras vezes é um descompasso de alegrias.
Muitas outras são delírios, revelam edificação magnífica.
Vida longa, vida breve... Muita arte marca a sina.
Queria que fosse grandeza, queria tivesse mais fantasia.
Pouco a pouco ela finda, num misterioso trajeto parte.
Pela tangente da lógica ciência, deflagra a sutil blindagem.
Palavras! Quem as entende?
Ora doce, suave, meiga e terna.
Ora triste, agressiva, áspera e bruta.
Provocam saudades e tormentos.
Machucam e amarguram.
Afligem e alegram.
Torturam.
Palavras! Quem as entende?
Ora doce e suave, ora ardil e bruta.
Queria possuir palavras-alvitres inclinando prudência e resistência.
Que a tênue linha da vida, haja extremos de lisa arquitetura e de bel-prazer
Haja coragem, oh porto seguro! O ar é elogio, a prudência e a ira um atributo.
Escolhas há na vida, veja qual é o pano e o palco…
Ambos tecem longo fio na efêmera arte, no tenaz território de poder e das pantufas.
Poesia reflete vida – e desta natureza provém imperfeições várias.
Poesia é sina, e é certamente ir além dos reais limites da contextura e da mera moldura métrica.
Montanhas caem e mares se dividem
e coisas impossíveis podem parecer
mas onde há desespero há e fé
e onde há tristeza a consolação está próxima.
Cada respiração é uma chance de renascer,
mas para renascer é preciso morrer antes de morrer.
Amor, uma pequena igreja que permanece sozinha,
espera de portas abertas,
mas ninguém vai lá para rezar,
as orações não serão ditas,
agora, para onde ir? qual caminho?
amor, seja meu farol,
ensina-me a olhar para um céu vazio
sem medo.
