Logo ali na Proxima Esquina

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Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.

Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.

Na maioria daz vezes, o que costuma ser feito de graça não é valorizado por quem faz. Logo, as escolas e as faculdades e as universidades particulares são melhores. No entanto, os pais só pagam a faculdade de graduação ou pós-graduação lato sensu e stricto sensu para filhos que tem gosto pelos estudos e que realmente são bons filhos.

Pesquisar e publicar bons trabalhos é algo enobrecedor e desafiador. Logo,uma pesquisa de qualidade é algo que demanda um certo tempo, mas que pode trazer muito prestígio aos professores e pesquisadores envolvidos.

As noites de chuva e os dias tenebrosos irão passar. Espere, pois o arco-íris logo virá para fazer sua vida florescer.

Os falsos e os covardes se revelam logo nos primeiros passos da jornada. A caminhada exige uma verdade que eles não conseguem sustentar.

Cair e Levantar
​Quando se é criança, o tombo faz parte,
Machuca o joelho, mas logo passou.
Crescer é um sopro, uma forma de arte,
Ser criança é bom, mas o tempo mudou,
E a adolescência também me encantou.
​O que vem depois? O futuro não sei,
Pois o mundo adulto eu nunca vivi.
Doutor, engenheiro... nos planos que criei,
São tantas escolhas que eu já conheci.
​Há muito o que pensar, caminhos a escolher,
Dúvidas rimando com o que vai ser.
Mas de uma certeza eu não abro mão:
Ser adulto eu quero, com o pé no chão,
Pronto para a vida e pro que der e vier.
Isasherculano

⁠Sentado numa lotus, ventos chocoalham as árvores emulando os véus de Lakshmi, logo o céu amarelado vai emergindo sua fortuna, as cores em gradiente enriquecem o jardim, borboletas douradas aparecem, a decretar a liberdade e a beleza do vale.

Quando a fé é pequena, a dúvida cresce e a esperança desaparece! Acreditar é confiar que, logo adiante, realizará!

Não há justos!


Quando falamos que uma pessoa é justa, vem logo à mente uma pessoa imparcial, íntegra e correta, uma pessoa cheia de predicados. Erramos feio! Não na definição da palavra, erramos por causa das nossas imperfeições e visões nublados; não em relação a quem julgamos, mas em relação ao nosso próprio julgo, pois, como um ser imperfeito consegue ver perfeição em outro?
As diferenças existentes entre os seres humanos são determinantes para seu próprio estabelecimento. São as diferenças que criam conceitos e provimentos sociais. Essa versão multifacetada social é capaz de promover ações, pensamentos e, quem sabe a própria evolução. Afinal somos seres que lutamos por nossa própria sobrevivência dentro daquilo que acreditamos serem os nossos próprios termos; embora ditados por outrem. Dentro deste dinamismo social, nossa individualidade busca se firmar entre ganhos e perdas, causas e consequências, e aqui se estabelece um dos problemas que nos conduzem e quiçá, nos mantém imperfeitos, que é o relativismo das virtudes morais que servem de base para a construção do nosso ser.
A prática das virtudes não é tarefa fácil, visto que um ser virtuoso as possui de forma habitual e sem correções de rumo, sendo íntegro em cada uma de suas ações e a todo o momento. Sua respiração exala virtudes e está disposto a pagar o preço que for para assim mantê-las. Quantos de nós conseguiríamos isso, sem relativizar? Será que sabemos quando os nossos credos nos conduzem à prática de uma moral duvidosa?
Para deixar este tópico mais claro farei uma pequena analogia: Eu posso gostar de doce, mas não sou obrigado a me submeter ao doceiro. Esta ideia pode ser levada para os demais aspectos da vida social, pois, eu posso gostar e defender uma ideia, mas se quem a projeta caminha por um lado totalmente divergente, não sou obrigado a segui-lo, sendo que ao me submeter ao doceiro, procurarei sempre uma desculpa para justificar a minha falha moral, relativizando-a no final. Estaria escolhendo o lobo para cuidar das minhas ovelhas, só porque ele, o lobo, diz que as ovelhas são boas e eu concordo. Mas se o lobo comer as ovelhas, a culpa será das ovelhas, e justificarei dizendo que não alimentei o lobo adequadamente, por isso o fatídico aconteceu.
Outro aspecto que não nos deixa evoluir em busca de um entendimento maior sobre o que é um ser justo, é que dificilmente aceitamos pontos de vistas divergentes. Tudo tem que estar alinhado com o meu julgamento e a minha forma de pensar, senão não servirá. Será mentira, intriga e erro. Não há equilíbrio nesta balança.
Esta forma de pensar e agir, faz com que não observemos o óbvio ululante. Está ali, mas a cegueira da nossa distorcida moral, ora relativizada, para caber no nosso ego, que faz-nos crer que somos bons, não permite que enxerguemos o que claro está.
Se alguém lhe falar a verdade, dispa-se de seus credos e ouça!
Não há justos! A régua pela qual medimos a nossa própria moral está contaminada. Uma pessoa honesta, íntegra, polida ao meio em que vivemos não presta mais do que a sua obrigação social, não merecendo por isso qualquer tributo ou louvor. Não há méritos na obrigação, apenas dever. Quando exaltamos o mínimo, constatamos a decadência social a deterioração do ser. Nivelar pela média é ser medíocre, não buscar a autoevolução rompendo com a inércia implantada é agir de forma deletéria contra nosso próprio ser. Não sejamos estultos ao valorizar o que não possui valor.
Não há justos porque falhamos miseravelmente na evolução dos nossos próprios conceitos que afirmamos nos moldar. As virtudes teologais: Fé, esperança e caridade, são um exemplo de evolução quase inalcançável ao ser humano. Fala-se em fé, mas pratica-se uma fé com base em troca, me faça ou faça a alguém. Tenho fé, mas vivo fora dela. Tenho esperança, mas não creio. Sou caridoso, mas daquilo que não me faz falta. Hipocrisia! Simples assim. Por acaso existe a possibilidade de um ser recheado de hipocrisia ser justo?
Essa hipocrisia cega, escorada no relativismo moral, sobrepõem o patamar evolutivo que deveríamos buscar, pois, muitas vezes preferimos o torpor da imoralidade e da mentira, ao ardor de uma vida de princípios.


Reflitamos!
Paz e bem.
Massako 🐢

Penso o ser, logo não sou nada.

Ateísmo implica materialismo; materialismo implica humanismo; logo, a ideia de um ateu de direita é uma contradição em termos.

Toda mente exige estrutura; toda estrutura exige suporte não mental. Logo, nenhuma mente, nem mesmo deus, pode ser ontologicamente primária. Se deus existe, ele tem um corpo!

Se deus existe, só a consciência dele é real; logo, só ele tem livre-arbítrio. O paraíso é exclusivo. O resto é simulação para fingir que não está sozinho!

Se deus é uma consciência, então precisa ter pensamentos; e todo pensamento ocorre no tempo. Logo, se deus existir, não foi ele quem criou o tempo.

Penso, logo existo. Não penso, logo sou um post de Instagram.

Lembremo-nos de que nada é para sempre. Que estamos aqui para uma jornada que se fechará e logo retornaremos de onde viemos.

⁠Aproximação que vira amizade trazendo confiança até que haja confidencialidade; Logo após, tais segredos se tornam pensamentos latentes ao ouvinte, convertendo-se em flash de fantasias, evoluindo para episódios de sonhos, que trás insônia e pensamentos fixados. Virou desejo, que trás dependência, que mexe com a líbido e nós leva a decisões... então começa a culpa, e entre culpados, não há inocentes.

"Hoje com devoção sigo rumo a felicidade
e a vaidade, arrogância, e tudo de ruim logo
coloco um fim, pois a harmonia da poesia tem que Continuar, e o grande espetáculo chamado vida ainda esta muito longe de terminar"..

Muitas pessoas deixam de gostar
com medo de se apaixonar;
Mais eu logo digo tenha medo de nunca
mais poder amar...