Livro
Somos livros.
Por vezes, não somos nós que viramos a página ao livro, inesperadamente, é o próprio livro que vira a nossa própria página.
Livros
"Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula. Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública. É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã.
Tentando contribuir, apresento abaixo uma sugestão, um esboço, do que pode ser essa ética: (validos também para CD’s, DVD’s, HQ’s, revistas e congêneres)
1 — Se pegou emprestado, devolva.
2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue.
3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila.
4 — Se perdeu, compre outro e devolva.
5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva.
6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar.
7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido.
8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores.
9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental.
10 — Não empreste livros que pegou emprestado.
11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver.
12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar.
13 — Não misture com seus livros."
Beijo
Re Rê Pinheiro
A maior desgraça dos que tentam enganar a fome do saber com a capa do livro é arrotar conteúdo que não consumiu.
Sempre que passa uma
tempestade consigo ver
uma estrela no céu como
se abre um livro para ler.
O quê para uns é barulho
entendo como a orquestra
da vida acontecendo e tocando
com muitos peitos batendo.
Permanecer como quem vai
no curso do rio em direção ao mar
é só para quem sabe esperar.
Cultivar o quê enternece é
para quem forte anseia continuar
e rejeita disputas fúteis por poder.
Versos Livres para Rodeio
O Rio Itajaí-açu é o meu
grande livro de poemas
da onde bebo, sobrevivo
e agradeço os seus lindos
Versos Livres para Rodeio
amor sublime do meu peito.
Poetisa sem pressa
de publicar o meu
livro porque estou
vivendo a poesia;
Poesia sem livro
de um destino
a inundar é mais
difícil de capturar.
Ter a minha orelha
enfeitada por você
com uma fresca
Sorriso-de-Maria,
Ler um livro de poesia
na sua companhia,
Colher castanhas
em terras paraenses,
Dizer olhos nos olhos
que as tuas manhas
fazem a minha cabeça
e embalar a sua rede
até que você adormeça.
Na minha cesta trago
um livro de poesia,
uma Cherimoia
que é a conhecida
Rainha Andina
das Frutas Originárias
da América do Sul
e que também podemos
encontrar no meu Sul.
Olhando adiante percebi
que trago também
uma Atemoia
que é misto de Cherimoia
com Fruta do Conde.
Gentil Fruta do Conde
que o meu coração
pelo teu nome sempre
com carinho responde
e sei que vem de algum
lugar da América Central.
Querida Graviola
nascida no Norte e no Caribe,
Fruta da minha infância linda
que dá uma árvore bonita.
Nesta minha cesta trago
três frutas da mesma família,
annonas de muitas vidas
que dão sabor mais do que poesia.
07/12
O desejo de ter razão
é a verdadeira maldição
do livro dos erros
da História da Humanidade,
O ideal de verdade
é aprender a ter coração.
Granizado perfeito
para adoçar os lábios
e o poético coração,
A coletânea de poemas
do livro Versos Intimistas
na minha mão com toda
gigante adoração sendo
envolvida em pleno
Oceano Atlântico pela brisa
perfumada e refrescante.
Esqueci o meu livro
Versos Intimistas
no meio do Bosque
no final da tarde,
Caia uma chuva fina,
estava escurecendo,
O bosque nunca trouxe
nenhum medo,
Vi alguns vultos,
me escondi atrás
de uma árvore,
uma sensação
de sufocamento
ouvi disparos,
Não sei o quê fazer:
era só um pesadelo.
Marmeleiro florescido
no Rio Grande do Sul
do meu caminho,
Te dedico o meu livro
de Versos Intimistas
com amor e carinho.
Marmeleiro florido no Paraná
do meu poético destino,
O meu livro de Versos Intimistas
e o meu desatino
ofereço com todo o carinho.
Lancei o meu livro Versos Intimistas
sob o Hemisfério Celestial Sul
debaixo de uma Bituqueira
desta minha amada Santa Catarina
porque amar é escrever
e viver com plenitude a poesia,
Se serei poetisa ou não,
despreocupada adianto deixo
por conta dos desígnios da vida
porque o quê interessa mesmo
é ser para o seu coração a magia
perpétua que te põe em sedução.
Debaixo do Feijão-bravo
com o meu poético livro
de Versos Intimistas,
Ouvi as Cantoras do Rádio
cantando na estação
lá de São Paulo e fiz
uma viagem no tempo
onde o romantismo
era motivo e fazia canção
para tocar o coração.
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