Livro
Há tanto sentimento bom aqui dentro que eu escreveria, facilmente, um outro livro, este com final feliz para nós dois.
A vida é feita de um dia apos o outro, a vida é um livro do qual não se pode reescrever, é uma pagina que não pode ser apagada, ou uma atitude ser refeita, devemos viver a vida a modo que não seja uma grande loucura, onde não se pensa nos atos, na causa e efeito, porém não da pra deixar a vida viver sem você, deixar o tempo passar. em suma, a Vida é o equilibrio da loucura e da sanidade. o Equilibrio de se arrepender pelo ato, ou ficar se lamentando por não ter feito. Viva a vida nessa constante, que na realidade é variavel, poís talvez assim você possa realmente estar em um estado de Felicidade, pois a felicidade não é algo que se conquista, que se alcança, Felicidade é simplesmente uma forma de se viver. Cada pessoa define sua felicidade de uma maneira, mas todas concordão que felicidade é a alteração do EGO, é estar bem consigo mesmo!
Do tipo que acredita em pessoas uniformizadas, e ainda ler qualquer livro que na capa tenha qualquer sol..
O livro é um objeto mágico! Ele não é capaz de se transformar, mas possibilita que as pessoas se transformem. Por meio da leitura, descobrimos que tudo é possível.
Já estou cansada de andar pra trais eu acho que vou para de virar a pagina deste livro já esta na hora de trocar o livro pra eu andar pra frente e ser feliz!
Olha meu bem, existem mil maneiras de começar tudo outra vez, começar um novo beijo, um novo livro, recomeçar uma frase ou até mesmo dar Replay naquela musica gostosa...é que ontem, meu bem, minha dislexia noturna não me deixou escrever muita coisa, meu cérebro congelado com o frio da madrugada só queria um pouquinho de sono e eu...um pouquinho de colo.
Ontem, meu bem, o dia foi tão vazio que eu não guardei na garrafa, na verdade eu nem quis mas bebi...bebi saudade.
É meu bem, que semana esquisita, a vida vem tropeçando demais e agradando de menos, é que não me sinto muito bem sozinho...mas se estamos juntinhos, tá bom...
Pois é...que semana difícil meu bem.
Emfim, me espera chegar...me espera chegar pra dançar e se for pra morrer....morre aqui na minha cama.
Era uma vez uma menina que roubava coisas. Não há nada de especial nela, ela não ganhou um livro e nem a morte se interessou por sua história. Mas ela adorava roubar coisas. Ela roubava brincos, chaveiros, esmaltes e livros. Roubava tudo o que não precisava. Certo dia a menina que roubava coisas resolveu roubar um coração. Ela surpreendeu a si mesma com o desejo absurdo que lhe sucedera de roubar um coração. Mas tudo bem, roubar coisas era fácil certo? Não haveria problema então em roubar um coração. Ela saiu a procura de um coração para roubar numa tarde de março. Fazia frio e ela estava de vestido. Ela procurou muitos alvos, ela até encontrou alguns, mas nenhum deles era o tipo de coração que ela procurava. Sempre fora muito especifica em seus roubos, ela não era uma gatuna, era uma artista. Escolhia suas peças com muita precisão e fazia o que fosse preciso para apanhá-las. Aquele coração estava sendo um impasse. E ela se perguntava ‘santos deuses porque raios é tão difícil encontrar um coração que me agrade para eu roubar?’ Talvez tenha sido a sua mais longa procura. Ela quase se arrependeu de tentar roubar um coração. Ela quase voltou a roubar coisas. Coisas eram tão mais fáceis de lidar, entende? Lembrou-se de como era sua vida antes dessa obcessão por um coração aparecer. Ela até que era feliz. Cada roubo era quase um tango no teto, mas ela ficava satisfeita com pouco. E agora esse maldito coração que ela procurava não lhe aparece nunca. Veja bem, para ela a dificuldade não é encontrar um bom coração que se encaixe no que ela procura, pessoas com corações que combinam com o dela ela acha aos montes, para ela a real dificuldade é encontrar uma pessoa que não tenha sido assaltada antes dela chegar, para ela a dificuldade é encontrar uma pessoa que ainda tenha um coração para roubar. Todos, todos os seus alvos sem exceção já haviam sido assaltados antes dela chegar, e ela pensada ‘raios, como posso eu ser tão lenta? Sempre chego atrasada!’ Ela seguia procurando em cada sala, meio fio, esquina, boteco, terraço e gaveta, alguém com um coração ainda não furtado. Nunca se soube se ela conseguiu encontrar alguém que combinasse com ela e permitisse que ela lhe furtasse o coração, mas há boatos que ela ainda corre pelas ruas nas manhãs, tardes e madrugadas, destrambelhada, embriagada, alucinada e desesperada a procura de um coração livre para furtar.
Engana-se aquele que se apaixona por beleza, ou pela capa do livro;
A beleza interior é a que mais convém a quem busca um amor verdadeiro.
Um livro será sempre útil, ainda que seja, na pior das hipóteses, ser considerado como material reciclável.
Abro o livro das páginas da vida
espelhos de encontros, desencontros
Chove lá fora, estará a lavar o chão
da rua, o mundo, a alma, o corpo
Palavras deitadas ao vento
poemas desaparecidos no silêncio
Lírios perfumados palidez dos caminhos
noites de sonho entre as páginas gastas
Veneno oculto arrastado nos ossos
angústia escrita sobre a almofada
Escuridão do rosto da morte matada,
morta, esquecida, perdida..!!!
O livro — que era surpreendentemente interessante — era sobre uma espécie de luta pela sobrevivência. Afirmava que as mulheres não escolhiam os homens por amor.
Segundo o livro, a fêmea da espécie sempre escolheria o macho mais forte para aumentar as chances de sobrevivência da prole. Ela não tinha culpa. É a natureza.