Livro
A imoralidade começa quando um fanático declara que um livro escrito por humanos é a palavra divina!
Então quer dizer que devo acreditar num livro criado por humanos primitivos? Caso contrário, serei punido "eternamente" pelo demônio que chamam de deus?
Ensinamentos do livro de Habacuque:
Eles não adoram outro deus, senão a sua própria força. 1:11
Senhor, como podes tolerar esses traidores, essa gente má? Esses malvados matam pessoas que são MELHORES que eles?
Ainda não chegou o tempo certo, porém ela se cumprirá sem falta, espere, ainda que demore, pois a visão virá no momento exato. 1:11,13.
Eles vinham orgulhosos, querendo nos destruir como quem mata um pobre em segredo. Vou esperar tranquilo, o dia em que Deus castigará aqueles que nos atacam. 2:3.
Contra atitudes MALDOSAS OCULTAS,.Deus vê.
Pois dá ao seu companheiro vinho misturado com Drogas, ele fica bêbado, tira a roupa e todos o vêem nu. É você que vai perder a sua honra e ficar coberto de vergonha. Pois o senhor vai fazer você beber do copo de sua IRA e você também ficará bêbado. Em vez de receber homenagens, você será HUMILHADO *bêbado=enganado
2:15,16.
Aí de vocês que ficam ricos pegando coisas que não lhes pertencem. Aí de você que encheu a sua casa com o que roubou dos outros. Construiu sobre um alicerce de crimes e injustiças. Todo o trabalho forçado que você conquistou não adiantará nada, tudo será destruído pelo fogo. Foi o Senhor todo-poderoso quem fez isso. 2:6,9,12,13.
Você destruiu as árvores e agora será destruído; você matou os animais e agora vai ficar com medo deles. Isso acontecerá por causa dos crimes, violências que você cometeu. 2:17.
Amar você foi o capítulo mais bonito do meu livro, mesmo sabendo que a página virou e a autora decidiu encerrar a nossa história ali.
Amar você foi como ler um livro sabendo o final, mas torcendo a cada página para que o autor tivesse mudado de ideia.
Você não é apenas o melhor capítulo do meu livro; você é a razão pela qual eu decidi continuar escrevendo.
O olhar de uma mulher é um livro aberto para quem sabe ler: ele transborda a luz da maior felicidade, mas também sussurra, no silêncio, os pedidos de socorro que a boca não tem coragem de dizer.
Amar você foi o capítulo mais bonito do meu livro, mas entendi que, para a história continuar, eu precisava virar a página — mesmo que o ponto final não tenha sido escrito por mim.
Se a vida é um livro de escolhas, amar você foi o parágrafo que deu sentido a toda a minha história. O melhor erro, a maior sorte.
Olho para ti hoje e vejo uma história que nenhum livro seria capaz de narrar com a devida justiça. Passamos pelo vale mais sombrio que o destino poderia ter colocado em nosso caminho, e é sobre essa jornada que preciso falar.
Lembro-me de cada detalhe daquele dia em que o mundo pareceu parar. O diagnóstico, as palavras técnicas, o medo que gelou a alma. Vi o teu brilho vacilar, vi o cansaço roubar-te o sorriso e a dor tentar convencer-te de que eras um fardo. Mas quero que saibas, agora e para sempre, que tu nunca foste um peso. Tu foste, e és, a minha âncora e o meu propósito.
Houve momentos em que o desespero sussurrou no teu ouvido para que me deixasses ir, alegando que eu merecia alguém 'inteira'. Mal sabias tu que, mesmo em pedaços, tu eras a única pessoa que me completava. Lutar ao teu lado, carregar-te quando as tuas pernas falhavam e transformar cada pequena vitória numa celebração foi a maior honra da minha vida. Aprendi que amar não é apenas desfrutar dos dias de sol, mas segurar a lanterna com firmeza quando a escuridão parece eterna.
Hoje, quando vejo a tua superação, a força que renasceu e a vida que insiste em florescer novamente, sinto um orgulho que não cabe no peito. As cicatrizes que a luta deixou não são marcas de derrota, mas sim as tuas medalhas de honra. Elas contam a história de uma mulher inquebrável e de um amor que se provou no fogo.
Vencemos. Não apenas a doença, mas o medo e a incerteza. Saímos deste abismo mais fortes, mais unidos e com a certeza de que nada neste mundo pode apagar o que construímos. Obrigado por me deixares lutar por ti, e obrigado por lutares por nós.
Com todo o meu amor, para além do tempo e de qualquer dor.
"Seu livro na gaveta é tudo o que um dia eu sempre quis ler. Seu rascunho descartado é um pedaço da minha história que ninguém nunca me contou. Aquilo que você deixou de escrever... Me fez menos leitor..." Escreva, por favor.
Carta aos que ainda sonham em fazer livros. Por Bruno Barreto.
DO OUTRO LADO DA RUA.
Do Livro: Atravessando a Rua.
Autor: Richard Simonetti.
Durante a existência inteira residiu em frente ao Centro Espírita.
Ano após ano observou o movimento de gente que entrava e saía, dirigentes, colaboradores, simpatizantes, aprendizes, doentes, pobres...
Nas noites quentes de verão, sentado em confortável poltrona, na ampla varanda, ouvia ao longe a palavra de vibrantes oradores e impressionava-se com a lógica dos conceitos espíritas na definição dos problemas humanos... Chegara a proclamar-se adepto da Doutrina dos Espíritos!...
E aquela gente que ali cooperava! Que dedicação! Quanto desprendimento! Em qualquer tempo, com chuva ou frio, sucediam-se as equipes de trabalhadores, na distribuição de alimentos, na visitação aos enfermos, no socorro aos desabrigados!
Mas NUNCA SE DECIDIU A ATRAVESSAR A RUA, perdendo preciosas oportunidades de serviço e edificação...
Espírita, é preciso ATRAVESSAR A RUA!...
Não nos acomodemos na poltrona da indiferença, a ouvir de longe os apelos da Espiritualidade!...
No Centro Espírita está o nosso ensejo maior de participação como aprendizes e colaboradores. Fortalecê-lo com a nossa presença! Engrandecê-lo com o nosso trabalho! Sublimá-lo com a nossa dedicação,eis as metas intransferíveis, se aspiramos a um futuro de bênçãos!
Façamos do Centro Espírita a nossa escola, a nossa oficina, o nosso templo, para que não tenhamos de ver nele o hospital, atormentados por males e frustrações que afligem os que NÃO ATRAVESSARAM A RUA!
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A RAINHA DE OUDE E A SOBREVIVÊNCIA DO ORGULHO ALÉM DA MORTE.
Livro: O Céu e o Inferno.
O episódio da chamada Rainha de Oude.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Inserido na segunda parte da obra, constitui um dos mais penetrantes estudos psicológicos da condição espiritual após a morte, quando o Espírito, longe de sofrer uma metamorfose súbita, revela-se tal qual se estruturou moralmente durante a existência corpórea.
Sob a ótica da razão espírita, este caso não deve ser interpretado como punição divina, mas como expressão direta da lei de afinidade moral e da continuidade da consciência. A Rainha não se encontra em sofrimento por decreto externo, mas porque permanece prisioneira das próprias ilusões que cultivou.
A continuidade do caráter após a morte
A doutrina demonstra, com precisão filosófica, que o Espírito não se depura pelo simples fato de abandonar o corpo. A individualidade prossegue íntegra, com suas virtudes e imperfeições. No caso analisado, observa-se que o orgulho, a vaidade e o sentimento de superioridade social persistem com vigor quase intacto.
A Rainha afirma ainda ser soberana, recusando qualquer ideia de igualdade. Tal postura evidencia um estado de fixação mental, no qual o Espírito se apega às construções transitórias da vida material, confundindo posição social com valor ontológico.
O orgulho como mecanismo de sofrimento
O elemento mais relevante não é a arrogância em si, mas o sofrimento que dela decorre. O orgulho, ao invés de sustentá-la, converte-se em instrumento de tormento íntimo. Isso ocorre porque, no plano espiritual, não há mais os recursos ilusórios que validavam sua superioridade perante os outros.
A lei moral atua com precisão: aquilo que foi cultivado como exaltação transforma-se em peso. O Espírito sofre não por humilhação externa, mas pela incapacidade de adaptar-se à realidade de igualdade essencial entre todos os seres.
A ilusão espiritual e as criações mentais
Outro ponto de alta relevância doutrinária é o fenômeno das criações fluídicas. A Rainha acredita manter sua beleza, suas vestes e ornamentos. Contudo, tais elementos não são realidades objetivas, mas projeções de sua própria mente.
Isso revela que o Espírito, quando ainda vinculado a ideias fixas, pode viver em um mundo subjetivo, sustentado por suas próprias concepções. É uma forma de autoilusão que retarda o despertar da consciência.
Indiferença a Deus e fechamento consciencial
A ausência de sentimento religioso profundo também se manifesta como fator agravante. A Rainha demonstra indiferença às leis divinas, não por negação intelectual, mas por orgulho moral. Esse estado traduz um fechamento da consciência, no qual o Espírito não reconhece instâncias superiores a si mesmo.
Tal condição impede o arrependimento e, consequentemente, o início do processo de regeneração.
A pedagogia da lei de causa e efeito
O caso ilustra com clareza a lei de causa e efeito, princípio estruturante da filosofia espírita. Cada estado da alma decorre de suas próprias escolhas. Não há arbitrariedade, mas consequência lógica.
O sofrimento da Rainha não é castigo, mas diagnóstico. É a consciência confrontando-se com sua própria insuficiência moral.
Síntese doutrinária
A Rainha de Oude representa o Espírito que, tendo possuído poder na Terra, não o converteu em crescimento interior. Sua queda não é social, mas moral. Sua dor não é imposta, mas gerada.
A verdadeira realeza, à luz da doutrina, não se mede por títulos, mas pela capacidade de amar, compreender e reconhecer a igualdade universal dos Espíritos.
Quando o ser humano se apega à superioridade ilusória, adia o encontro com a verdade. E essa verdade, invariável e justa, aguarda no silêncio da consciência, onde nenhuma coroa subsiste, mas onde toda alma é chamada a governar a si mesma.
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Sinais do tempo
O vento se insinua e move delicadamente
As páginas desnudas e simples do livro
Sobre a bancada de madeira
Descansa ao lado do balanço
Se movimenta lentamente como num ressoar.
As páginas amareladas com sinais do tempo
Trazem a nostalgia de um passado
Contam as histórias de cada personagem
Lembradas com carinho dos
Momentos vividos intensamente.
O vento se mistura com o suspiro da morte,
A justiça invisível ouve suas lamentações
À distância os deuses louvam o momento,
A vida peregrina pelos campos desertos
Enquanto as almas procuram o descanso...
O livro continua sobre a bancada
Aguardando a companhia de alguém distante
Que talvez não volte mais.
Suas paginas melancólicas suspiram ao ver
Que o balanço continua solitário ao seu lado.
A VIDA É UM LIVRO ABERTO
A vida é um livro aberto. Cada página um aprendizado, uma receita, uma dica. Depende de nós seguirmos ou não as receitas. Às vezes a receita é doce, noutras vezes salgadas e noutras, amargas e picantes. Vai do tempero que colocamos e do tempo que dispomos para prepará-las. Assim, são as receitas que a vida dispõe no seu livro, cheias de mistérios, toques e imaginações. Depende de nós sabermos prepará-las.
Viajar é como páginas em branco de um livro esperando ser preenchidas com histórias, momentos, vivencias, experiências e saudades. O turismo tem o poder de trazer esse pacote e tocar o coração de quem está nessa viagem.
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