Livro

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0587 📜 "Usando pseudônimo, aquela escritora famosa lançou novo livro e vendeu pouquíssimo. Assim que ela revelou o nome verdadeiro, pronto: o livro foi para a lista dos mais vendidos. Leitores Zinhos fazem isso (com frquencia)!"

A publicação de um livro é sempre um marco, mas quando nasce de uma experiência concreta de fé, ela se torna também um instrumento de missão.


É com essa consciência que apresento AMAR COMO JESUS AMOU, uma obra profundamente inspirada pela vivência na Renovação Carismática Católica e pelo chamado a testemunhar o amor de Cristo no mundo atual.


Este livro surge em um contexto muito específico: o nosso tempo. Um tempo em que as redes sociais moldam comportamentos, em que a política influencia diretamente os valores da sociedade e em que o verdadeiro sentido do amor muitas vezes é distorcido ou reduzido.


Diante disso, a proposta da obra é clara: resgatar o amor autêntico, aquele que tem como referência o próprio Jesus.


Escrito a partir de vivências, reflexões e experiências concretas, inclusive no cotidiano de Itapetininga, o livro convida o leitor a compreender que amar como Jesus amou não é uma ideia abstrata, mas uma prática exigente, que deve se manifestar nas relações pessoais, na vida comunitária e também no posicionamento diante do mundo.


Ao longo das páginas, o leitor encontrará uma abordagem direta sobre temas essenciais da fé cristã, sempre à luz da espiritualidade da Renovação Carismática Católica, com uma linguagem acessível, mas sem perder a profundidade. O objetivo não é apenas informar, mas provocar transformação — interior e prática.


AMAR COMO JESUS AMOU é, portanto, mais do que um livro: é um convite. Um chamado para viver o amor em sua forma mais radical e verdadeira, inclusive nos ambientes onde ele é mais desafiado — como na política e nas interações das redes sociais.


Se você busca uma fé mais autêntica e um amor mais coerente com o Evangelho, esta leitura é para você.

O livro


Alguns capítulos foram lidos e alimentaram a imaginação,
Versos de amor aquecem,
Frases com detalhes impactam,
Folhas em branco revelam,


Na história lida:
Batalhas vencidas,
Amores amarrados,
Desejos realizados,
Sentimentos explorados,


No estágio do era uma vez, tem os três pontinhos no final do ainda não acabou.

Coragem!

Você esta aí longe no seu quarto, trancada lendo o seu livro e eu estou aqui tentando escolher um filme pra assistir, mas tudo isso é em vão,

Duas almas como as nossas merecem mais que isso, sabemos que podemos nos achar em algum cantinho apenas com a lua e as estrelas como nossas companhias.

Vamos ser mais justos conosco e pôr em prática um romance mais puro e cheio de identidade.

DIA MUNDIAL DO LIVRO


O livro é nosso parceiro
Nunca nos deixa na mão
Trazendo histórias incríveis
Viajando o mundo inteiro.
...
O livro tem seu poder
A ele nossa homenagem
Traz escritas do autor
Tem o poder de nos prender.
...
Além do tempo e do espaço
No livro podemos viajar
Histórias ganham vida
Faz o leitor sonhar.
...
Uma boa leitura nos contagia
Vai além da imaginação
Embarque nessa viagem
Provoque a sua inspiração.
...
Irá Rodrigues.

Livro aberto é janela a brilhar,
leva a gente pra longe, sem precisar viajar.
Tem aventura, sonho e emoção,
cada página é um mundo na palma da mão.
Quem lê descobre, imagina e cria,
faz do saber uma doce magia.
No livro mora um amigo fiel,
que ensina a voar sem sair do papel.

“Cada escolha por ser autêntico é um passo na direção da inteireza.”

- do livro Fractais do Infinito

“O colapso é a prova de que a alma está pronta para algo mais elevado.”

- Trecho do livro O apocalipse interior: a revelação da alma na linguagem do fim

“Bloqueios não indicam falhas, mas sim oportunidades para crescimento.”

- do livro Cabala Viva

Giovanna & Benício

Quando a vida se tornar difícil
Busquem um livro
Ou escutem uma canção do seu eterno vozinho.
O Amor será sempre nosso guia neste mundo caótico.

Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.

Não sou um livro aberto
Não sou uma ilha
Sou terra habitada
Por hábito e mobília.
Sou feito de barro
Que chora e se humilha
Que sofre e tem medo
Da sombra da noite
Que guarda o segredo
Do eterno retorno
Que traz recomeço
Do trágico querer
Me perco no sonho
Do dia futuro
Construindo um muro
Em volta de mim, para permanecer.
A carne se esgaça como roupa velha
A alma se estica pra não se perder

⁠⁠A vida pode até ser um livro aberto, mas não quer dizer que viver seja uma leitura fácil, tendo em vista que também possui os seus capítulos um tanto complexos, onde nem tudo que está escrito, está claro, então, não deve ser lido ao pé da letra, contendo muitos significados nas entrelinhas, ocasiões de alegrias, momentos de tristezas, diferentes contextos e uma determinada quantidade de surpresas, que provavelmente influenciará cada desfecho.

São muitas histórias distintas, vidas emocionantes, cenas próprias, genuínas, algumas páginas soltas, verdades explícitas, expectativas frustradas, pessoas que se apaixonam constantemente, podendo saborearem um dos sabores da paixão, um deleite muito caloroso, às vezes, apimentado, amoroso ou o sabor fascinante de uma doce ilusão, um prazer temporário, por isso que se apaixonar pode ser bastante compensador, porém, sempre é arriscado.

Alguns erros são cometidos, tudo bem que nenhum é agradável, principalmente, quando deixam o coração partido, entretanto, fazem parte de um enredo que está sendo vivido em um constante desenvolvimento, que não acontecerá exatamente como foi sonhado, dito, almejado e não teria graça se fosse algo tão previsível, logo, a principal preocupação deve ser em ler com amor o agora, vivendo parágrafo por parágrafo, talvez, seja esta a moral da história.

A Bíblia Sagrada não é uma enciclopédia, mas um livro religioso que ensina a salvação eterna; seu foco central é Deus, o homem e a redenção. ✝️

O entendimento de um livro não vem da leitura dinâmica nem da memorização, mas sim da compreensão do conceito. 📚

O livro de Jó se resume assim: ore pelos seus inimigos.
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A gente faz música e não consegue gravar
A gente escreve livro e não consegue publicar
A gente escreve peça e não consegue encenar
A gente joga bola e não consegue ganhar.

Ultraje a Rigor

Nota: Trecho da música Inútil.

Às vezes, tudo o que precisamos é de um café quente, um bom livro e da solitude para recarregarmos as energias.

Ela continuava abraçada a ele como se quisesse fazer daquele abraço a sua morada.


(do livro-Cecilia D'Ávilla)⁠

Entre você e o autor de um livro, existe um abismo entre o que cada um vivencia. Você busca a experiência e o conhecimento do autor para, assim, entender e conhecer uma fração da realidade.


MARCELO CASTILHO ASSIS