Livro
O dia em que você subir em um púlpito, ou ministrar a palavra de Deus e não sentir nada, não sentir aquele friozinho na barriga, pare de pregar, você está sem o Espírito de Deus em sua vida, pregação não é uma profissão é uma paixão.
Jovens Deus irá pedir tudo, toda a sua vida em troca de um chamado, ele quer tudo e ele te levará para um nível mais profundo.
" Toda a raça humana caminhava para a
perdição, homens e mulheres eram carnais e
faziam o que era contrário a Deus,em meio a
este cenário, Deus ama um povo e escolhe
pessoas em todo o mundo para serem salvas em Cristo Jesus."
Há um Don de línguas que nos liga com o céu, há uma linguagem celestial que nos aproxima do Pai, de nossa origem em Deus, uma linguagem que o mundo não conhece somente conhecemos no Espírito, como no Espírito somos conhecidos a linguagem que sai de nossas almas sedentas pelo reino e por algo
mais elevado. Uma linguagem que os anjos caídos não sabem não podem decifrar pois é algo celestial algo bom perfeito e agradável.
No céu quando o povo escolhido de Deus
estiver face a face com o altíssimo, não
falaremos o português, ou o inglês ou
espanhol, será uma linguagem diferente do que conhecemos será algo novo que somente os remidos tem a língua angelical das regiões
celestiais.
Salvação não tem nada a ver com o homem, com nossas escolhas ou com nossa natureza; ela tem a ver única e exclusivamente com Deus. Nada tão maravilhoso e perfeito pode nascer em um coração como o meu e o seu.
Deus escolheu um número exato de pessoas para ele, para fazer parte da sua família, Homens e mulheres de todas as raças, todos os tipos de pessoas para glorificarem o seu nome através deles.
"Deus intervém na humanidade
e inicia o plano da salvação.
A salvação começa na
eternidade passada.
O Deus Sonerano escolhe a
sua própria família."
" Deus em sua soberana graça escolhe um povo para ser seu, em tempos eternos quando só havia, o Pai, o Filho e o Espírito Santo eles em comum acordo traçam o destino da humanidade, por ele e para a glória dele apenas."
Livro ancestral
Em tua rija fronte e em tua encanecida lauda,
hão estrilos tênues de tinta e traça,
em tuas ditosas orações meu intelecto embaraça
toda a cerne de requintes à palavra rebuscada
Às lufas, sutis folhas reverberam
ao recinto taciturno desta umbral
face da biblioteca de década ancestral,
e onde os clássicos, todos olvidaram
Seria anacrônico um emprego adjetivo
a sujeitar a obra anátema nalgum subjetivo
poema em prosa, que aos leigos é massivo,
mas que para simplório julgo, mais avivo
Ao que lhe tange como relíquia,
não há cédula ou metal que com que se pague;
e sem que o gesto atroz lhe rasgue
obsessivo pela falta, que há tempos traz a míngua
Gabriel Silva Corrêa Lima
Quando eu era criança, meu pai lia um livro pra mim. Ainda lembro uma frase desse livro. Na época, eu não entendia o significado. Mas agora entendo. "Se você realmente ama alguma coisa deixe-a livre. Se ela voltar, sempre será sua. Senão nunca foi sua."
Vi a sabedoria dos céus contemplada na fala do analfabeto, onde a humildade permanece intacta, sem a soberba do conhecimento, sem o achismo dos que não experienciaram nada além de si mesmos.
Um livro de ficção e aventura, sem emoção e sem sentimentos, é como um corpo vazio sem alma, sem o sopro da vida.
Essa história de "sou um livro aberto" é papo furado! Eu não sou um livro aberto e nem tenho intenção de ser. Não porque eu tenha algo a esconder, mas porque não me interessa esse tipo de exposição. Sou um livro fechado, privado e a poucos dou a oportunidade de me lerem.
Seria muita hipocrisia dizer que a minha vida é um livro aberto. Minha vida não é um livro aberto, não porque eu tenha algo a esconder, mas porque não é a todos que eu tenho interesse em mostrá-la.
