Livre em Jesus
…. E sabe quando você sente-se livre; e tudo q antes era um obstaculo ou erro hoje se tornou uma. Mera insignificância ?
Chamando a Moleca...
Traquinagem... Molecagem...
Olhar maroto, sorriso de lado
A alma é livre, meio selvagem
Não me olhe assim espantado
Já subi em árvores e telhados
Juro que quase voei de verdade
Colori a vida com riscos traçados
Pintei o futuro fazendo amizades
Falando nisso, adoro o jornaleiro
Ops... nada disso, é o apaziguador
É como um anjo, fiel, verdadeiro
Fala sério, brinca, é um educador
Aponta minhas trilhas iluminadas
Aquelas que, serelepe, não as vejo
Lembra-me de pessoas obstinadas
Se caem, levantam como lampejo
Nas retrucagens do pensamento
Sobre a dignidade e sobrevivência
Regozija do meu contentamento
De soluções e consciência
Pois bem, amigo meu, estimado...
Para você faço estrelas brilharem
sempre um pouco de tudo
Pois na vida estamos de passagem.
Você sabe porque é difícil estar com fome no deserto, com sede no oceano, ser ouvido na feira livre, tentar explicar algo a quem pensa que já sabe, chorar de alegria, confiar num mentiroso, manter esperança nas maiores adversidades ?
Por que o deserto é estéril, água doce no oceano só da chuva, na feira todos gritam, quem pensa que já sabe só pensa que pensa, só chora de alegria quem ama a alegria, confiar é um dom específico do confiável e a esperança, é um atributo exclusivo de quem tem fé em Deus, ainda que esteja no deserto, no oceano ou na feira livre com um sabichão mentiroso, ele tem a certeza que tudo que lhe vier é para o bem de seu aprimoramento.
Livre-se daquilo que te machuca e te faz sofrer. Torne-se egoísta para proteger seus próprios sentimentos, afinal... as pessoas mentem tanto hoje em dia, que se você não se prevenir, elas vão te machucar sem nem ao menos se importar.
Não culpe a Deus pelo seus fracassos,ou derrotas lembre-se que ele te deu o livre arbitrio.....então quem escolhe o certo ou errado é você.
Manter alguém infeliz ao teu lado é muito egoísmo. A melhor presença é aquela que é livre e fica por amor.
Eu fui o único louco livre de hipocrisia que te falou: “Que neste mundo o que vale é o dinheiro”, em tão possua-o e terás tudo que o seu coração pedir.
ÍMPARES
Quando tive, do sonho, consciência
Sonhei estar livre das tempestades
Quão ímpares a vida e a excelência
E tão distantes ilusões e verdades.
Voltei, para o mar, outras retinas
À procura de me ouvir qual criança
Mira das vozes em sensações primas
Escorrem águas, navega a esperança.
XY é livre, não sofreu determinadas pesadíssimas lavagens cerebrais e, assim, não utiliza o seu espaço tempo para revertê-las. É como um passarinho sem eufemismos... Come, bebe (também água), reproduz (literalmente ainda vive tentando) e se diverte no seu vôo, sem receio das paragens do horizonte e das supostas (im)possibilidades do amanhã. Morrerá sem ter se libertado ou aprisionado através das profundidades pesarosas sobre as pressões abissais dos oceanos; morrerá e levará consigo mesmo, se não a possibilidade de compreender o todo, um divisar captado ao mais longe que (se) foi... Não foi jogado às prisões erguidas pelos temores sociais predominantes e que domam os infirmes ou pulverizam os "inservíveis" e " não curváveis"; não pode compreender a angústia que permeia até o próprio se libertar delas. Penso nele e me embato sobre a amplitude e os nuances do significado de viver e/ou existir.
“Não quero ter necessidade de você, e que seja reciproco, pois o verdadeiro amor é livre de qualquer sentimento de posse”
BAILEMOS
E de repente o vento nos convida a bailar.
Não nos impõe ritmo algum;
deixa- nos livres para criarmos nossos próprios ritmos.
Então percebemos que a natureza dança; toda ela dança. O vento é o mesmo para todos os dançarinos, porém cada qual ao compasso do mesmo vento dança ao seu ritmo particular.
As águas dançam encrespando-se em ondas, e ao mesmo vento pairam as andorinhas em seu balé acrobático cortando o céu em um espetáculo encantador.
Lado a lado levados pelo mesmo vento, bailam cada qual ao seu compasso, o caniço do bambual e os ramos do arvoredo.
A relva parece proporcionar um suave balé sincronizado entregando-se ao ritmo sem o menor medo de ser tachada ridícula.
Os trigais dourados se juntam em ondas, como se fossem uma única massa levada pelo ritmo faceiro e sua meninice.
Não o vemos (amigo vento), mas o sentimos nos tocar suavemente, como se nos levasse pela mão, nos convidando a adentrar a pista da vida sem timidez e dançar.
E se olhássemos mais humanamente perceber-mos-ia que quando passas toda a natureza se põe a dançar; diante de ti ela não se mantém inerte; mas se entrega sem pudor.
Não à toa o grande Chico dos Pobres o chamou irmão. Ah!... se a humanidade se permitisse invadir por suas rajadas, e arejando seus preconceitos permitisse se entregar ao teu ritmo e dançasse: oh Vento!
Talvez assim houvesse mais encantos na rotina e menos rotina na vida. Ou ao menos seria mais fácil levá-la dançando.
Acho que o Chico concordaria comigo!
