Lirio da Paz
A minha amada tem um lindo nome
a qual
é o lirio entre as
princesas e deusas da beleza
e o nome cobiçado
entre as donzelas da banda dos lirios
das
cançães dos poetas encatados.
YASMIN
És pequena rosa... Branca e formosa
boca pequena lábios rosados...
Haste de lírio flor linda, mimosa!
Poço de beijos pele de sonho e neve!
Doce menina que minha alma teve
que Deus assim ti faz tão graciosa!
Que nesta vida amarga e tormentosa
te fez nascer como um perfume leve!
Ver você sorri, faz bem à gente...
Cheirar você, minha boca, floresce
quando meu nome diz suavemente...
Pequenina que Deus à mim mandou,
que afaste de ti a duvida, paixão e incertezas
Que fizeram de mim tudo isto que sou!
Lirio.
Nasceu, aparentemente igual as outras, com o mesmo destino também, passava os dias ninguém a notava ,
todos passavam e ela sem ninguém. De tão cansada suspirou, perdeu o equilibrio caiu no chão.
Não se sabe por quanto tempo ali ficou, até uma menina triste lhe colocar entre os cachos,
reconhecendo o seu valor.
- Trajetória de uma flor. -
Lírio da Minha Saudade
Dorme este anjo, em seu leito eternizado!
Sua meiga face, e que outrora eu tanto vi,
Dentro deste sono, singelo, de seu legado;
Será entre as flores, um amor que eu nutri.
Meu anjo! Faço para ti, a mais solene prece,
Essência d’uma paixão, sublime e tão delicada!
Pois dos meus olhos, uma lágrima enternece,
E consola por um instante minh’alma dilacerada!
Acompanha-me o aroma desta rosa perfumada,
Lírio da minha saudade, dor que me consome;
Anjo dos meus anseios, minha prece amargurada!
Acompanha-me o teu doce perfume na terra,
Que se esvai no tempo, junto com meus sonhos;
E com uma ilusão, que neste leito ora encerra!
Ela se sensibiliza pela dor do outro, faz o sol resplandecer no inverno, ela é um lírio entre os espinhos, que exala seu cheiro de amor, seu acalento,
das rosas, ela é a mais bela e perfeita, dentre as flores de um vale!!
Jardim de Lírios
lírio que brilha em mim
lírio que cresce a por do sol
todo dia a lua te ilumina
lírio que toca o sol
e contrasta o jardim
lírio que sofre por amor
e que espera por mim
lírio que se auto ilumina
meu lírio seja sempre assim
com sua pureza, simplicidade e beleza
você é a mulher mais linda do meu jardim
Ele não dorme, Ele vê
Mesmo no frio, é possível crer
Se Ele veste o lírio e dá pão ao pardal
Vai aquecer este corpo no temporal
Você é tão belo como um lírio. Como o orvalho de todas as manhãs, como o céu límpido, como o nascer-do-sol..
Do Reconhecimento e do Esquecimento.
A graça, amado, é como o lírio que se ergue no vale ao primeiro raio:
Todos apontam para sua brancura,
Inclinam-se ante seu perfume,
E nomeiam sua beleza em todas as línguas.
Ela é a água clara na taça do sedento,
O abraço que aquece os ossos do inverno,
A palavra que germina no deserto da alma.
Reconheceis a graça porque ela é espelho...
Reflete o que há de divino em vós.
Mas o mal, filho da terra, não se apresenta com trombetas.
Ele é a raiz oculta que mina a árvore frondosa,
A sombra que se confunde com a penumbra da noite,
O veneno que escorre no mel do descuido.
Não o vedes porque não quereis ver?
Ou porque ele veste as roupas do hábito,
E caminha nas ruas com o passo do comum?
Dizei-me: como podeis reconhecer o fogo se negais a fumaça?
Como podeis nomear a serpente se venerais sua pele?
O mal se desconhece não por ausência de olhos,
Mas por ausência de coragem.
Os homens fecham as janelas da alma
E depois estranham a escuridão.
A graça é reconhecida porque é dádiva que humilha o orgulho;
O mal é ignorado porque é espinho que adorna a coroa do poder.
Um exige reverência,
O outro — cumplicidade.
Oh, buscador da verdade!
Não basta celebrar a luz no alto da montanha;
É preciso descer ao vale e enfrentar a névoa que corrói as raízes.
Pois só quando nomeais a sombra dentro de vós,
A graça deixará de ser visita
E se tornará morada.
A borboleta e o lirio
O lírio ergue-se, altivo,
como templo branco no jardim das eras.
Enraizado no mistério,
não se curva ao vento,
não se rende ao efêmero.
A borboleta o busca,
peregrina das auroras,
traz no voo a lembrança dos mundos,
na cor das asas —
o sopro das almas que já se amaram.
Ela pousa,
e em silêncio o universo desperta:
pétala e asa não se tocam apenas,
se reconhecem.
É a paixão que não se mede em carne,
mas em eternidade.
O lírio permanece,
irredutível em sua pureza,
e a borboleta dança,
abandonando o tempo a cada batida de asa.
São diferentes como raiz e vento,
mas unidos como chama e oxigênio.
Na eternidade, não há fronteira.
O amor deles não é desta vida —
é um cântico gravado na alma do cosmos,
onde o lírio espera,
e a borboleta retorna,
sempre, sempre.
A beleza do mundo
Jamais pode ser escrita:
Um sorriso a desabrochar
Um lírio perfumado
Aceso nos sentidos
A ternura da brisa
No Poema das árvores
Nos verso das flores
Um aceno de saudade
A promessa do reencontro
No jardim da vida .
Os olhos mágicos do céu
Pousados na terra.
E todos os ecos do infinito
Na sinfonia do mar.
Lírio
tu és tão pura e autêntica como um lírio no campo;
seus olhos… transcendem tamanha inocência e confiança;
ao teu lado me sinto amada, respeitada e segura;
faça de mim seu lírio e deixe-me representá-la diante de tua paixão e tua gentileza.
Querido lírio (2° soneto)
Lírios azuis no jardim da saudade,
Lembranças doces que não param de chegar.
Cada pétala, um suspiro de amor,
Cada cheiro, uma memória que faz chorar.
No silêncio, as saudades se fazem ouvir,
E os lírios balançam ao vento, sem parar.
Lembranças de momentos que nunca mais,
Mas que vivem em mim, como um perfume que não some.
Os lírios azuis, símbolo de pureza,
Me lembram de ti, minha doce lembrança.
Saudades que doem, mas que também curam,
E os lírios azuis, que me fazem sonhar.
Rosas no seu travesseiro
Soneto (parte 3)
Carta para meu lírio
Lírios azuis, flores de sonho,
Ternura que o coração sente,
Amor que não morre, não some,
Lembranças que para sempre se sentem.
No jardim da memória,
Lírios azuis florescem,
Trazendo lembranças queridas,
De momentos de amor e paz.
Seu perfume suave e doce,
Enche o ar de ternura,
Lembrando momentos felizes,
De amor e alegria pura.
Lírios azuis, símbolo de amor,
Ternura que não acaba,
Lembranças que ficam,
Mesmo quando a distância separa.
Se eu fosse jardim,
pediria ao céu só isso:
que fosses meu lírio eterno,
minha flor escolhida.
Porque amar você é florescer por dentro, é entender que o amor também é pureza vivida
Mulher
Um dia morremos de amor, mas no outro renascemos puras, como um lírio sob a sombra da lua, exalando toda nossa beleza, e perfume de mulher.
Eu te comparo ao lírio que nasce entre os espinhos do meu medo, a beleza mais pura só floresce onde o perigo tenta impedir o toque.
O Lírio e o Beija-flor
Quando a noite chegou,
E o beija-flor se afastou,
O Lírio botão,
Despetalou o coração...
Mas por ser tão jovem,
E acreditar no amor,
Sabia que um dia,
Seu beija-flor voltaria...
O tempo passou,
O Lírio desabrochou,
Seu primeiro perfume,
O beija-flor não cheirou...
O Lírio cresceu,
Viveu histórias de amor,
Mas nunca esqueceu,
O seu beija-flor...
Até que um dia,
Por pura magia,
Diferente o vento soprou,
Deus! Eram as asas do beija-flor...
Tão pequenino,
Parecia um menino,
Diante da flor,
Estava de volta o beija-flor...
O beija-flor apaixonado,
Olhava o Lírio, encantado,
Voava alucinado,
Sobrevoava a flor...
Devagar,
Tentou se aproximar,
Todo o que mais queria,
Era sua flor tocar...
Quanto mais se aproximava,
Mais a flor perfume exalava,
O seu néctar ofertava,
E sorridente se dava...
Então o beija-flor se aproximou,
Mas um vidro encontrou,
Era a redoma do tempo,
Que o destino formou...
O Lírio e o beija-flor,
Sabiam da sua dor,
Mas nada poderia impedir,
Que vivessem um grande amor...
Mesmo de longe,
O beija-flor olhava,
Mesmo de longe,
A flor se dava...
A redoma que o tempo criou,
Impedia que se tocassem,
Mas jamais impediu,
Que os dois se amassem...
Esta é verdade,
Sobre o Lírio e o beija-flor,
Não há tempo que apague,
Uma verdadeira história de amor...
