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Lira dos vinte anos

Cerca de 921 frases e pensamentos: Lira dos vinte anos

" O que somos capazes quando acreditamos."

"Caminhar é preciso,mesmo que os obstáculos sejam grandes
e depois iremos compreender que tudo é questão de tempo"

Meu Peter Pam, eu creio no amor e que mais vale uma lágrima da derrota, do que a vergonha de não ter lutado pelo seu amor e por nossas vidas juntos. Por isso luto por tudo aquilo que sonho, mesmo que isso venha me custar uma lágrima da derrota derramada. Te amo muito e nunca vou desistir de você. Só se pedires e não mais houver amor por mim em seu coração.

Sempre a ovelha negra do rebanho. Depois descubro o porque, sou um lobo criado por ovelhas.
Mas essas ovelhas são lobos disfarsados de ovelha.

Nem tudo é o que parece, nem mesmo as aparências.

Viva! Feliz ano-novo!

Ano Novo? O que muda na vida de uma pessoa do último dia do ano para o primeiro dia do ano seguinte? Na verdade, NADA! O que poderia acontecer no dia 1º do ano novo também poderia ocorrer em qualquer outra data, contudo se pararmos um pouquinho para refletirmos o que realmente significa a expressão “FELIZ ANO NOVO”, poderíamos perceber que na verdade ela expressa uma mudança, talvez não de fatos, mas de atitudes e pensamentos que nunca ocorrerão na passagem de um ano para o outro, mas sucessivamente nos dias que dele virão.
Concluir um ano é como concluir uma etapa de nossas vidas. É como subirmos um degrau na nossa escada da vida ou escalarmos mais uma montanha em nosso vale. E quando isto ocorre se faz necessário que se dê uma paradinha para olharmos para trás.
É claro que em toda caminhada muitas surpresas ocorrem. Encontramos pedras, flores, espinhos, vias pavimentadas e em muitos momentos esburacadas. Encontramos amigos e enfrentamos inimigos. Suportamos o frio e nos aquecemos no calor. Choramos, sorrimos, ganhamos e perdemos. Todas essas coisas fazem parte da caminhada de qualquer pessoa. A única diferença está em como concluímos nossa caminhada.
Algumas pessoas saem ilesas dessa jornada, outras com marcas. Algumas terminam se arrastando e outras correndo. Há aquelas que terminam chorando, outras sorrindo, mas há um grupo de pessoas que não terminam a caminhada. Que desistiram pelo meio do caminho... Não suportaram a dor nem a aflição. Suas pedras a sufocaram e ela ficou presa entre os espinhos.
O ano está prestes a terminar e é hora de olharmos para trás. Como vamos vai terminar este ano? Concluindo a nossa caminhada, mesmo que chorando ou se arrastando? Ou ficando pelo meio do caminho?
Certa vez discípulos de Jesus estavam em um barco enfrentando fortes ventos e ondas. Chovia muito e o barco ia naufragar, mas de repente Pedro ver Jesus andando por cima das ondas, e diz:
- Senhor, se és tu mesmo faça com que eu também andes por cima das águas.
Jesus então lhe estende a mão e Pedro começa a andar por cimas daquelas fortes ondas que antes tentavam virar o seu barco. No meio da caminhada Pedro se assusta com os ventos e deixa o medo lhe dominar. Ao temer seu corpo começa afundar pelas águas e então Jesus olha para ele e diz:
- Não tenhas medo, não duvides, mas creia somente.
Nos dias ou nas horas que ainda restam para concluirmos mais um ano, que possamos refletir sobre a nossa vida. Não importa como terminamos a nossa caminhada se chorando ou sorrindo, porém se chegamos até o final dela então somos vencedores, mas se percebermos que o ano vai terminar e que ficamos pelo meio do caminho... que nossos sonhos se perderam pela estrada da vida, que nossa esperança se foi com as lutas, que a alegria se sufocou com os espinhos e que as chances de crer foram levadas pelos ventos, então veja!!! Jesus está indo até você nesse exato momento andando por cima das suas ondas. Ele está te estendo a mão e te convidando a andar por cima de tudo que TENTOU te parar pelo meio do caminho. Ele te convida a terminar esta caminhada com Ele. Não importa o tamanho das pedras que estão te impedindo de caminhar, Ele as removerá! CREIA e não duvides! Jesus pode mudar o final do seu ano! Deixe-o entrar em sua vida!

⁠Na minha mente há um grande filme cujas partes principais você sempre está.

⁠As mulheres investem tanto na aparência quando, de fato sempre a beleza flui
no interior dela.

⁠DEUS não espera que eu e você façamos o que não podemos fazer, mas sim o que podemos.

Não espere seu marido, mãe, pai, filhos, irmãos, chefes, mudarem, mude para que você possa mudar.
Torne-se uma pessoa melhor .
Trate-os do jeito que você gostaria que eles os tratassem.

⁠Muitas pessoas fazem o bem aos outros com a intenção de receber algo em troca.
Se fazem o bem para serem reconhecidas ou para receberem algum tipo de recompensa, na verdade não estão fazendo bem a ninguém.

Poeira
A terra que dá seiva à flor,
sustenta o aço nas colunas de cimento
e está sobre os móveis,
sob os tapetes suntuosos
que ostentam o grande palácio
onde vive e reina o filho da terra!!!W. Lira Franca 01/02/2014

O Evangelho não é uma certeza. Certezas são fruto das conclusões humanas. Evangelho é O Caminho de fé que nos foi oferecido pelo céu, para caminharmos com o coração cheio de convicção e esperança, que um dia, o Deus Vivo e Eterno, se manifestou em carne, habitou entre nós e, podemos afirmar que graciosamente somos salvos, chamados para um extraordinário eterno relacionamento com o Deus Vivo!

Vida, vida, vida,
desague.
Eu, que sou mar.
Sempre sem lar.
Tu, longe de ser,
tenta aprisionar-me
Não és lar.

Minha casa é longe,
foge ao tempo.
Já tu, impermanente.
Fujo de ti.
Abraçarei outra, perfeitamente.
Seu nome, naturalmente, é morte.

Ó destruidora, tu és meu lar?
Verbalizei a ti,
(abraço) morri.
Morte, morte, morte,
queime.
Eu, lenha da verdade.
Ó segredo que sangra a vaidade.

Crepúsculo úmido na vida de uma criança é o momento presente; surge na aflição ansiosa. Estão presentes meus espelhos amargurados decorando os olhos num vacilo de pensar.
“Sussurras às tuas águas”, dizem as coisas aceleradas, desesperadas, afagadas. Gritando, querem as gotas mais íntimas — vergonha ou temor? —. Os fragmentos de mim são os mais cruéis. Tirariam a beleza desaguando os olhos?
Retruquei: “Rezas belas pela mente, mas o consumo que se seguia era, por fim, minha causa. Nego-te, nego como último poder alcançado pelo sofrido, ó minha alma!”
Assim prosseguiu o sofrer pós coisa amada. Um momento de reflexo das ações passadas. Era a tímida vergonha do ser. O temor passara ainda durante a idealização, infelizmente — pois o temor protege o incapaz e frágil das mágoas surdas da vida. Como fui deixar-me por chegar a vergonha quieta e arrependida? Foi pela causa mais inocente, acredite. Ser puramente incapaz de virar a vista diante do ingênuo trovador mirim brincando de vida amante foi minha fatalidade.

“Ser”

A chorar,
fujo do meio para me dar.

A sorrir,
rumo às águas para sumir.

Afogar,
subo ao céu para encontrar.

Ardo a ir,
para que a alma possa dormir.

Custo a crer, mas vejo a verdade:
Ação finita às palavras infinitas.
Sonhar, acordo.
Idealizar, entendo.
O choro finda o isolamento.

“Moça Jasmim”



Segunda letra,
segundo andar...
alegria, vem me notar!

Segunda placa,
segundo piso:
lá está o teu sorriso.

Segundo passo,
meu olhar caído:
ouça meu pedido.

Segundo ardo
à luze celeste;
diga, o que fizeste?

Moça manga
do olhar de ouro,
ouça o meu coro
que canta, em silêncio,
a tua face —
porque o nome,
só Deus sabe…

Moça mais-que-fruta,
jasmim-manga
número ouro.

Distante divindade,
finda humanidade —
e a flor, constante.

Amor? divino ser,
Paixão? sou mais amigo;
veja as notas em fusão
que violam minha canção.
No baralho, uma emoção…
que o tempo,
segue em vão.

Tempo, tempo de graças
por anos serão farsas.
Segundo passa,
amada passa,
amor será estrada —
e o nome, ainda nada...

Ouro em teus olhos, breve encanto para um ás de copas no peito, no entanto, oro por mais copas em um elo aberto — num céu que chora ao canto das espadas da figueira.

Por mais ouro que haja na mãe-árvore, será que vale mais que as mil copas do meu naipe? Nada mais será de tanta valia quanto o rei dos ouros das amadas, que, por um breve, quase instante, fez nascer paus na Bem Montanha.

Pirraça! Que alarde da derrota... Nada mais resta em minha mão, senão o fruto da ilusão (de um grande jogo sobre a nação).

Engana-se quem pensa que falo sobre a aventura da vida. Nem esse mistério momentâneo transcende a coisa amada.
Há léguas que nunca serão percorridas pelos veleiros de copas. São distantes as ilhotas, terras pequeninas nas águas de tempo. Por vezes, lemos infinitude nas terrinhas, onde há somente palavras de ambientes diversos.
Os mapas descrevem detalhes sobre cada caminho até às ilhas. Caminhos árduos de correntes destrutiva: sal! sal!? o vento finda o descanso das velas, a beleza da vida aquática desatina o navegante — tímido, calmo, constante. O encanto tempestuoso assusta, mas o veleiro ainda nada. Os frutos das chegadas fogem aos homens de ganância. Bem-aventurados os que chegam ao solo amado.

“Transfiguração do Vácuo”

Hoje um morto anda as terras
Estepes, enraizadas ao degrado.
Vontade o levantou, por era.
A fome encarna o desejo
Do morto, ser à serra.
Fome de vontade tarda
A potencial miséria.

Ao homem, é dada a força,
No ar, há o tempo (el rei);
Foste a potência da vida,
Transformadora do caos,
E o desejo do morto,
Que fome sente — sempre.
Louvado devir do jovem.

O não-saciável detém poder.
Agente, imparável, criador.
Saciedade, pois, é tu fraqueza.
Vencer-se é tu natureza.
Morto não, és pura vida.

DENTRO DE MIM

Vejo um tempo bom, no qual todos se regozijam, porem, eu aqui no meu tempo não sei mais o que significa regozijar-se.
Vejo um sol que brilha como nunca antes brilhou, mas, em meu ser invade a escuridão e o frio dos mais tórridos confins do norte estremo.
Vejo uma natureza exuberante, fauna e flora fundem-se numa harmonia como a do mais belo canto do sabiá.
E apesar de meus olhos e ouvidos contemplarem tal beleza, neste momento reina em meu ser um silencio e uma mórbida tristeza como a que aflora nos escombros de Chernobyl.
Vejo abundancia de vida ao meu redor, mas em mim essa vida se foi. Vejo movimento em todo canto e dentro de meu corpo não sinto mais o pulsar de um coração feliz, meu sangue sessou de correr e me encontro apodrecendo em meio de tudo que antes achei ser verdade.
Não tento achar razões ou culpados, só procuro insaciavelmente forças para reaver minha felicidade que se perdeu, o calor e o brilho que adormeceram, a musica e a beleza que não vejo e nem ouso mais, a vida que passou e me esqueceu para tras, o pulsar de um coração outrora jovial e vivido, e o renovo de meu ser para eu não mais apodrecer.

Inserida por davidylira