Lindo Corpo
Se você procura perfeição entre as fendas do meu corpo, não fique...
Só o físico não me contenta, não satisfaz meus desejos, não me sa-ci-a a alma.
É que eu nasci para sentir o toque que vai além da minha carne a estremecer entre os dedos teus... E, somente o físico não há de me satisfazer. Sou viciada em intensidades.
Sua alma e seu corpo não pertencem mais a você. Seu direito de saber também não. Só vai saber o que eles quiserem que você saiba.
"A mente precisa de exercício tanto quanto o corpo; talvez até mais, já que necessitamos dela para praticamente tudo, inclusive para as coisas em que usamos o corpo para realizar".
“Eu Me deito”, na ‘calmaria’ Da “Alma”, me “acordo na serenidade do corpo” harmonioso! Me vejo; ao“ relaxo do existencialismo” Mental, e ‘fisicamente’ me “preparo” para o formal!
O “cérebro” ‘é a pilha’ do “corpo”, ambos são “fundamentais para sua existência”! Na qual é “movida” “pela vida”, que essa “deixa” pra› ‘sí ’o controle, de como sua “viagem” “será” tomada!
"Amor nos traz felicidade
Raiva nos traz tristeza,
mas Indiferença adoece
o corpo e destroça a alma"
Quando eu falo sobre meus sentimentos para você, te mostro, de corpo e alma, tudo o que você representa para mim. Eu tentei te esquecer tantas vezes, mas só de pensar em te tirar da minha vida, eu me lembro mais ainda. Pode ser que nosso presente esteja do avesso e nosso futuro não aconteça, mas no meu passado, tudo o que passamos está muito bem guardado. Eu sempre penso em você.
Dia após dia, levanto palácios invisíveis
com tijolos de desejo moldados em palavras. O corpo se rende às limitações, mas a mente ergue pontes de esperança, cada linha escrita, um alicerce de legado. Sonhar em voz alta é recusar o silêncio eterno,
é semear promessas no coração de quem lê.
Às vezes, a frustração deságua em tempestade, quando o fôlego escapa e a voz se cala, e o corpo, traidor silencioso, trava sua guerra. Mas no fogo da raiva que me consome, arde também a brasa viva da coragem, um tambor que ecoa em meu peito, marca o compasso da luta que não finda, o passo firme no fio frágio entre desistir e persistir. Nesse turbilhão de emoções, nasce a semente da esperança, um suspiro que floresce em silêncio, um canto sutil que insiste em existir.
Às vezes, desejo sair do meu corpo e ser só sombra, livre da dor que insiste em ficar. Mas este corpo pulsa, me chama a resistir. E mesmo na escuridão, nasce uma luz pequena, promessa de que a aurora sempre pode voltar.
Não converso sozinho, mas dialogo com meus estados de espírito, vozes sem corpo, sombras que habitam meus pensamentos. Nem sempre nos entendemos, às vezes falamos em línguas estrangeiras, em murmúrios desconexos, em silêncios que pesam como pedras. Há dias em que a raiva grita alto e a tristeza responde em sussurros, outras vezes, a calma tenta interceder, mas é afogada pela dúvida e pelo medo.
Nasci sozinho e morrerei assim.
A solidão não é escolha, mas estado de fato, quando o corpo abandona sua plenitude e a mente se isola em labirintos de dor, estar só se torna destino inevitável. No entanto, essa solidão não me define completamente, é apenas o pano de fundo contra o qual tento colorir minha existência com versos e memórias que ecoam além do vazio.
Ao separar corpo e alma, a medicina moderna curou doenças, mas esqueceu de escutar as dores.
— Nina Lee Magalhães
“O remédio segura o corpo. A escuta segura a alma.”
— Do livro “Entre os Extremos”, de Nina Lee Magalhães
... a esse corpo
que prestadio nos encarna,
provoca, possibilita, nossa mais
digna e venturosa utilidade...
E ao espírito - a esse espírito
que somos todos - tudo que
o enalteça, potencialize,
aperfeiçoe!
