Limpar a Casa

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Minha casa é o planeta; meu teto é o céu; minha família é a família humana.

Cada vez que eu vejo o planeta inteiro como minha casa, minha "casa" se torna pequena.

Sua casa é grande,
é o planeta todo.
Sua família é enorme,
é a humanidade inteira.

O planeta é minha casa, porque é nele que eu vivo, respiro e vivo tudo o que a vida oferece. Ele me abriga, me sustenta e tudo ao meu redor faz parte da minha vida.


Meu teto é o céu, porque ele está acima de mim e me mostra que faço parte de algo maior. O céu é o limite do que vejo, mas também mostra tudo o que ainda posso alcançar.


Minha família é toda a humanidade, porque todos nós estamos ligados. Não é só sobre parentes, mas sobre respeitar, ajudar e cuidar uns dos outros. Cada pessoa importa, e todos nós temos que cuidar uns dos outros e do mundo em que vivemos.

Eu não estou preso em casa e nem livre na rua; eu estou em mim mesmo.

Davi foi rejeitado, esquecido até pela própria casa, ignorado por quem achava saber quem ele era. Mas Deus viu o que ninguém viu. Enquanto o mundo escolhe pela aparência, Deus escolhe pelo coração.
Nem sempre quem pensa saber o seu lugar, realmente entende o propósito. Às vezes, nem você sabe quem é, até Deus chegar e revelar.
A rejeição não era o fim de Davi, era o caminho. O que parecia atraso era preparo. Quando Deus decide, ninguém impede: Ele tira do anonimato, honra o esquecido e coloca no lugar que sempre foi seu por direito.

Sem saber você fez casa em meus pensamentos provocando meus desejos mais intensos.
Você me encontrou sem que eu pudesse apoiar-me na sua segurança.
E cada hora que passa sem você envelheço 10 anos.

Podem me tirar... As minhas roupas, o meu carro, a minha casa... ou até mesmo o meu dinheiro, mas nunca tirarão os meu conhecimentos;

“Há dias em que o silêncio da madrugada mantém a casa acesa.”


projeto Trilho365

O banheiro é o cômodo mais perigoso da casa


Ele conhece nossas intimidades, nossas desordens, nossos mistérios


Por isso é tão fácil escorregar e cair quando estamos saindo do chuveiro

O banheiro é o cômodo mais perigoso da casa

Gabiroba o sapinho mochileiro que pulava sempre muito alegre pelo caminho de casa encontrou uma corujinha que agora o acompanhava e falava das belezas da vida que a quietude guardava.

Existe uma força muito positiva querendo te conhecer e trabalhar com você e muitas maravilhas na sua vida fazer.

Não impeça essa força de fluir livremente em você e faça tudo aquilo que você tem que fazer sempre com boa vontade para sua vida florescer.

Pule com o sapinho Gabiróba no ritmo da vida muito alegre e gostosa pelo caminho fazendo amizades e sorrindo de graça preocupado com nada.
Trabalhe sempre sorrindo a vontade e fazendo amizades sempre com muito respeito em suas prioridades e as maravilhas da vida vão se alegrar com você e ficarem sempre por perto te fazendo crescer.

E seja como Gabiróba o sapinho que é um mochileirinho que pela vida viaja e nunca pega nada nem comida nem água que não tenha sido conquistado com trabalho duro e muita boa vontade.

E se...
E se eu não conseguir ter uma profissão,
E se eu não conseguir ter uma casa,
E se eu não conseguir ter uma família,
E se eu não conseguir ter alguém que me ame de verdade,
E se eu não conseguir sair sair do se?

⁠"Quem tem tesouro em casa, não fica mendigando migalhas pelas ruas."

Bem-assombrada

Numa casa certeira
Lá em frente a São José
Entrou senha-primeira,
mas não fez o seu café.
A casa pôs tapete,
mas ninguém quis pôr o pé.
E dentro do filete,
rachadura diz “quem é?”.
Bateu segundo nome,
Encantou-se, moradia.
E dentro do que some
Acostumou-se, mais-valia.
Disse que ali nada seu podia
Sem jamais ter feito coisa de
Decoração.
Alegou, bravura, falta de harmonia
Sem nunca, outrora,
Outr’adaptação.
Porta arrombada, entra outro vão.
Derrubou a casa, reforma a-temporal.
Acabou que desfez onde entrava o clarão.
Derrubou até mesmo parede estrutural.
Na rua vizinha número-cem, apavoravam
Quem se dispôs.
Casa-mal-assombrada, difícil ir também
Melhor-não, berrava outros dois.
Fim de tarde, noite, casa abandonada.
Sozinha, serralheira, se observou.
Batente bonito, curvilínea na escada.
Bate-se outra senha
Que se repousou.
Esse que sujava os pés sempre lá fora
E nunca usava o carpete ao adentrar.
Culminou na guerra de “Onde você mora?”,
Aos berros: “Casa porca!”,
Mesmo sem limpar.
De janela aberta, entrou a ventania
Casa recebeu planta que voou.
Pólen, ares, outra joaninha,
E ela não pensava
Em fantasma que assombrou.
Viu-se na vista, casinha-horizonte
Montanha bonita, parte do terreno
Numa Sevilha, fruta ao monte
Parte arrancada a fez ver aceno.
Não pelo desgaste, sim pela paisagem.
Lá na vilazinha, alguém disse.
“Que potencial, pena, coragem”.
E casa aprendeu a adorar velhice.
Numa sala, cachecol esquecido
No gabinete, blusa de frio.
Um conjunto teria surgido
Se não fosse o seu vazio.
Depois de tanto tempo,
com a pia já cansada,
entra ali moço servente,
como quem já não quer nada.
Põe-se no assoalho,
tira a meia, sente chão,
descansa o seu baralho,
na madeira onde põe grão.
E de tão calado, assim,
como quem diz,
fez flor lá no jardim,
fez marcação de giz.
Viu cadeira quebrada
no cantinho da varanda.
Casa viu fadada,
Ele viu ciranda.
Casa teve porta
Reformada, bem-vindo.
Uma nova horta
Foi-se construindo.
Numa casa sozinha, juntada, amada
Ganhou-se até porta d’onde ver sol.
Tornou-se obra de arte a cadeira quebrada.
Bem em um pedestal, rara com lençol.
Casa sem teto ainda tem o céu.
O senhor pensava enquanto faxinava.
Oh, meu Deus, caneta e papel.
Na mesa de trabalho, a casa descansava.

Vanessa Brunt

Um patinho assustador cai no meio da sua casa

EM 28 DE JULHO DE 2024 meia noite!! TIVE falência de órgãos em casa, um choque SÉPTICO que parou TODOS os MEUS órgãos em casa. Meu sogro e o cunhado do meu marido, orou pra Deus me dar a vida novamente. EM MENOS DE 5 MINUTOS, TODO O MEU CORPO COMEÇOU A SE DEBATER EM CIMA DA CAMA, SENTI UMA ENERGIA TÃO FORTE, VINDO DESDE A PLANTA DOS MEUS PÉS... SENTI TODOS OS MEUS ÓRGÃOS RESSURGINDO E VOLTARAM A FUNCIONAR NOVAMENTE. FOI ALI QUE ENTENDI SOBRE QUEM REALMENTE É DEUS. ELE É O SOPRO DA VIDA! ACREDITE. DEUS ELE É PURA ENERGIA, ELE É QUEM ESTÁ EM CADA UM DE NÓS. POR ISSO, RESPIRAMOS E TEMOS VIDA.
EU TIVE INFLAMAÇÃO GENERALIZADA.
4 CIRURGIAS... ALGUÉM OROU POR MIM EM SONHO, QUANDO NA VERDADE QUERIA ME FAZER MAL, OUVI UMA VOZ QUE ECOOU DOS CÉUS 'NÃO TOCA NELA' ESSA PESSOA DESISTIU DE ATACAR A MINHA VIDA, E COMEÇOU A CHORAR. PÔS A MÃO NA MINHA CABEÇA E COMEÇOU A ORAR POR MIM. DESDE ENTÃO, NUNCA MAIS SENTI DOR ALGUMA. SENDO QUE ANTES DISSO, MEU CORPO DOÍA 24 HORAS POR DIA, POR INTEIRO. EU NÃO AGUENTAVA MAIS!! DEUS EXISTE E ELE NOS AMA. A NOSSA FÉ, NOS CURA E NOS SALVA TODOS OS DIAS. TENHA GRATIDÃO E AME A DEUS ACIMA DE TODAS AS COISAS. NUNCA RECLAME DE NADA. SEJA RESILIENTE, MESMO NO VALE DA SOMBRA DA MORTE, COMO EU ESTIVE. PORQUE MESMO MORTO, VIVERÁS! FOI O QUE ME ACONTECEU. EU RENASCI NOVAMENTE!! GLÓRIAS AO MEU BOM DEUS, AO MEU PAI QUE ME AMA E ME ACOLHE, QUE CUIDA DE MIM E DOS MEUS. ESSE, É O MEU TESTEMUNHO!!❤

⁠“Cultivar frutas e/ou vegetais no quintal da casa é saudável em todos os sentidos, inclusive como terapia. Assim parafraseando o velho adágio popular digo “Quem planta seus males espanta”
Ney Batista

A Janela Aberta
Naquela noite, não foi só o pub que ficou para trás.
O corpo voltou para casa. Os pensamentos, não. Sentaram-se na poltrona, caminharam pelos cômodos vazios e, quando perceberam que eu insistiria em dormir, fizeram do travesseiro um bloco de concreto. A casa inteira parecia cansada. Não era o desgaste do tempo. Era o peso da consciência.
Há noites em que a insônia não é ausência de sono.
É excesso de lucidez.
Saí para a varanda.
A janela da casa ao lado estava aberta. A vizinha permanecia ali. Devia ter uns trinta e cinco anos. Reservada. Dessas pessoas que nunca prolongam uma conversa, mas jamais deixam de cumprimentar os vizinhos. Antes disso, eu a tinha visto caminhar lentamente pelo cômodo, como se cada passo precisasse ser convencido a acontecer. Depois os movimentos diminuíram, até desaparecerem por completo.
Não havia televisão ligada. Nem música. Nem qualquer ruído que denunciasse companhia, como era habitual. A casa parecia ter prendido a respiração.
Vi quando ela puxou a cadeira, virou-a de frente para a parede e se sentou. Não olhava pela janela. Não olhava para a rua. Parecia encarar aquela parede como quem espera que o silêncio finalmente responda alguma pergunta antiga.
O corpo foi cedendo aos poucos, numa posição impossível de sustentar por muito tempo, como se tivesse esquecido a maneira correta de existir. Um braço pendia sem propósito. As pernas procuravam apoio onde já não havia equilíbrio. A cadeira fazia o que podia, mas parecia pequena demais para sustentar um peso que não era físico.
Ela não caiu.
Apenas cansou de fingir que ainda estava de pé.
Ficou assim durante muitos minutos.
Tempo suficiente para que a imaginação começasse a fabricar hipóteses.
Talvez esperasse uma ligação que nunca viria.
Talvez estivesse apenas exausta.
Talvez estivesse travando, em absoluto silêncio, uma guerra que ninguém do lado de fora seria capaz de enxergar.
A solidão tem esse hábito perverso: quando não encontra respostas, inventa histórias.
Depois de algum tempo, a penumbra tomou conta do cômodo. Já não conseguia distinguir seus movimentos, nem saber se ainda permanecia na mesma posição. A janela continuava aberta, mas a noite havia fechado o resto da cena. O que aconteceu dali em diante eu nunca soube. O que permaneceu comigo foi apenas a última imagem que meus olhos conseguiram guardar. O restante foi preenchido por essa estranha mania que a solidão tem de transformar lembranças em fotografias mentais.
Foi então que compreendi que algumas janelas permanecem abertas não para deixar o ar entrar, mas porque já não existe força suficiente para fechá-las.
É curioso como a tristeza raramente faz escândalo.
Ela prefere paredes descascadas, cadeiras antigas e o silêncio.
Gosta do silêncio porque o silêncio não faz perguntas.
Talvez ela tenha perdido alguém.
Talvez tenha perdido a si mesma.
No fim das contas, quase dá na mesma.
O mundo admira pessoas que continuam sorrindo enquanto apodrecem por dentro. Chamam isso de força.
Eu chamo de bom comportamento... maldito bom comportamento de gado no matadouro.
A verdadeira exaustão não pede licença. Ela apenas faz o corpo escorrer sobre qualquer pedaço de madeira disponível, como um copo esquecido no fim da madrugada.
Depois de certo ponto, a identidade deixa de importar.
Você não é mais advogado, artista, pai, mãe, amante ou fracassado.
É apenas alguém tentando sobreviver ao próprio pensamento.
As paredes conhecem esse tipo de gente.
O concreto guarda segredos melhores que qualquer padre. Já viu homens ricos chorarem sozinhos, mulheres bonitas desistirem da própria beleza e gente comum morrer muitos anos antes do coração parar.
Naquela varanda compreendi que existem intervalos maiores do que qualquer derrota.
Existe uma diferença enorme entre perder a guerra e simplesmente não ter forças para levantar naquele dia.
Vivemos num mundo que confunde movimento com vida. Gente correndo atrás de dinheiro, curtidas, diplomas e promessas de felicidade vendidas em prestações. Basta, porém, fechar a porta e apagar as luzes para descobrir que muita gente continua respirando apenas porque o corpo ainda não recebeu o aviso de que a esperança foi embora.
Na manhã seguinte, ela acordará.
Preparará o café.
Responderá mensagens.
Comprará pão.
Cumprimentará os vizinhos.
Se alguém perguntar como está, sorrirá o suficiente para encerrar o assunto.
E a cidade continuará funcionando com a eficiência de sempre.
Os ônibus passarão.
Os escritórios abrirão.
Os bares voltarão a encher.
Ninguém perceberá que uma mulher quase desapareceu diante de uma parede na noite anterior.
Talvez porque todos estejam ocupados demais escondendo a própria parede.
Voltei para dentro de casa.
A janela dela continuava aberta.
Fechei a porta da varanda, mas não consegui fechar aquela janela dentro de mim.
Desde então, algumas noites não terminam quando amanhece.
Elas apenas mudam de endereço.
Há dias em que caminho pela rua, entro num café, espero numa fila ou observo alguém parado no trânsito e me pergunto quantas pessoas ali estão vivendo exatamente a mesma noite que vi naquela janela.
A resposta nunca vem.
Talvez porque a tristeza mais profunda tenha aprendido um truque antigo: descobriu que ninguém desconfia de quem continua respirando.
E foi então que percebi uma ironia cruel.
Naquela noite, eu acreditava estar observando a solidão de uma mulher.
Hoje já não tenho tanta certeza.
Talvez eu nunca tenha escrito sobre ela.
Talvez, desde a primeira linha, eu estivesse apenas descrevendo a janela da minha própria casa.

A Vida é uma Casa de Câmbio


A vida é uma casa de câmbio: compra sonhos, vende estações. Recebe amores em moeda forte, devolve lembranças em pequenas frações.
O que ontem foi fortuna, hoje repousa sem cotação; mas há perdas que o tempo transforma na mais valiosa conversão.
E assim seguimos, entre partidas e retornos: estrangeiros do passado, cidadãos da recordação.
A vida é uma casa de câmbio: onde cada peso é meramente simbólico e cada dólar, uma idealização.