Limite
O respeito próprio nasceu do enfrentamento, não é soberba, é limite sadio, mantenho nele meus passos.
A maior sabedoria é saber que a justiça sem misericórdia é tirania, e o amor sem limite é a verdadeira liberdade.
O coração que ameaçava explodir no peito era o alarme sísmico do teu limite, o grito final de um corpo que não suportava mais o peso da mentira social de que "estava tudo bem", esse terremoto interno foi o que pavimentou a estrada para o Encontro, pois a rendição total é o único passaporte válido para a intervenção divina, não foi a tua força que o trouxe, mas sim a qualidade devastadora da tua fraqueza, um paradoxo sagrado onde a perda completa de controle se torna o portal de entrada para a Graça reordenadora.
Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.
Dia 14
Não permita que te oprimam
e saiam se sentindo confortáveis,
Estabeleça os seus limites
para que as situações não
se tornem incontroláveis,
Busque inundar a sua vida
de tudo o quê torne o seu
caminho afável e amigável,
Se dê a oportunidade de uma
vida mais amável e respirável.
Na Bíblia, o limite da licalidade, se iguala ao limite da igreja; e o limite da igreja se iguala ao limite da administração dos presbíteros.
Sinto o perfume
de Buah Kundang,
Não tenho limite
para o sonho embalar
de contigo ir buscar,
Não faltam razões
para me apaixonar.
Conveniência, senso de observação e etiqueta fazem um tríduo espetacular. A palavra limite os resume de forma inefável.
O querer não some só porque a cabeça entendeu o “não dá”. A lucidez reconhece o limite,
mas o afeto… ele continua lá, quieto, latejando no canto. Genuíno é isso: sentir mesmo quando não compensa.
Compensável é o que devolve paz depois do caos.
O que te tira um pedaço, mas te devolve inteiro.
O resto é investimento emocional
em terreno alagado, bonito de longe, mas afunda quem insiste em morar lá.
Três anos de fidelidade e eles nem te ofereceram um limite simbólico pra um café parcelado em três vezes. É quase romântico o quanto os bancos são frios. Você movimenta dinheiro, eles movimentam desculpas.
Aí um pelo menos finge menos. É aquele tipo de banco que te trata como adulto: tudo digital, sem drama, sem gerente te ligando pra “conversar sobre oportunidades”. E se quiser sair, eles nem choram, só fecham o app e seguem a vida. Quase civilizado.
E o outro é tipo aquele tio formal que ainda usa gravata pra ir ao mercado. Tem estrutura, tradição, um pé no século passado… mas funciona. Só que cada clique no app parece um ritual burocrático. Se você tem paciência pra lidar com ele, até dá pra viver bem.. Mas não espere agilidade, eles gostam de carimbo emocional.
Confiável é. Engessado, mas confiável. Não vai sumir com seu dinheiro do nada.. só vai demorar três telas, duas senhas e um juramento de fidelidade pra te deixar movimentar. Eles são o tipo de instituição que prefere morrer de tédio a cometer um erro contábil.
Quando alguém se recusa a te conhecer, o limite não está na sua capacidade. Está no medo, na rigidez, no bloqueio do outro. Gente fechada não entra em relação, só deixa gente bater na porta até sangrar.
Toda perfídia tem seu limite quando descobrir que a verdade revela as máculas e as imperfeições do coração.
