Lili Inventa o Mundo - Mario Quintana

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Precisa desabafar? Feche seus olhos, se desligue do mundo e converse com Deus.

Às vezes me sinto só comigo mesmo, com esse mundo tão populoso por que temos que passar por momentos assim? O que isso irá acrescentar em nossas vidas, por que fazemos tantas perguntas para coisas tão simples aos olhos dos outros, só iremos ter as respostas de nossas perguntas quando começarmos a olhar para dentro de nós e reconhecer nossos defeitos.

Em um mundo egoísta, ser altruísta é desafiar a lei escrita em papel higiênico!

Pelo amor de Deus,pare! Pare de pensar! Abra os olhos! Veja! Deixe o mundo entrar!

A beleza e o mistério deste mundo só vêm à tona por meio do carinho, da atenção, do interesse e da compaixão… abra bem os olhos e realmente veja o mundo, atentando para suas cores, seus detalhes e sua ironia.

Agora é tarde
O mundo inteiro girou e eu fiquei aqui

⁠Nada posso trazer ao mundo, porque a minha caminhada é solitária: a da agonia.

Emil Cioran
Nos cumes do desespero. São Paulo: Hedra, 2012.

"Que seja leve, e nas palavras encontre um mundo seu, não penso em felicidade, mas acredito que, em algum momento, houve reciprocidade, entre o tempo e a vida, causando uma grande onda, um evento de ousadia, que agora são meus tesouros, memórias minhas... Segredos e sagrados".

⁠Tudo no mundo gira em torno de crenças; mesmo para aqueles que afirmam não ter fé, sempre há algo em que acreditam, seja em si mesmos ou em outro princípio.

Ter defeito todo mundo tem. O que não pode acontecer são "esses" defeitos serem superiores as suas qualidades!

O cara mais livre do mundo


O amor era amargo, mas não doía. Era saber que ele nunca ligaria, mas apareceria pra aguentar meu corpo cheio de cicatrizes e evitar comentários infelizes sobre o dia. Era nunca ter rancor, não carregar tijolos e não lutar contra o invisível. Ia além das portas de igreja, anéis de compromisso e dos sonhos de família, porque era presente, existia enquanto pulsava estrondoso na hora, não tinha pretensões. Não tinha escolha.
É por isso que hoje eu entendo que essa coisa – o amor, vai além das declarações e das flores em datas especiais. É compaixão e sinceridade. É querer sem possuir, e aceitar (com franqueza) quando alguém não está pronto.

O mundo está cheio de belezas naturais e você é uma delas. Não se esconda.

E falando das voltas que o mundo dá, uma delas vim parar aqui. A estrada é longa, mas o caminho é reto.

Essa pandemia nos mostrou que sozinhos, não somos nada. Que ter todo dinheiro do mundo, só serve se for pra ajudar o outro. Nos mostrou que, se nós nos recolhermos em nossas casas, o vírus acaba, o ar volta a ser respirável, o mar volta a ser próprio pro banho... E tudo volta pro seu lugar e que o relógio da mais voltas do que a gente encontra coisas pra fazer...
A pandemia nos mostrou que devemos, sim cuidar dos nossos pais, vigiar as nossas crianças, voltar a contar histórias pra eles dormirem e que se não conseguirem dormir, não faz mal pois estaremos aí pra cuidar-los... A pandemia vai passar, mas os bons hábitos adquiridos com ela, nunca deve passar ✌️

Levo a vida tranqüila
não tenho medo do mundo
não tenho medo da morte
não vou me preocupar
que passe por mim a doença
que passe por mim a pobreza
que passe por mim a maldade,
a mentira e a falta de crença
que passe por mim olho grande
que passe por mim a má sorte
que passe por mim a inveja,
a discórdia e a ignorância

Tranqüila,
Levo a vida tranqüila...

"O mundo está sendo inundado pela convicção descarada de que o poder pode fazer qualquer coisa, a justiça nada".

Seja o criador do seu mundo e não apenas um consumidor dele.

O ser alienado não procura um mundo autêntico. Isto provoca uma nostalgia: deseja outro país e lamenta ter nascido no seu. Tem vergonha da sua realidade.

Paulo Freire
Educação e mudança. São Paulo: Paz e Terra, 1981.

Nenhum caminho é mais errado para a felicidade do que a vida no grande mundo, às fartas e em festanças (high life), pois, quando tentamos transformar a nossa miserável existência numa sucessão de alegrias, gozos e prazeres, não conseguimos evitar a desilusão; muito menos o seu acompanhamento obrigatório, que são as mentiras recíprocas.

Assim como o nosso corpo está envolto em vestes, o nosso espírito está revestido de mentiras. Os nossos dizeres, as nossas ações, todo o nosso ser é mentiroso, e só por meio desse invólucro pode-se, por vezes, adivinhar a nossa verdadeira mentalidade, assim como pelas vestes se adivinha a figura do corpo.

Antes de mais nada, toda a sociedade exige necessariamente uma acomodação mútua e uma temperatura; por conseguinte, quanto mais numerosa, tanto mais enfadonha será. Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.
A coerção é a companheira inseparável de toda a sociedade, que ainda exige sacrifícios tão mais difíceis quanto mais significativa for a própria individualidade. Dessa forma, cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.

Ademais, quanto mais elevada for a posição de uma pessoa na escala hierárquica da natureza, tanto mais solitária será, essencial e inevitavelmente. Assim, é um benefício para ela se à solidão física corresponder a intelectual. Caso contrário, a vizinhança frequente de seres heterogêneos causa um efeito incômodo e até mesmo adverso sobre ela, ao roubar-lhe seu ‘eu’ sem nada lhe oferecer em troca. Além disso, enquanto a natureza estabeleceu entre os homens a mais ampla diversidade nos domínios moral e intelectual, a sociedade, não tomando conhecimento disso, iguala todos os seres ou, antes, coloca no lugar da diversidade as diferenças e degraus artificiais de classe e posição, com frequência diametralmente opostos à escala hierárquica da natureza.
Nesse arranjo, aqueles que a natureza situou em baixo encontram-se em ótima situação; os poucos, entretanto, que ela colocou em cima, saem em desvantagem. Como consequência, estes costumam esquivar-se da sociedade, na qual, ao tornar-se numerosa, a vulgaridade domina.

Arthur Schopenhauer
SCHOPENHAEUR, A., Aforismos sobre a Sabedoria da Vida

Se neste mundo tu queres ser feliz, joga tua magoas no mar do esquecimento do senhor.