Lição
Fica a lição! Nem tudo que queremos podemos ter, porém com fé conseguimos aprender o melhor da vida para vencer;
Sem ter culpa do acaso, mas com medo do que há de acontecer para que consigamos aprender a lição e não mais termos o descanso da nação;
Sem memória de querer uma única chance de se tornar o inesperado e feliz pelo querer lúcido e forte para a alma;
Damos a vida para não sermos vítima do que não nos cabe, porém nos cercam como aprovação;
Em cada momento de vida, experiência adquirida e em cada experiência uma lição aprendida para que nunca mais tenha oportunidades perdidas;
Do meu passado eu tiro como lição uso para o meu próprio crescimento e nunca para me desencorajar... Posso me levantar que a vida tenta me derrubar tantas vezes possíveis, mas ainda sim continuo para a minha vida cansar de tentar me derrubar;
Não dê importância às palavras lançadas
pelos algozes que não à medem
mas sim a lição que fizeram toda diferença;
O inicio erá geração como forma de lição em uma cruzada que trazia uma certa peleja;
Mais vencer peitando o medo não se faz como um tribunal de rua ou um tribunal da violência;
todo camburão tem muitos de navio negreiro ou marinheiro de primeira viagem;
Saiba sempre diferenciar as coisas da vida, pois sobre o bem e o bom é uma lição, pois nem todo bem é bom ao coração e nem tudo que se mostre bom faz bem a alma;
Tudo nessa vida vale como lição, para se erguer e fazer a evolução! Saiba o que é melhor para você... Escute o seu coração;
Aprender a lição em confiar de nunca ter errado
Ou chorar um sofrimento de quem nunca foi amado
Mas sentir a saudade do que nunca viveu... E ter a certeza de que o sentimentos se fortaleceu;
Preservar os resultados positivos do trabalho no presente é uma lição para quem almeja a minimização de esforços no futuro, onde o corpo não acompanhará mais a mente.
Muitas das aprendizagens florescem em campo de batalha, onde cada desafio se torna uma lição e cada erro bem compreendido, um passo a mais rumo às conquistas almejadas.
A Lição do Mestre
Era noite no sítio, e o fogo ardia silencioso no centro da roda. Eu e mais dois irmãos estávamos na sessão, mas algo em nós se agitava demais falas soltas, risos fora de hora, gestos além da medida. A cada rompante, nos virávamos ao mestre e pedíamos desculpas, com semblantes que buscavam redenção.
“Desculpa, mestre”,
repetíamos, uma, duas, três vezes...
Até que ele nos olhou com firmeza e serenidade, e nos ofereceu uma lembrança que lhe havia sido dada por seu próprio mestre,
“Pare de ficar pedindo desculpa e continuar com o mesmo comportamento. A desculpa está sendo usada de maneira invertida está servindo para permanecer no erro. Não se trata de pedir perdão com os lábios enquanto o corpo repete o hábito. Se errou, corrija o erro primeiro. Só depois, com consciência, peça perdão. Assim, o erro não se repete.”
Essas palavras caíram em mim como chuva fina num terreno seco.
Compreendi, aqui agora a onde estou, vem essa lembrança com tanta nitidez e estou interpretando que a verdadeira humildade não está em repetir desculpas, mas em cultivar a vigilância, transformar o ato e silenciar o ego que se esconde atrás da culpa.
Naquele instante, aprendi que o perdão verdadeiro começa com o gesto de mudança.
Todos estão nesta dimensão para aprender mas cada um receberá personalissimamente, a melhor lição que necessita.
