Lição
No final do dia, o que conta não são quantas rupturas você tem, mas sim quão boa você é na restauração.
Alma antiga, daquelas que reconhece antes de conhecer, que sente antes de entender e que, quando encontra, sabe, porque sempre soube.
E aceita, porque entende: o que não é bênção, é lição.
Tudo na vida são detalhes, talvez o dia que termina, tenha sido difícil, pesado, ou quem sabe, um dia de alguns tropeços, um caos para as aspirações humanas. Lembre-se, Nada vem para nos destruir, realmente, há sempre uma alerta, uma lição, uma reflexão, para se tornar parte da construção sólida de um ser melhor, porque amanhã será um novo dia.
[Isto] foi exatamente o que aprendi. Que o mal pode ser ordinário.
Às vezes, a gente entra na vida de alguém para ensinar alguma coisa a essa pessoa. Outras vezes, porque quem tem que aprender a lição somos nós e ali permanecemos até que tenhamos aprendido.
É deveras difícil saber qual sua posição na vida de alguém.
Algumas pessoas entram na sua vida para aprender contigo, porém outras entram para te ensinar a não ser igual a elas.
Nada que
acontece
em nossa
vida é por
acaso.
As lições
que mais
contribuem
para o nosso
aprendizado estão
relacionadas
com o que
permitimos viver.
Uma derrota é sempre uma vitória para aquele que perde. Se você descarta ou guarda seu troféu, é outra questão.
Aprendizado é uma dádiva que não seria possível sem as más escolhas que tomamos. Use-as a seu favor. Esteja em constante evolução tomando circunspecção de tudo que ocorre ao seu redor, separando os joios do trigo, medindo os prós e os contras, agindo com descrição e cautela. Seja empático; a forma mais eficaz de adquirir experiência é ainda se pondo no lugar dos outros. Cultive a simplicidade. Entenda que somos muito pequenos diante da imensidade do mundo lá fora, mas também, grandiosos e que podemos sempre ir além. Aprenda com os erros alheios, especialmente com os seus. Não perca sequer um dia do capítulo da sua lição diária de sua própria jornada.
A vida é uma festa que chegamos de mãos vazias, nos consumimos daquilo que não é nosso, até sairmos dela sem levar nada.
A vida nos conduz a vivermos maior parte dela sofrendo por nossas perdas, para nos ensinar que não viemos aqui para receber, e sim doar. Aprender a lição de amar e deixá-lo por onde passar. Porque no fim, nada levaremos. No fim o que prevalece sempre é o que plantamos, cultivamos e deixamos.
Ninguém tem a felicidade garantida. Da vida só nos é entregue duas coisas: Tempo e espaço. Tempo para aproveitarmos cada momento, e espaço para aplicarmos todo aprendizado e conhecimento.
A gangorra me ensinou que sempre teremos altos e baixos. O pique-esconde, que no fim todos se revelam. O balanço era pra nos mostrar que para ganharmos impulso, ás vezes é preciso desacelerarmos, e na picula, que suar a camisa faz parte da busca dos nossos objetivos. As quedas, embora fossem sempre dolorosas, já nos ensinava a necessidade de sempre nos reerguer, e que aprendermos com nossos erros é tão urgente quanto sabermos a lidar com os nãos da vida. A infância passa depressa, e mesmo quando chegamos à fase adulta, continua a nos ensinar quão saudável é cultivarmos a nossa criança interior, e que apesar das fábulas serem fictícias, todos podemos também trilhar nosso final feliz.
Às vezes, nosso preconceito colore nossos pensamentos quando menos esperamos. Se conseguirmos reconhecer isso e tirar uma lição daí, podemos nos tornar pessoas melhores.
Acredito que o ser que preserva e cria formas e soluções para o avanço e continuidade da sua espécie são os que verdadeiramente pensam um nos outros. E a espécie humana faz justamente o contrário, que tipo de ser vivo sacrifica um dos seus sem nem mesmo deixar o ventre da mãe, com quaisquer problemas? Se sacrificamos em vão a vida em que nem teve a oportunidade de conhecer o mundo, estamos sendo cúmplices de um dos mais cruéis e piores meios de assassinato que já existiu!
