Liberdade pra Mim e pouco

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"Nosso capítulo acaba aqui, mas você vira poesia em mim pra sempre. Eu te amo mesmo na despedida. Cuida bem de você. Adeus."

ALMA EM CHAMAS

Carrego dentro de mim um território secreto,
um labirinto que não nasceu do acaso,
mas foi esculpido nas guerras da existência.

Cada curva guarda cicatrizes,
cada sombra revela batalhas.
Quem tenta me decifrar sem profundidade
se perde no eco da própria confusão.

Mas eu não me perco!
Há uma chama que não se apaga,
um amor que pulsa como bússola invisível
e me aponta a direção mesmo na noite mais escura.

Não é fogo comum.
É erupção, é clarão,
é calor que não queima, mas transforma.
Corre em minhas veias como lava viva,
fazendo meu coração bater
num ritmo que o mundo não entende.

Enquanto tantos vagam frios,
perdidos no vazio da própria indiferença,
eu ardo.
Num tempo que rejeita ternura,
numa realidade que tenta me moldar,
eu resisto.

Podem ferir, humilhar, aprisionar,
mas jamais apagarão o incêndio que me move.
Essa chama é imortal.
É farol que rasga a tempestade,
força que me ergue,
alegria que me sustenta.

Eu sigo.
Entre sombras e quedas,
meu passo é firme, minha fé é chama.
Avanço sem recuar.

Porque já compreendi:
a vida só encontra sentido verdadeiro
quando se escolhe amar.

Tenho medo, sim.
Mas não do mundo —
tenho medo do que o mundo tenta fazer de mim.

Porque percebo tudo.
O excesso, o ruído,
a grosseria que se esconde em gestos pequenos,
o silêncio que fere mais que palavras,
a indiferença que se apresenta como neutralidade.

Vejo como cada interação tenta moldar,
corrigir, reduzir,
empurrar o outro para papéis que não escolheu.
E sei que absorver demais
é o primeiro passo para a descaracterização do ser.

Por isso, resisto.
Não por fragilidade,
mas por consciência.

Recuso o jogo,
o labirinto de estímulos previsíveis,
as investidas que buscam reação, não diálogo.
Não respondo ao obscuro,
não espelho a violência,
não negocio minha essência por aceitação.

Isso não é personalidade.
É disciplina interior.
É inteligência aplicada à sobrevivência do eu.

Permanecer inteiro
num mundo que recompensa a deformação
é, talvez,
a forma mais elevada de lucidez.

Senhor, Tu que sondas o íntimo e conheces o que em mim é instável,
inclina o meu coração para a Tua verdade,
ainda quando tudo em mim vacila.


Porque vejo a perturbação ao redor
e ela também me alcança por dentro.
Não sou feito de pedra, Senhor,
e muitas vezes o ruído me atravessa.


Mas não permitas que eu me perca em mim mesmo.
Antes, escreve Tua paz em meu interior,
como lei que não se apaga,
como voz que insiste mesmo no silêncio.


Se a desordem me cercar,
não me deixes ceder ao desalento.
Se eu me quebrar por dentro,
recompõe-me com Tua mão invisível.


Faze de mim testemunha,
não da força que não tenho,
mas da fidelidade que vem de Ti.


Porque há dias em que tudo parece ruir,
e ainda assim, eu sei:
Tu permaneces.


Ensina-me a permanecer também.


Se faltar sentido,
sê Tu o meu fundamento.
Se a verdade se obscurecer,
sustenta-me para que eu não a negue.


E mesmo quando eu não compreender,
que eu não me afaste.


Porque melhor é permanecer ferido diante de Ti
do que inteiro longe da Tua presença.


Assim, Senhor,
que minha vida não seja ausência nem fuga,
mas permanência —
ainda que em lágrimas,
ainda que em silêncio.


Pois Tu és Deus que vê,
Deus que chama,
e Deus que não abandona
aqueles que permanecem.

Entre o que faço e o que sou

Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.

Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.

Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.

Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?

Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?

Sou eu…
ou sou só a ponte?

Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.

E no fim,
quem junta os meus?

Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.

Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?

E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?

Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.

Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.

Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:

eu ainda sinto.

E talvez isso
não seja só dor.

Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.

E se ainda há resto,
há começo.

Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.

Ou talvez…
não seja solidão.

Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,

quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem

enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.

Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.

E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,

não foi só dor.

Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.

E pela primeira vez,
eu não corri.

Fiquei.

E talvez…
seja isso começar:

não me abandonar
quando só resta
eu

A cidade respira em mim como uma ausência iluminada — janelas acesas que não aquecem, prédios que se erguem como lembranças que não voltam — e no meio desse concreto, há um silêncio que grita teu nome, como se Hilda Hilst sussurrasse ao pé do ouvido que amar também é perder-se em si, enquanto Caio Fernando Abreu me ensinaria que a dor tem um jeito bonito de permanecer, quase digna, quase fé, e ainda assim, caminho — meio quebrado, meio inteiro — porque existe algo maior que essa penumbra que insiste em ficar, algo que pulsa mesmo depois da despedida, algo que H. G. Wellington talvez chamasse de força invisível: essa estranha coragem de continuar, mesmo quando tudo dentro de mim ainda está indo embora.

Não importa o quão superior possa parecer a mim, ainda és insignificante diante da verdade.

"A pressão feita pelo outros é uma corda fácil de cortar; mas a pressão feita por mim mesmo é uma corrente difícil de me liberar."

Para mim, o ingrediente essencial de um bom filme é a capacidade de emocionar quem o assiste.

Não é só no peito, é em mim inteira,
um peso que chega e nunca beira.

Feito de tudo que eu não soltei,
de tudo que senti e nunca falei.

Dias parados, querendo voltar,
coisas em mim sem saber onde ficar.

Eu sigo firme, mesmo cansada,
carrego o mundo sem dizer nada.

E no silêncio onde ninguém vê,
eu luto comigo pra não me perder.

Ela foi tão gentil. Me disse coisas tão lindas. Me disse tudo que não sentia por mim.

Quando minha razão evita sentir o amor que está dentro de mim, no centro do meu peito, o que acontece é que esse sentimento não expresso se transforma em algo negativo, como angústia, vazio, tristeza, ódio, agonia, frustração, entre outros.


Eu não preciso ter medo nem tentar evitar esse amor que está dentro de mim. O que eu realmente preciso fazer é permitir que esse amor flua, me entregar a ele e aceitar esse sentimento puro, vivo, completo e cheio de amor que existe no meu peito. Quando faço isso, permito que o amor preencha meu ser, e assim, ele desfaz as emoções negativas, trazendo mais paz e equilíbrio para minha vida.

Fui julgada, fui subestimada…
Mas nada disso foi capaz de apagar o que Deus escreveu sobre mim.
Eu não sou o que disseram, sou o que Deus declarou: escolhida.
— Lílian Arriel

Eu já duvidei de mim, já me senti pequena diante de tudo que disseram…
Mas Deus nunca mudou o que pensava ao meu respeito.
Hoje eu entendo: não era sobre ser aceita pelos homens,
era sobre ser escolhida por Ele.
— Lílian Arriel

Nem todos entenderam minha caminhada,
nem todos acreditaram no que Deus colocou em mim…
Mas eu segui, mesmo com medo.
E hoje, minha história prova: Deus escolhe e capacita.

A escolha de Deus sobre mim é maior que qualquer rejeição.
— Lílian Arriel

O que disseram sobre mim quase me fez parar…
Mas o que Deus declarou me fez continuar.
E é por isso que hoje eu sei exatamente quem eu sou: escolhida.
— Lílian Arriel

Em silêncio, Deus cuidava de mim enquanto eu aprendia a ser forte.

Eu me calei, mas Deus falou por mim através da minha resistência.

Felicidade pra mim sempre foi prazer descontrolado ou amor obsessivo...
Dessa vez é a tal da luxúria, não com um significado normativo e pecaminoso, mas é que se torna impossível separar luxúria de paixão nesse ponto.

Pq esse ponto?????↑


É difícil saber que minha alma só quer a satisfação familiar da vida comum noturna.




Isso é para todo mundo, entenda seus desejos e os realizem, mesmo que envolvam coisas estranhas, ninguém tem podridão no centro da alma, então dá para satisfazer esse centro com coisas tão simples quanto um beijo, doom, um poste de luz, fazer conteúdo, ter descendentes, comer, dormir....
Como uma sábia raposa azul já diria:
"Vc não vê a verdade?
Eu estou louco ou você está cego!"
-cara aleatório


No fim o ser humano deseja criar descendentes e curtir a noite.
Tudo que já estudei leva e sempre levou e sempre levará a isso.
Desde Mussolini até Nick Land, ninguém nega esse desejo de liberdade e êxtase, de transcendência que acóde todos nós.