Liberdade pra Mim e pouco

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Sou rico daquilo que eu deixo para o mundo, sou pobre daquilo que eu guardo para mim.

Não me importa o que pensam sobre mim,o que falam de mim,se não gostam de mim,o que tenho ,o que sou...enfim minhas verdades só interessa ao criador do céu e da terra saber e a quem devo prestar contas por me presentar com a benção da vida,e não nasci para competir nada com ninguém e nem para ser melhor que ninguém mas exatamente onde mereço está,o corpo que mereço,a vida que mereço ter de acordo com minhas necessidades e ações.

Não te confesso o amor que sinto.
Apenas o deixo viver em mim,
como um perfume
que o vento não leva.

Fiel


Fiel a mim,


sou bom em renascer devagar,


ao mesmo tempo que colho os frutos com uma velocidade extrema.

“Não queira fazer de mim o que achou que é bom para Você”.

Gostaria de ser uma mulher para saber realmente o que ela pensa de mim.

Não ligo para você pelo mesmo motivo que não liga para mim.

“Não vou matar o leão que vive em mim, e nem o que vive em você, somos dono da força e sabedoria, temos garra para lutar e vencer sem arranhar ninguém.”

“A um mundo inquieto dentro de mim, preciso controlá-lo antes que comece uma guerra”.

"Eu me amo tanto que tenho até ciume de mim"

A raridade é algo que me encanta, fascina, é algo apaixonante. A SINCERIDADE para mim é uma virtude assim: rara! Encanta-me saber que posso encontrar pessoas ditas assim, num meio externo em que a ganância, falsidade e a inveja estão preponderantes. Exalta-me saber que posso ter essa virtude aqui (numa page pública)....num lugar onde busco trazer seja à quem for, o carinho.
Embriaga-me o coração de afeto por você, ser humano "raro", ser humano provido dessa virtude que é meu ponto forte: SINCERIDADE.

Flávia Abib

... algo
dentro de mim sempre sabe
aonde meus passos me têm levado -
sobre questões que o destino me
reserva - embora ainda pouco
inclinado a me
contar!

O Hóspede das sombras


Desperta em mim um timbre industrial,
Gosto de ferro, nota aguda e fria,
Uma versão de traço não causal
Que ignora o sol e a própria luz do dia.
Tem o olhar cruzado, o norte em desatino,
Sabores amargos que a alma não traduz,
Habita o fosso, o avesso do destino,
E foge sempre que o afeto faz seu fluxo de luz.
À margem de tudo o que tento cultivar,
Ele se nutre do que eu quis esconder.
Sorri com o mal, sem medo de errar,
Pois não tem outro centro além do próprio ser.
Não guarda o peso da dor alheia no peito,
Não carrega a afeição, o laço ou o dever.
É gelo puro, instinto, um vácuo perfeito,
Um espelho cego que só quer se ver.
Eu sei, com clareza, que esse não sou eu,
Mas no cansaço de ser quem o mundo quer,
Invejo esse monstro que o abismo deu:
O lado de dentro que faz o que bem entender.

⁠Rodeio em pleno ciclone

O quê afeta Santa Catarina
a mim também afeta,
a Natureza sinais sempre
envia para tomar todos
os cuidado necessários.

Rodeio em pleno ciclone
me faz pensar na vida,
quando o Rio Benedito sobe,
emerge uma silenciosa agonia.

De milagres em milagres
sobre o céu e nas mãos do destino
vamos superando os efeitos
do clima causados pelo Homem,
e buscando a consciência pelo Bem.

Ciclone este que leva a viajar
e a consciência examinar:
o Planeta Terra é o nosso lar
e a nossa cidade é o lugar de amar.

Rodeio em pleno ciclone
me faz pensar em tudo:
em mais árvores para quebrar ventos,
espaços de vida racionalizados
e gestos carinhosos pelo nosso Estado.

⁠Sem fazer ideia de que
sou loucura de capturar
o ar e que de mim não
saberá mais regressar.

Plácida é a armadilha
do destino para deixar
os dois de joelhos,
virei ocupação perene:
de todos os teus desejos.

Sem notar o meu alto
grau de atenção,
sorrateiro e seduzindo
vens o tempo inteiro.

Desde o dia em que
você decidiu aparecer
no meu caminho,
Sem colocar poesia em tudo:
nada mais tem feito sentido.

Você se desgarrou de mim, mulher,
feito vento que vira poeira na estrada.
Diz pra mim o que foi que aconteceu,
teu castelo caiu? tua farsa foi desmascarada?
Chega desse mi mi mi ensaiado,
dessas lágrimas que não molham o chão.
Bandida de promessa quebrada,
não pisa mais no meu coração.
Vai pastar onde você desejar,
corre solta nesse mundo sem lei.
Só não venha bater na minha porta,
porque eu já me vacinei de você.


Eu não tenho espaço no meu mundo
pra você passear, entrar e sair quando quiser.
Pistoleira ingrata, atirando desprezo,
ferindo quem só quis te querer.
No teu universo não habita ninguém,
é deserto de amor e ilusão.
Vai te-dá-qui, ordinária,
meu mundo não é teu abrigo, não!
Você brincou de amar comigo,
como quem troca roupa de ocasião.
Fez do meu peito um circo barato,
e da saudade, uma maldição.
Mas hoje eu ergo minha cabeça,
mesmo sangrando por dentro ainda.
Quem perde não sou eu nessa história,
é você que ficou sem guarida.
Refrão
Eu não tenho espaço no meu mundo
pra você passear, entrar e sair quando quiser.
Pistoleira ingrata, coração de pedra,
não volto atrás pra te acolher.
No teu universo não habita ninguém,
é frio demais pra eu morar.
Vai pastar longe de mim, mulher,
que eu nasci foi pra me valorizar.

Chorando ou sorrindo
Deus está cuidando
de mim.

Para mim o amor é o céu e o inferno.

Fui quebrado, mas cada caco refletiu uma nova parte de mim.

Quando perdi tudo, encontrei a mim mesmo.