Liberdade pra Mim e pouco

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Não peça tantas desculpas por tão pouco esperado, mas um abraço pode reconstruir o que foi destruído;
A fragilidade da promessa ou do meu sorriso estarrece minha esperança;

Talvez eu possa parecer um pouco infeliz, talvez seja verdade que a dor me persegue e talvez eu não seja merecedor de tanta atenção;

Só o que te peço é atenção e um pouco de compreensão para entender o meu coração;
Quero entender os sonhos para não enxergar como pesadelo;

Não sou romântico nem tão pouco sexy
Sou indecentemente amoroso
E criminosamente
Desejado!

A todo término de um relacionamento
Eu morro um pouco, sem demora
E torno a insistir.

Tento me defender com um pouco de afeição
Mas suas palavras tempestivas magoaram o meu coração;

Tem dias que precisamos ficar só quietos, fugir um pouco do mundo, viajar em silêncio.

Ser feliz com o pouco que tem é diferente de aceitar o pouco que vem, seja em sentimentos ou em bens.

Dor de Dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente


A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes


Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes

Eu sinto, e isso machuca. Eu só queria... estar um pouco mais perto.
Sempre me fere pela ausência tão presente.
Sempre me fere essa presença incessante na ausência.
- Marcela Lobato ⁠

ENIGMA DA VIDA.


"Olhe, me empreste aqui um pouco da tua atenção,
a vida é um leva e trás até mesmo um mundo de alienação,
mas nunca se desespere não,
porque mesmo que isso aconteça,
e toda rogação que por mais santa te pereça,
ignore e não procure fugir de nada,
deveras vezes nesta infinita grande jornada,
nem uma vírgula há quem bem mexa,
pois do tudo que a vida leva um pouco desse tudo ela sempre deixa."


Marcelo Caetano Monteiro.

SER ESPÍRITA.
O ser espírita compreende, pouco a pouco, que não estamos na Terra para habitarmos um parque de diversões destinado aos caprichos transitórios da personalidade. A existência corpórea é uma escola venerável, um educandário da alma, onde cada experiência encerra uma lição e cada desafio contém uma oportunidade de engrandecimento moral. A aula já vai começar para muitos corações, e a consciência deverá despertar ante os acontecimentos que se desenham no horizonte da humanidade.
Viemos de um pretérito profundamente compromissado. Trazemos na intimidade do ser débitos acumulados, equívocos esquecidos pela memória biológica, mas registrados nas profundezas do Espírito. Contudo, trazemos igualmente conquistas silenciosas, virtudes em germinação e tesouros morais adquiridos ao longo da jornada multimilenar. Somos herdeiros de nossas próprias obras.
A dor, essa sombra de justiça que habita os caminhos da evolução, caminha lado a lado com a alegria. Não surge como castigo, mas como instrumento educativo. Ela visita as lágrimas para ensinar o valor da serenidade. Aproxima-se do vazio existencial para recordar à criatura que nenhuma realização material consegue preencher as regiões mais profundas da alma. O sofrimento, quando compreendido sob a luz da imortalidade, converte-se em oficina de renovação interior.
O Espiritismo apresenta-se como uma bênção de luz para as consciências inquietas. Diminui as indagações que atormentam o pensamento. Clareia as noites de perdição moral. Alimenta a fome de significado. Sacia a sede de transcendência que tantas vezes buscamos inutilmente nos prazeres efêmeros da existência terrestre. Sua mensagem convida ao equilíbrio, à responsabilidade e ao autoconhecimento.
Quantos corações vagueiam entre os ruídos do mundo carregando silenciosamente uma tristeza sem nome. Quantos sorriem exteriormente enquanto padecem de profunda exaustão espiritual. O vazio existencial não nasce da ausência de bens, mas do afastamento dos valores eternos. Quando a alma perde o sentido de sua origem e de seu destino, instala-se a inquietação que nenhuma conquista terrestre consegue dissipar.
Por isso o compromisso para com o Espiritismo não deve limitar-se ao estudo intelectual. Trata-se de um compromisso com a própria transformação moral. Não basta conhecer as leis espirituais. É necessário vivê-las. Não basta admirar o Evangelho. É indispensável incorporá-lo às atitudes diárias. O verdadeiro espírita reconhece que cada palavra estudada exige uma correspondente renovação de conduta.
A felicidade não é um prêmio reservado aos que jamais choram. Ela floresce justamente no coração que aprendeu a atribuir significado às lágrimas. A serenidade não consiste na ausência de provas, mas na capacidade de atravessá-las sem perder a confiança em Deus. O homem verdadeiramente feliz é aquele que descobriu que sua paz não depende das circunstâncias exteriores,
mas da harmonia de sua consciência. O Espiritismo permanece como o grande Consolador prometido pelo Cristo. Não porque elimine todas as dores, mas porque lhes oferece explicação. Não porque suprima as provas da vida, mas porque revela sua finalidade educativa. Não porque afaste as lágrimas, mas porque lhes confere dignidade e esperança. É o Cristo redigido em princípios, esclarecendo a razão sem sufocar o sentimento. É a luz que dialoga com a inteligência e aquece o coração. É o convite permanente para que o ser humano abandone a condição de simples habitante do mundo e se torne, conscientemente, um viajante da eternidade.
Marcelo Caetano Monteiro.

“Brisa sobre o mar. O coração se aquieta um pouco, um pouco a mente aberta.”

"Dê linha na pipa, e, se necessário, recolha um pouco da linha, trazendo-a de volta até uma zona de conforto."

Reciprocidade é pouco,
O que eu quero é transbordo sem repressão.

Um pouco de "emisse", desta que foi e sempre será assim, na companhia de um velho amigo. Cigarros são poesias, poemas e expressão, ao menos para mim. O que sempre esteve lá, quando nada e ninguém podia ou queria me ouvir.
Hoje não sou mais fumante como antes, é algo especifico de ocasiões especiais, de vez em nunca, mas sinto falta desse velho amigo, que nunca me abandonou. Um pouco de Keep Cooler que ganhei recentemente também compôs perfeitamente o momento.
Nada fala mais do que a poesia e a dor que move a arte quando não há mais nada para dizer, e quando palavras são proibidas ou insuficientes para revelar, traduzir, amenizar, ou entender o que o que está no peito, um click de nicotina, um gole, um trago, pode revelar aos olhos atentos muito mais do que a principio é.
Quando as palavras não descrevem o que sentimos, e o mundo não é gentil. Quando o que falta é insuportável e dói demais. Quando nos sacrificamos e a vida nos enterra. Quando o absurdo aparece na TV, e em massas manipuladas pedindo e justificando o mais injustificável de todos os absurdos, retrocessos e perversidades. Quando o coração se parte mais de milhões de vezes.
O Malboro Vermelho, para mim, sempre foi o amigo de todas as horas, e o alívio quando o caos extrapola os limites da emoção. Quando raramente consigo, ele ainda é aquele bom e velho amigo. Quando é o que resta, a única coisa que resta, do que se foi e jamais poderia ser substituído.
- Marcela Lobato

Eu sinto, e isso machuca. Eu só queria... estar um pouco mais perto.
- Marcela Lobato⁠

Na hora do almoço tenho despertar de um pouco de alívio...
Novas crônicas das asas da alma voando livremente em meus pensamentos... tão alto e tão longe que chega o fim do intervalo.

O poliformismo é retrado dos seres que fazem apologia e demagogia.
Tão pouco respeito próprio sentido a vida.
O valor consignado apa seu próprio desfrute.
Sem menor pudor sao predadores do patrimônio nacional.
Ainda assim bem caminha cabaliando as margens da lei.

⁠O tempo é um pouco traiçoeiro, ele levará embora as pessoas que você mais ama, deixará lembranças que não irão mais existir, e te fará perceber o quão frágil somos.