Liberdade para Thomas Hobbes

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O Passado liberta quando nele só ficou o bem a ser lembrado e não há culpa por ter errado, e sim a consciência tranquila por ter somente ajudado e orgulho por ter caído e levantado .

Inserida por giovannidulorchagas

Na cruel atualidade todos nós moramos atrás das grades... O que muda é tipo de "chaveiro".

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Cuidado para quando fechar uma porta não ficar preso em uma alcova...

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠A voz do povo pulsa forte no Coração de uma Nação Livre...

Inserida por PoetaFernandoMatos

Alguns têm medo de voar por desconhecer o tamanho de suas asas...

Inserida por PoetaFernandoMatos

Não tenho inveja dos pássaros... Vôo livre nas linhas Poéticas.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Vamos dar asas ao que é Eterno...

Inserida por PoetaFernandoMatos

As alegrias são balões que se perdem no céu infinito, enquanto as cicatrizes se perpetuam na carne.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Deus liberta a alma do homem pela obediência a Jesus e Satanás escraviza a mesma alma alma, que gosta de dar liberdade à carne.

Inserida por HelgirGirodo

O arrependimento dos meus pecados é a prova de que eu não desejo mais ser escravo do diabo, senão cumprir a vontade
de Deus, sendo livre.

Inserida por HelgirGirodo

Os mandamentos são verdade e onde está a verdade as almas estão livres dos constrangimentos.

Inserida por HelgirGirodo

Não existe cela penitenciária que impeça a alegria da salvação de um prisioneiro salvo, porquanto ele celebra a sua liberdade em Cristo para a vida eterna, porque Deus perdoou seus pecados.

Inserida por HelgirGirodo

⁠SUFOCANDO MATIZES
Na escuridão do Universo,
em meio a tantas Estrelas
Lá vem mais uma sinuela,
apontando no mundo,
Peleando com a vida,
batizada de Luz,
Num horizonte surrado,
mal sabia sua Cruz,
Mas que sina vivente,
a escuridão precedente
Das águas puras do ventre,
logo ali de repente
Mal saído do ninho da choca,
Tal sina lhe toca
com seus matizes sombrios
Não se fala do frio
desse pago gelado
Há falta de amor
de quem está do seu lado
Que considera normal
um irmão mal tratado
Brutal defensor
das causas do agrado
Desde que seu lombo
não fique lanhado
Prisão sem grades,
precisa ser libertado
A justiça profana
não tem demonstrado
Sinais de mudança,
dou de mão no meu trago
Embriagado que fico,
sigo anestesiado,
Testemunho covarde
do Negro esgoelado,
Clamando à vida,
num humilhado socorro
Que retornem os bravos,
a libertar os escravos,
Pois é dentro de si
o maior dos estragos,
E que o aperto dos joelhos
seja pra reza,
Enveredando a tropa
a todo aquele que preza
Sair do discurso
e reconhecer com fervor
Um irmão verdadeiro,
independente da cor.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠“RE”VOLUÇÃO
Vivemos tempos de muita reflexão. Onde culpar um inimigo, aliás, tese que não é novidade na história, é um dos fatores para tentativa de uma pseudo-união, que se forma em torno de combatê-lo. Antes que alguém me acuse do que quer que seja, pasme-se, por ambas as forças que cada vez mais se polarizam em nosso Brasil, convém que se façam alguns registros.
Essa caça às bruxas não nasceu de hoje, a história mundial já registrou vários desses episódios onde esse antagonismo implacável acabou por emplacar guerras, mortes, violência. Todos deram a vida por suas causas. E o que a humanidade tem evoluído com isso? Geralmente é e nome da liberdade que muitos perderam a vida.
Mais especificamente em nível de Brasil, nasci num regime de exceção e hoje o creio assim, haja vista que, embora não tivesse tido uma infância abastada, havia alguma ordem na sociedade e não vou reportar aqui ser era por força ou por educação. Em tal época, pelo que lembro, era preciso estudar para as provas, as lições eram “tomadas”, o trabalho doméstico era uma obrigação de todos, inclusive crianças, dentre tantos outros “disparates”. Inexistia qualquer criminalização para isso!
Em seguimento, vivi a abertura democrática, lembro que em tal época havia pressões sindicais entrelaçadas com outros interesses políticos, cuja bandeira comum era acabar com a ditadura.
Pois bem, a “dita cuja” faleceu, negociadamente, houve campanha para eleições diretas, com o povo nas ruas.
O país, entretanto, passou, a meu ver, a viver um período de abertura, mas, na imensa maioria dos governos, tanto os ditos de direita quanto os ditos de esquerda, houve a gestação, cada vez mais pujante, da grande mácula desse País Gigante batizada de corrupção – e com um excelente “pré-natal”.
Passamos por presidentes: com “problemas de saúde” (falo físicas), quase super-heróis (na luta contra os já velhos fantasmas), intelectuais (na época era apoiado pela direita mas hoje tem a pecha de esquerda), governos mais populares (à base de romanée conti) e, agora, um governo, eleito pelo povo como todos os outros, que também tem como bandeira central o combate à corrupção (comum na campanha de todos os outros).
Não é preciso repisar a história do que aconteceu e do que vem acontecendo.
As “desinformações” existem de toda a “desordem” (redundância proposital), desde a imprensa massiva até os meios mais populares de comunicação.
Há fomento de novos “valores”, como se toda a sociedade fosse obrigada a colocá-los acima de todos os outros que também sustentam as famílias. E mais, são situações que estão muito mais como bandeiras remotas em relação às verdadeiras atitudes. São muitas bandeiras levantadas em nome disso ou daquilo, mas a efetivação do amor ao próximo pouco se vê na prática, ali, do outro lado da rua.
Posso referir que já vi fervorosos defensores, das mais variadas bandeiras da modernidade, tratar com desdém e desrespeito um trabalhador de um restaurante. O que realmente vale? Bandeira ou atitude?
O sistema de um País democrático é sustentado em dois grandes pilares: respeito aos direitos e garantias individuais; e também na autonomia e independência entre os poderes.
Como será que estão nossos pilares?
A resposta, independendo de sua ideologia, a menos que se possa rubricar fortemente a hipocrisia, é que ambos estão fragilizados. E muito!
Ocorre que, ao ver do escritor destas palavras, os poderes não são autônomos e independentes há muito tempo.
Da mesma forma, o respeito aos direitos e garantias individuais, nessa disputa pelo poder, está cada vez mais fragilizada.
E o Outorgante Maior está cada vez mais desprestigiado!
Aquele que não reza na cartilha do congresso (nem vou dizer qual) não governa. Da mesma forma, estamos vendo um judiciário que a tudo pode (manda investigar, prender e ainda julga). Bem verdade que não sou favorável a outorga de uma carta em branco a quem quer que seja no executivo.
Mas as reflexões que entendo pertinentes são:
- Será que vivemos num Estado de Direito? Na forma e na realidade?
- Será que já não vivemos uma ditadura (mas travestida)?
- E o povo, nesse cenário, está, verdadeiramente, com seus direitos resguardados?
- Que Ordem desejamos?
Tudo ainda é uma incógnita, mas essa instabilidade não tem um nome ideológico, vem sendo fomentada há anos e financiada pela malfadada corrupção que assolou, assola e não se sabe, por quanto tempo, ainda assolará esse amado País.
Estejamos sempre altivos e intransigentes com os nossos valores, não os fragilizando em nome de quem quer que seja.
A respeito da grande reforma, pego carona no legado deixado por Immanuel Kant: “Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço”.
Tenhamos fé que, de alguma forma, a Ordem se estabeleça, a Paz possa reinar soberana e o respeito a todos que pensem de forma diversa seja respeitado.
Encerro nas palavras de Voltaire:
“Posso não concordar com nenhuma das palavras do que você disser, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
(Alfredo Bochi Brum)

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠MIL PLATÕES
Transpôs gerações a perspectiva
Monóculo de única "verdade"
Nas correntes da acomodação
Ninguém a duvidar das projeções

Eram as sombras ali sempre vivas
Incrédulos de outras realidades
Atrofiavam as chaves da razão
Até um desgarrar das ilusões

Embora encandeado pela luz
Venceu barreiras, provou liberdade
No inefável ampliou a visão
Carecia partir tais emoções

Julgarão insano o que ele conduz?
Pra ignorância o sol ainda arde
Conhecer por si é a libertação
Socraticamente em mil Platões!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠MAL PASSADO
Então pronto já estou livre
Deixar aquecer a chapa
Mal e mal tostar o bife
Bem passada fica a estrada.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠⁠DESAPERTO
Não sabe como dizer ou explicar
Quais são os equilíbrios das importâncias
Um misto de pertencer e libertar
Que afrouxa o aperto que contém a distância
Desejo incontido só o bem invocar
E manter a paz em qualquer circunstância.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠A jornada de nós dois

Em meio ao tempo, ao vento, à estrada, nossos passos se cruzaram sem aviso, e desde então, cada amanhecer se tornou mais vivo.

Era sonho, era plano, era destino, feito de risos, de promessas e abraços, onde cada gesto construía um novo laço.

Os dias trouxeram desafios, mas seguimos lado a lado, porque o amor não é perfeito, mas é forte, é sagrado.

Juntos aprendemos a esperança, a acreditar no amanhã, pois onde há amor verdadeiro, sempre há luz que nos guia, nos sustenta, nos alcança.

E se um dia a tempestade vier, se o medo quiser nos deter, segurarei tua mão, e juntos faremos o sol renascer.

Pois amar não é apenas sentir— é construir, é renascer, é existir. E em cada sonho que sonhamos juntos, sei que tudo valeu a pena.

Inserida por SabinoTavares

Humanamente impossível tomar conta de tantos presos; mas, espiritualmente possível doutriná-los com a liberdade de Cristo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Todos os presos em cadeias ou em penitenciárias governamentais têm o direito de serem livres espiritualmente, desde que conheçam a verdadeira liberdade em Cristo, se sujeitando hoje e sempre às ordens superiores do Senhor dos Exércitos.

Inserida por HelgirGirodo