Liberdade Borboleta Fernando Pessoa
Amar ou perdoar não é um sinal identificável dos fracos, mas uma ação característica somente dos fortes!
Filosofia brasileira
A cantora mais sexy é homem!
O homem mais sexy é mulher!
O homem mais honesto está preso!
E João de Deus é do capeta!
(Ratinho by Marcos)
Aumente sua tristeza, angústia ou depressão perto de pessoas negativas ou sem fé! Cure tudo isso com sua família, seus amigos ou com Deus!
Erros não são sinônimos de fracassos, mas fazem parte do processo de aprendizagem. Assim, o erro faz parte do ser humano, viver errando faz parte do ignorante!
Quando somos levados a não crer ou a esquecer que Deus está no controle de todas as coisas, então já estamos bem distantes e perdidos; assim, devemos pedir ajuda a quem é o caminho, a verdade e a vida!
A alegria leva à emoção; a emoção leva ao exagero; o exagero pode levar a mentira; e a mentira é um erro que leva ao pecado!
Alguns guardam a sexta-feira, uns o sábado e outros o domingo; eu porém guardo em meu coração o Senhor Jesus Cristo! Pois sem ele é debalde, não há salvação!
Não se pode santificar alguém por um ato bom nem condenar alguém por um ato ruim! Pois um ato não pode garantir nem determinar nada, apenas julgar por um momento! Assim, somente pelos frutos que se conhece alguém de fato!
A inovação verbal e textual revela evolução e dedicação, a ausência mostra negligência e acomodação!
O respeito leva à tolerância; a tolerância leva ao suportar; o suportar pode levar ao desprezo; e o desprezo gera a apatia e a repugnância!
“SE PUDESSE DAR UM ÚNICO CONSELHO AO SEU ALUNO, QUAL SERIA?”
SURPREENDA-NOS!
A única palavra que daria como conselho ao meu aluno, em geral, seria “Surpreenda-nos!”, pois ela resume todos os objetivos dos processos de ensino-aprendizagem tão almejados pelos amantes do saber. Logo, o aluno se depararia com um grande desafio a ser superado a sua frente, e isso seria uma das chaves de um despertar cognitivo decisivo, direcionado e empolgante; o que desencadearia a uma sequência de ações/reações epistemológicas benéficas ao mesmo, pois o ato do descobrir é, ainda, mágico, encantador e estimulante. Uma vez que o aluno que estuda é um estudante pesquisador.
É bem verdade que a experiência diária em sala de aula nos leve a perceber niveladamente o grau de interesse, conhecimento e comprometimento da grande parte dos alunos e isso de fato é preocupante devido os dados serem abaixo tanto do esperado como em relação ao lecionado; tal disparidade nos faz até, consequentemente, questionar nossa metodologia, transposição didática, experiência e domínio seja de classe ou, mais ainda, de conteúdo. Podemos até ter certa culpa por essa realidade arcaica e que ainda é perene, porém a maior parte fica com os discentes negligentes que não cumprem o que lhes é (im)posto. No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite. Vale salientar que se o professor não for capaz de estimular o questionar dos alunos, muito menos conseguirá extrair respostas seguras. Pois o aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
Portanto, tudo dependerá das prioridades do aluno, visto que se ele se portar deontologicamente, tal escolha proporcionará um estudante autodidata e pesquisador assíduo capaz de ir além das fronteiras das ementas curriculares, não se conformando com o que é exposto em aula ou limitando-se ao conteúdo didático do livro, de modo que tais motivações levará o aluno a caminhos magníficos e direções excelentes o que na realidade surpreenderá a todos! Já que ir muito além da média será algo, agora, determinado e previsto. De modo que acreditar sempre no grande potencial latente do aluno será fundamental para ele despertá-lo e pô-lo em prática. Por fim, ele entenderá o meu conselho “surpreenda-nos!”, pois será algo recíproco.
O aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite.
Boa tarde dos alunos vivem numa letargia contagiante no que tange as questões escolares, se os mesmos fossem viciados em aprender, como fazem com as mídias sociais, talvez não houvesse tantos analfabetos funcionais.