Liberdade
Vivendo com paz no ❤️
Se um defensor da Lei
Vive sem razão
Perdeu a própria liberdade
Vive encarcerado em seu mundinho
Diminuto: cegueira total...
E como libertos na mente
Vamos seguindo livres
Sem essa escravidão
Levando amor e empatia
Com muita paz no 💞
Viva em paz.
Busque a sua liberdade
Saia da sua prisão
Dos pensamentos
Que não te largam
Que te aflige...
Pare, respire fundo
Sinta a beleza do seu lindo 💓
Feche os olhos
Conquiste a sua felicidade
Você nasceu para ser feliz
Acredite no seu potencial
E viva em paz
Paz no ❤️
Recuso pacotes fechados: quero a liberdade econômica que produz riqueza e a responsabilidade social que humaniza a nação
O que é a liberdade?
Num contexto mais profundo, buscamos sentido nas amarras do trabalho e da vida que supomos ter. Acreditamos ser livres e detentores do livre-arbítrio, mas o trabalho, o estudo e até o amor são apenas escolhas manipuladas dentro de um menu de alternativas pré-fabricadas pelo sistema. Saberíamos, de fato, o que fazer com a verdadeira liberdade?
Um deus político, um patrão, pai, mãe e irmãos... Tudo parte de um caminho de condicionamentos e escolhas. Até mesmo a saúde mental, física e moral deriva dessa teia. Aquilo que você julga conhecer sobre si mesmo é moldado por diagnósticos médicos ou pela alienação de seguir um político corrupto e mentiroso. A verdade esmagadora é que o tempo que nos resta nos condena ou nos glorifica em um abismo emocional.
Quando a percepção cotidiana torna a vida mais fácil — ou nos envelhece —, isso se revela como evidência do despertar ou do desequilíbrio. Ao olharmos para o quadro da existência, vemos um silêncio sufocado por narrativas que iludem e alienam. Ainda assim, contemplamos essa imensidão visual, mesmo sabendo que o abismo dentro de nós é infinitamente mais profundo do que supomos.
Na teia das sensações, a sensatez conectiva torna-se um fenômeno raro e de difícil compreensão. Ao contrário das relações humanas triviais, a dissociação da realidade ambígua se revela de dentro para fora, num vazio eterno e coletivo. Vendemos sensações e escolhas porque a narrativa do tempo nos oferece uma versão da realidade que seja minimamente aceitável.
Nas relações mais profundas, a solidão social se escancara: somos seres medrosos e alienados em busca de aceitação. Buscamos o conforto de ser algo absorvível por uma realidade suportável. Afinal, "a colher não existe" — apenas nos entorpecemos olhando para ela.
A percepção desse paradoxo eleva a dimensão metafórica do ser. Beber vinho faz de alguém um alcoólatra? A rotulação congela a condição do indivíduo em sua própria realidade. A depressão dentro da opressão surge das ironias impostas pela própria ilustração do aspecto moral. Aceitar essa ambiguidade é compreender o manto que nos cobre as costas, enquanto o medo de viver se transforma em tempo perdido e permanente.
Assumimos múltiplas facetas para que haja um entendimento alienatório da existência — uma tentativa de sobreviver na mesma realidade ao lado de uma horda de pensamentos divergentes. Preso em si mesmo, o ser revela a realidade rasgada, enquanto a mente se redesenha a cada momento irônico em que busca uma identidade própria dentro dessa teia social. Afinal, quanto tempo realmente temos diante do medo de existir?
Quero espaço.
Espaço para mim.
Espaço onde há liberdade
para eu existir.
Quero escrever o que minha alma grita,
sem me preocupar com métrica
ou rima.
As estrelas se alinham
e formam constelações,
mas há um universo de distância entre elas, para que tenham espaço
e brilhem.
Quero espaço para brilhar.
Espaço para respirar.
Espaço para me amar.
Mas sou brinquedo
das suas carências.
Há um mundo fora do meu quarto,
mas não minto quando digo
que há outro dentro dele.
Me dê espaço.
Permita que eu escolha
o filme que vou assistir.
Deixe minha liberdade
existir.
Me dê espaço.
As vezes vc sabe que vai bater e acelera, pois a sensação de alívio na liberdade supera os limites do medo.
Vida boa é vida com liberdade. Não se prenda às coisas que você não pode tê-las para sempre. Use a sua liberdade para semear e colher bons frutos.
📌 "Não existe liberdade e não existe determinismo. Isso foi criado pela humanidade. Existe a pura realidade — uns têm recursos, outros não. Devemos viver a realidade como ela é, sem criar dogmas. E a partir dela, cada um cria o seu próprio conceito de realidade."
"A grande ironia da nossa democracia: a imprensa usa a sua liberdade para escolher a qual senhor vai servir. Uma mídia livre deveria dar voz à igualdade, mas quando se torna porta-voz de interesses privados, ela se escraviza pelo poder. O resultado? O eleitor fica cego e o debate vira um teatro. Liberdade sem ética é apenas uma coleira invisível."
Fraternidade, igualdade e liberdade estão nas Escrituras; porém, os homens se esqueceram que isto só é possível através da comunhão e unidade com Deus.
A nossa identidade, habilidade e liberdade devem estar seladas pelo poder do Espírito de Deus, porque fomos chamados, aprovados e escolhidos por Ele para andar sob a excelência de Sua sabedoria, no cumprimento de Sua vontade.
Estamos vivendo dias piores do que Sodoma e Gomorra, onde a liberdade dos homens é corromper todos os valores da família, misturando-os juntos aos deuses da sua prostituição, da profanação e da corrupção geral.
Muitos têm o conforto, os recursos e a liberdade de fazer o bem; mas, ainda se justificam com seus erros constantes e sua desconfiança, esperando que os outros o façam por eles para ganharem vantagens.
Muitos torcem os direitos e tolhem a liberdade dos outros votarem em quem quiser, quando eles mesmos se mostram revoltados com a igualdade, justiça e verdade em que não confiam.
Invasões mentais negativas afastam pessoas de nós, porque a segurança da liberdade alheia delas já foi retaliada pelo pessimismo familiar e social.
"Cultivar bons hábitos é semear liberdade na alma; e ler é regar essa semente com sabedoria. Cada página nos ensina que a verdadeira nobreza não está em possuir, mas em pensar, imaginar e escolher com integridade o caminho que nos eleva. A leitura é o espelho da inteligência, e os hábitos são a ponte que nos conduz à eternidade do espírito."
Roberto Ikeda autor
“A verdadeira liberdade não nasce do silêncio dos conformados, mas da coragem de quem ousa questionar o óbvio e expor o invisível.”
— Roberto Ikeda
Entre Renúncias e Liberdade: O Caminho das Palavras
Escrever é mais do que buscar reconhecimento: é um ato de amor às palavras e ao que elas despertam. Cada renúncia — ao imediatismo, ao desejo de aplausos — abre espaço para a verdadeira liberdade: escrever sem correntes, como quem respira.
O escritor invisível constrói, tijolo por tijolo, uma ponte entre sua alma e a do leitor. Dedicação e disciplina são asas que sustentam esse voo, e o tempo ensina que palavras sinceras não precisam de holofotes para permanecer.
O maior triunfo não é o aplauso da multidão, mas o sorriso discreto de quem se reconhece em uma frase. Porque histórias contadas com verdade tornam-se eternas.
Roberto Ikeda
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