Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Reconstruir a si mesmo exige a demolição de velhas certezas que já não cabem na sua nova paisagem.

Abandone a obsessão de explicar o mapa, quem realmente o compreende, já conhece a paisagem árida de vales semelhantes.

A energia gasta em tentar provar valor a um júri que já proferiu o veredito da desvalorização é a mais inútil das espoliações.

Uma face enrugada marca a jornada já percorrida, sendo o nosso mapa de lutas e de sabedoria.

Você é o enigma mais belo que já tentei desvendar, e eu estava tão focado em desfazer as peças que esqueci que a beleza estava na montagem. Por favor, volte e me assombre com a sua presença, pois prefiro a memória dolorosa do seu amor do que a paz fria da sua ausência. Minha necessidade por você não é lógica, é vital.

O espelho da vida só mostra a beleza de quem já aprendeu a se aceitar inteiro.

Embora estivesse imerso na minha própria dor, a verdade eu já conhecia no íntimo do meu ser, uma luz que teimava em brilhar através das nuvens da minha tristeza, o conhecimento salvífico de que Jesus morreu por mim um dia no madeiro, essa certeza da Sua entrega, do quanto sofrimento Ele suportou, era o único farol capaz de orientar meu barco em meio à tempestade, mostrando a magnitude de um amor incondicional.

A revelação do calvário era um bálsamo e uma acusação simultânea, pois a verdade eu já conhecia sobre o sacrifício supremo de Cristo, a entrega de um amor sem limites que culminou em Sua morte redentora, o pensamento do quanto sofrimento Ele enfrentou me constrangia, pois foi ferido também humilhado sem jamais revidar, e saber que por amor Ele sofreu calado, todos os momentos daquela paixão, tornava minha própria dor menos central, focando no Seu ato de graça.

Apesar dos meus olhos estarem marejados e o futuro incerto, eu já tinha em mim a certeza da verdade mais poderosa do universo, o fundamento da minha fé: o Cordeiro de Deus, Jesus, morreu por mim um dia para me dar vida e esperança, meditar nesse sacrifício, no quanto sofrimento Ele abraçou, como foi ferido e humilhado em favor de um pecador como eu, me fazia compreender que aquele amor silente e paciente me alcançava em todos os momentos da minha fraqueza.

A saudade é um animal que corre em círculos pela casa. Não morde, apenas arranha portas que já deviam estar trancadas. Dentro do peito, a boca do animal é uma chama azul. Alimento-o às vezes, por não saber esperar o fim do fogo. Mas aprendendo, deixo o bicho dormir sem abrir a porta.

Já caminhei sem direção, mas nunca sem esperança, ela me guiou quando meus olhos estavam cegos, e quando abri os olhos percebi, eu estava no caminho certo o tempo todo.

A fé me devolveu a mim mesmo,
quando eu já tinha esquecido quem era, ela me levantou antes mesmo que eu pedisse, e hoje eu sigo firme, porque sei de onde vem minha força.

A fé não resolve tudo, mas resolve o que mais importa, a guerra dentro de mim, sem ela eu já teria desabado, com ela eu renasço.

Eu me reconstruí tantas vezes que já sei montar meus próprios escombros, sou especialista em renascimentos, e isso me dá orgulho, viver é arte contínua.

Já amei errado, já investi onde não havia nada, já me entreguei onde não havia retorno, mas aprendi, o amor certo nunca exige sacrifício da alma.

Minha alma já quebrou tantas vezes que virou vitral, fragmentos coloridos, montados com fé, iluminam quem chega perto.

A solidão me afinou como instrumento, hoje toco minha vida com mais harmonia, já não desafino tanto, já não me perco nas notas, sou melodia própria.

Já caminhei em vales escuros, mas minha fé sempre foi farol, mesmo fraca, mesmo trêmula, ela nunca apagou, e é por isso que estou aqui.

Já perdi o chão várias vezes, mas nunca perdi o céu, e é olhando para cima que encontro direção, a fé me orienta.

A maior de todas as prisões é a convicção de que já se detém a verdade completa, uma ilusão alimentada pela preguiça da mente. O ser humano, envolto na teia de suas próprias certezas limitadas, recusa-se a tatear a escuridão do desconhecido, falhando em reconhecer que a verdadeira sabedoria reside apenas no humilde e
corajoso ato de admitir a própria ignorância, como Sócrates ousou declarar.