Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Com seus vinte e poucos anos ,
ela já tem uma vida inspiradora,
tendo em vista que, graças a Deus, continuaseguindo o seu caminho,
indo de encontro aos seus choros
de amargura, às várias vezes que caiu,
mostrando que aprendeu a levantar.
A chuva de suas lágrimas de outrora
deu lugar a uma tempestade vívida
e transformadora, seu sorriso ganhou mais vida, mais relevância, uma luz de sobriedade, seu olhar está mais confiante, então, ficou mais bonita
em cada detalhe, tem mais esperança,
suas feridas estão cicatrizando,
e está amando-se cada dia mais.
É evidente que está ciente
de queé imperfeita
assim como todo ser humano,
mas o fato é que não usará
suas fraquezas para não lutar,
pois o Senhor será sua Fortaleza,
permanecerá lutando e assim,
resistirá.

⁠⁠Ela engana por ter uma aparência
tão bela e muito delicada,
mas olhos atentos já puderam perceber que já mostrou que tamanha é a sua força ao florescer entre tantos espinhos que surgiram na sua vida, portanto, um nítido exemplo de perseverança.

Sendo assim, consegue facilmente inspirar semelhante a uma linda flor de cactos com o seu rico desabrochar corajoso, uma virtude de quem fervorosamente passou a se amar
graças a Deus que é justo e misericordioso.

Considero como uma prova
simples e suficiente
de que a percepção divina
é muito diferente da compreensão humana,
quanto mais lembrarmos disso,
mais seremos resilientes,
o tanto que for preciso.



Simplesmente o amor invade,
apesar da complexidade de amar,
já que não se trata apenas de vontade, mas tambem de saber demonstrar.

⁠Já vivemos momentos preciosos
que pra nós, não têm preço
com histórias engraçadas e tristes,
risos, lágrimas e trocas de apreços
pra guardarmos na memória,
quero ter-te sempre por perto,
caso contrário, não será a mesma coisa,
que ainda tenhamos bastante tempo.

⁠Talvez, eu a conheça ou já tenha a conhecido ou ainda irei conhecê-la, no presente, não a percebo, se está no passado, não posso voltar no tempo, o futuro é desconhecido, fico me sabotando, procurando obstáculos, cansado de tanto tentar e ser decepcionado mesmo sabendo que viver e amar envolvem riscos, não tem como evitar, um comportamento que é independente da minha intensão, que não é recomendado, está mais para um artifício de autopreservação, entretanto, não pretendo agir como um desesperado, todo impulsivo, minha percepção neste assunto não é meu forte, então, se for da vontade de Deus, espero ser felizmente surpreendido no momento determinado e da forma mais clara possível, enquanto isso, vou seguindo meu rumo com o meu espírito aventureiro, encontros e recomeços comigo e às vezes com pessoas incríveis que conheço e outras que encontrarei pelos trajetos.

⁠Nos meus devaneios
de covardia,
já quis ser de ferro
com receio de perder
ou de sentir alegria,
um claro erro,
sentimentos sinceros
podem ser ignorados,
mas não fingidos,
nem evitados,
Sendo necessário
um diálogo consigo
pra conviver com o que
não pode ser mudado,
ciente de que nem tudo é perdido,
tudo pode ser válido e de que
a vida é assim, altos e baixos,
não tem como fugir,
É preciso ser sensato
e o equilíbrio deve existir,
tendo a força de um aço
e a liberdade de um bem-te-vi.

⁠Já olhou pra o espelho
e pôde enxergar
uma pessoa incrível
que precisa de amor
e que aprendeu se amar?

O que é realmente valioso é raro, não se revela facilmente e, por isso, é difícil de encontrar. Já o que não tem valor caracteriza-se justamente pela oposição a cada uma dessas qualidades.

A I.A. já é o Sinal de Deus definitivo para todos nos quatro cantos do Planeta Terra.

A noite já se faz longa,
o sono apressa em me seduzir,
minha visão cansada esmorecente
despe-se do dia,
abraçando os sonhos ,
mergulhando no silencio da mais profunda escuridão

Já bati muitas palmas pra maluco dançar, só para agradar. Agora estou mais seletiva nas minhas escolhas. Se gosto, aplaudo. Se não gosto deixo passar.

O PREÇO DA EVOLUÇÃO




Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.




Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.

A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.




É mais ou menos isso.

No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.




Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.




Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.

Passamos a enxergar tudo com outros olhos.

Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.




Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.




Recentemente, identifiquei um ponto cego.

Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.




Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.

E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.




Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.

Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.




Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.




Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:




“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”




A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”




Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.

Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.




Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:




*Endorfina, que alivia dor e estresse.

*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.

*Dopamina, que motiva e gera prazer.

*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.




Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.




Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:

O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.

Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.




E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?

Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.




Ah… esse tal de autoconhecimento!

É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.

Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.




É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.




Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.

Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.

E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.




Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!




Albert Einstein disse:




“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”




Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:

-Vai pra vida. Ela te espera!



Ana Cláudia Oliver-09/10/2025

O desejo de ser original esbarra no limite das palavras que já existem.

Eu já apodreci tanto que virei semente, estou pronto para renascer.

O cliente mais barato é sempre o que já é seu.

Já li outros livros
Já vi outros filmes
Já ouvi outras músicas...
Nada me emociona tanto como o som a tua voz, a imagem do teu sorriso e a lembrança da tua presença.

⁠Considero a saudade como uma faca de dois gumes, já que ao mesmo tempo que nos traz aquele sentimento nostálgico de um momento feliz, pode nos trazer a tristeza por não podermos mais vivenciá-lo, entretanto, melhor focarmos nas boas lembranças e seguirmos.

⁠Muitos já duvidam do seu poder, não seja mais um.

A Borboleta Azul

Ela tem tantos poemas…
Que eu nunca imaginei.
Muitos já a viram…
Não fui só eu.

Li vários significados,
não sei se todos são verdade.
Alguns, eu gostaria que fossem…
Outros, talvez.

O que eu sei é que
foi uma sensação maravilhosa —
algo mágico.

E não sei se mereço
o direito de presenciar
um milagre assim.

E isso me assusta.
Penso: “Quem sou eu
para viver todo esse encanto?”
Um pequeno grão de areia…

E, incrivelmente, é real.
E nesse momento de reflexão,
compaixão e humildade…
ela pousa em mim.

Meu coração se renova
e se enche de uma alegria inexplicável.

Me sinto completa.
Me sinto num mundo de fantasia,
de faz de conta.

Ela levanta voo,
dança feliz…
E em nenhum momento
pensei em detê-la.

Porque a maravilha
é a vida,
e está em ser livre.

Penso que talvez
seja um sonho
do qual eu nunca quero acordar.

Não vi só beleza…
vi magia.
Abaixo a cabeça novamente
e, humildemente, agradeço.

Obrigada, Borboleta Azul.
Obrigada, meu Deus.

Aos olhos de Deus,
somos todos
pedras preciosas.
Muitas já lapidadas,
outras, ainda em sua
forma bruta.