Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Sou desorganizada, paranoica. Sou romântica, até demais às vezes, sou carente, animada, mal humorada. Sei convencer os outros quase sempre, pois sou muito teimosa. Odeio que me obriguem a fazer as coisas, ou que me cobrem algo. Por mais que às vezes não tenha coragem de fazer algumas coisas que eu queira fazer, outras vezes vou e faço logo. Não sou feita pra que me entendam, pois nem eu me entendo. Não preciso da pena, nem da falsidade de ninguém. Sou complicada demais, mas ao mesmo tempo simples.

Atenção demais sufoca, ciúme demais desgasta, amor demais enjoa, indiferença demais machuca.

Felicidade quando é demais inunda a alma, e transborda pelos olhos.

Eu não sou como a maioria.
Eu penso demais.
E, às vezes, isso é bênção — me faz enxergar detalhes que quase ninguém vê, sentir o que os outros passam batido, perceber nuances que o mundo ignora.
Mas, em outros momentos, pensar assim parece uma maldição.


Porque minha mente não desliga.
Ela revisita tudo o que vivi, tudo o que falei, tudo o que ouvi.
Cria cenários que nunca aconteceram, ressuscita dores antigas e inventa novos motivos para eu me preocupar.
Eu analiso, questiono, reconstruo, desmonto…
e acabo me perdendo no labirinto dos meus próprios pensamentos.


É cansativo carregar uma cabeça que nunca descansa.
É exaustivo sentir tudo com essa intensidade que ultrapassa o limite do corpo.
É difícil ser alguém que sente antes de entender e que entende antes de conseguir explicar.


E sabe o que dói?
O mundo espera praticidade, pressa, respostas rápidas e emoções fáceis.
Mas eu sou feita de profundezas.
De camadas.
De silêncios que falam mais do que eu consigo colocar em palavras.


Eu não sou como a maioria.
E, em dias bons, isso me faz única.
Mas, nos dias ruins…
isso pesa, dói, sufoca — como se eu carregasse um universo inteiro dentro de mim, implodindo em silêncio.


E ainda assim, sigo aqui, tentando transformar essa intensidade em algo que não me destrua,
mas que me torne alguém capaz de sentir o mundo de um jeito que poucos conseguem.




3 de dezembro de 2025

Eu não esperava as coisas mudaram
Quem diria estou aqui de frente pra você
Quase falando demais será que já notou
Minhas indiretas estão fazendo algum efeito
Ou estou dando muito na cara com esse meu jeito

É que já não posso me controlar
Me perco em todas as regras
Quando você está por perto
Passo dos meus limites
Será que ainda pode dá certo

Às vezes parece que você
Ainda não me esqueceu
Um querendo enganar o outro
Quem diria que depois de tudo
Enfim estamos assim
Eu doida querendo você pra mim

Como eu te ignorava você nem ligava
Eh eu não te esqueci passou o tempo
Não tem nada diferente
Porque ainda você continua
E não sai da minha mente ... Até quando?

Às vezes tenho vontade de dizer logo
E acabar de vez com esse jogo bobo
Mas eu gosto assim
Querendo você pra mim

Quem sabe você não percebe
Às vezes eu dou tanto na cara
No fundo você já deve saber
De quem falo é você
Eu posso saber o que você pensa
Não consegue me enganar
Tenho poderes sobre você
E isso não pode negar

Eu podia contar que sinto
Mas não posso não dá
É como se bloqueasse
Tudo me pedi pra parar
Quando está por perto
É incrível como é difícil
O jogo das palavras
Eu sei você nota
Eu sei que quer me dizer
Eu já sei quem é
É você!

Mas é assim mesmo
Todos passam por isso
Quando chega a hora
Sentir aquele o medo
De não acontecer o que esperava
Correr o risco de tudo da errado

Eu sei o que você fala
E isso de se esquivar
Ao seus olhos é fraqueza
Então agora eu te digo
Deixa eu te amar
Me diga se o que sente
É o mesmo que sinto
Não posso mais guardar
Isso pra mim
Não pensa em mais nada
Vai me dá um sim

Vem e me ama eu quero te ter
vem e me leva pra perto de você

Como não podia ver
Algo tão perto de seus olhos
Hey idiota!!! Te amooooo

Redenção

Às vezes, a maior batalha não está em sentir demais, mas em carregar a culpa por não ser suficiente para nós mesmos, para os outros e para Deus. É o peso de tentar acertar em tudo, enquanto nos perdemos na dúvida de sermos dignos de amor — inclusive o divino.

Coincidência demais para ser ao acaso...

Decepção ensina, mas machuca e maltrata demais o coração.

Tudo lindo, tudo indo muito bem. Bem demais, meu sensor de auto-sabotagem apitou e resolvi estragar tudo.

O preço que se paga às vezes é alto demais…

Você nunca é ganancioso demais.

A vida passa rápido demais; e se você não parar de vez em quando para vive-la, acaba perdendo seu tempo

A gente demora demais para se dar uma segunda chance. Demora para acreditar de novo. E acaba se trancando dentro de si. Então resolvi me permitir, estourar os cadeados e sair do meu casulo... me permiti a viver mais, me permiti a sentir outra vez. E reabri todas as janelas. Todas. E sinto que renasci, de alguma maneira, aqui dentro. Me lembrei de que existe uma coisa muito, mas muito melhor do que conquistar: é ser conquistada. E eu mereço.

Bota na conta do amanhã.
O que não pude sentir, o que não coube no peito, o que doeu demais para existir no hoje.
Talvez o amanhã saiba carregar melhor do que eu, talvez o tempo encontre lugar para o que agora me sufoca.


Porque há dias em que viver já é pagar caro demais, e sobreviver se torna a única forma de não quebrar por completo.
Então, deixo que o amanhã seja meu credor, mesmo sem garantia de que eu esteja lá para quitar.


E se eu não chegar, ao menos deixo registrado: não foi preguiça de viver, foi excesso de sentir.

Sinto Muito


Eu não sei,
não transparecer o que sinto.
E sinto muito —
por sentir demais,
por deixar que o coração se derrame nos olhos,
na voz, no gesto.


Sinto o que não cabe em mim,
o que não se explica,
o que insiste em escapar em forma de silêncio.


Não sei fingir leveza quando há peso,
nem esconder ternura quando há verdade.
E talvez seja isso:
meu erro, minha beleza,
minha entrega.


Sinto muito.
Mas é o sentir que me mantém viva.

Eu sou sensível demais. Preciso ficar um pouco dormente para ter de volta o entusiasmo que eu tinha quando criança.

Kurt Cobain

Nota: Trecho da carta de despedida de Kurt Cobain

“O amor é abstrato demais, e indiscernível. Ele depende de nós, de como nós o percebemos e vivemos. Se nós não existíssemos, ele não existiria. E nós somos tão inconstantes… Então o amor não pode não o ser também. O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima… mas reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos… Para além da nossa morte, o amor que nós despertamos continua a seguir o seu caminho.”

A vida é muito curta pra não ser aproveitada, e longa demais para passar despercebida.

Eu aprendi que nunca somos pequenos demais para fazer a diferença.

Tudo muda rápido demais. E o pior é que quase nunca é pro bem. Pessoas que costumavam ser o seu porto seguro hoje nem te dizem oi.