Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
Por falar demais e não ter nada do que dizer é que a vida se encarrega de presentear com o melhor para ensinar a viver;
Câncer. O signo intenso.
Intensidade não é emoção, não é aquele "rápido demais".
Intensidade é o sentir demais, deixar-se levar cada vez mais se corrompendo com o que um dia acreditou que podia sim ser seu, para no final, descobrir que nunca foi e não poderá ser.
Câncer não disfarça, ele guarda. Às vezes, lembra de um lugar que o fez sentir algo forte, ou de uma pessoa que fez seu coração descompassar com poucas palavras. Nada disso é emoção, é sentimento.
Câncer carrega um peso em si, guarda coisas que não devia. Amores antigos, falsos sentimentos, falsa promessas, palavras vazias e as vezes até mesmo arquiteta um lugar que nunca existiu para chamar de "lar". As vezes idealiza aquilo como se fosse dele, até descobrir que não é.
Sabe? Nem sempre um canceriano é dramático ou intenso. Sempre tem um que é diferente, mas mesmo assim, sua expressão não mente.
Enfim, câncer sempre vive em prol a outra pessoa, já dizia capital inicial.
"Naquele amor, à sua maneira. Perdendo meu tempo, a noite inteira!"
Bom, só sei que, canceriano vive, sobrevive e se duvidar até revive quando ama alguém. Mas não é assim quando desistem.
Em um momento, ele pode ser grudento, amoroso, afetuoso e cuidadoso. Mas quando desapega, ele se torna impassível, distante, arrogante, ignorante e intolerante.
Quem vive ocupado demais
em provar que é maior que os outros.
Enquanto ela coleciona soberba,
eu cultivo silêncio, tempo e sonho.
Há quem confunda correria com grandeza
e humildade com vazio.
Desocupado, sim —
de ego inflado,
de máscaras,
de aplausos falsos.
E isso, convenhamos,
é uma bela ocupação.
Vivemos em uma sociedade que corre demais
e sente de menos.
Aprendemos a falar alto,
mas desaprendemos a escutar.
Compartilhamos opiniões,
mas raramente carregamos empatia.
A dor do outro virou estatística,
conteúdo que se consome e se esquece.
Sorrimos em fotos,
enquanto escondemos o cansaço
por trás de filtros e frases prontas.
Talvez o maior vazio do nosso tempo
não seja a solidão,
mas a falta de humanidade
em meio a tanta gente.
Se quiser, posso deixar o texto mais poético, mais crítico, ou mais esperançoso, mesmo mantendo o tom triste.
Minha Querida Stela,
Sei que as palavras que escrevo agora chegam tarde demais, e a dor de não as ter dito pessoalmente consome-me. Não há um único dia que passe sem que a sua imagem não me visite, sem que a culpa não aperte o meu peito.
Fui um tolo, Stela. Você esteve sempre lá para mim, um pilar de força e uma presença constante. O seu amor e a sua amizade eram um presente que eu não soube valorizar, que tomei como garantido na minha ignorância e egoísmo.
A sua mãe pedia-me para ir vê-la. Você queria que eu fosse. Mas eu falhei em aparecer, falhei em estar presente quando mais precisava de mim. Não consigo encontrar uma desculpa que justifique a minha ausência.
Quando recebi aquela mensagem, aquela confissão de amor corajosa e desesperada, eu fiquei sem palavras, mas admito que eu sempre soube dos teus sentimentos por mim. A minha chamada foi um ato de pânico e tarde demais. O seu último suspiro foi de tristeza, e essa realidade assombra-me.
Stela, se pudesse voltar atrás, eu mudaria tudo. Eu estaria ao seu lado, seguraria a sua mão, e diria que a amava também. Diria o quanto a sua amizade significava para mim.
Não posso pedir-lhe para me perdoar, porque sei o sofrimento que causei. O que lhe peço é que, de alguma forma, encontre paz. Eu vou viver o resto da minha vida com esta lição gravada no meu coração. Vou esforçar-me para ser a pessoa que você merecia ter tido como amigo: presente, atento e amoroso.
Você foi uma pessoa incrível e a sua memória vai viver através de mim, como um lembrete constante de como viver com mais bondade e presença.
Adeus, minha amiga. Descansa em paz.
Com amor e eterno arrependimento,
Luciano
*"Tarde demais"*
Tarde demais para arrependimentos
Eu fiz o que quis sabendo todos os riscos
Virtude não é para homens desatentos
Vícios nos perseguem com destino instinto
Sabendo o tempo em que atentar
O momento de fraqueza para atacar
O vício se dispõe de misteriosa arma
Seduz para matar como carma
E deita ao lado, ao lado da sua vítima
Sua ação é chorar e destruir sua vida
Parece que faz parte de mim
Acho que o inferno deve ser assim
Sufoca mais, não sai porque sou eu
Me mata, mas comigo nasceu...
É uma autêntica maldição sentir demais. Pensar demais. É talvez uma benção saber sentir. É talvez uma benção saber pensar! Mas chega sempre o momento em que já não basta pensar. Nem somente escutar.
Você se importa demais. Escuta demais. Cede demais. E, ainda assim, quando é a sua vez, ninguém aparece.
Você resolve, acolhe, entende, passa pano, engole seco. Mas quando você precisa… silêncio. Indiferença. Ou cobrança.
Isso não é bondade.
É abandono de si mesmo.
Quem só lembra de você quando precisa não se importa com você — se importa com o que você entrega. E quanto mais você entrega tudo, mais invisível fica. Porque para muitos, você só vale enquanto é útil.
Cuidar dos outros não pode custar a sua existência. Empatia sem limite vira auto-anulação. Disponibilidade constante vira desrespeito autorizado.
Você não nasceu para ser apoio emocional de gente que não sabe nem perguntar se você está bem. Não nasceu para ser forte o tempo todo. Nem para ser compreensivo enquanto ninguém se esforça por você.
Aprenda isso, mesmo que doa:
quem se importa de verdade não te deixa sempre por último.
E se, ao parar de se doar tanto, as pessoas se afastarem… talvez elas nunca tenham estado com você — só com o que você oferecia.
Agora é simples: ou você começa a se tratar como alguém importante, ou vai continuar sendo tratado como alguém descartável.
Escolha.
Tudo aconteceu depressa demais
e eu não quis puxar o freio.
Sou desses que se entregam por natureza,
que atravessam o risco com o peito aberto.
Fui me envolvendo em você
como quem aceita o incêndio
sabendo que vai queimar —
e mesmo assim fica.
Hoje eu vivo uma fúria deliciosa,
um caos bonito que nasce do teu melhor.
Mulher, tua sedução não pede licença,
ela invade, domina, permanece.
A cada dia eu me embriago no teu abrigo,
nesse refúgio quente onde teu olhar
me desarma sem tocar.
É luxúria que começa na pele
e termina no pensamento.
Se essa situação é perigosa,
que seja.
Ela é deficiente de juízo,
mas excessiva de desejo.
E mesmo sem vergonha de sentir,
eu confesso:
é maravilhosa essa forma
envolvente
indomável
que você encontrou
de me deixar teu.
Me desculpa, por querer demais
O que nunca me pertenceu
Não é meu direito
Você não me deve nada
Mas meu coração te escolheu
Eu tentei fazer ele pensar
Mas quando estou com você
Ele só faz um "tum tum tum" cada vez mais forte
Ele não me escuta
Só escuta você
E te escutando ele se entristeceu
Eu tentei avisá-lo
Mas ele só escuta você
O amor existe sim, só é tímido demais pra aparecer, mas se ele um dia aparecer pra você e você não perceber, tudo bem, se ele realmente for o amor ele vai está sempre por perto!
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