Leve como Passaro
Conhecer alguém aqui e ali que pensa e sente como nós, e que embora distante, está perto em espírito, eis o que faz da Terra um jardim habitado.
Ela era linda, mas não como aquelas meninas nas revistas. Ela era linda pela forma como ela pensava. Ela era linda pelo brilho em seus olhos quando ela falava sobre algo que ela amava. Ela era linda pela sua capacidade de fazer as outras pessoas sorrirem, mesmo que ela estivesse triste. Não, ela não era bonita por algo tão temporário quanto sua aparência. Ela era linda, bem no fundo de sua alma.
"Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar (...) E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo."
Não foi o amor que me deixou
Eu o perdi
Para que o futuro nos presenteie
Mais uma vez como novo amor
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Há um perigo: se reflito demais, deixo de agir. E muitas vezes prova-se depois que eu deveria ter agido. Estou num impasse. Quero melhorar e não sei como. Sob o impacto de um impulso, já fiz bem a algumas pessoas. E, às vezes, ter sido impulsiva me machuca muito. E mais: nem sempre meus impulsos são de boa origem. Vêm, por exemplo, da cólera. Essa cólera às vezes deveria ser desprezada; outras, como me disse uma amiga a meu respeito, são cólera sagrada. Às vezes minha bondade é fraqueza, às vezes ela é benéfica a alguém ou a mim mesma. Às vezes restringir o impulso me anula e me deprime; às vezes restringi-lo dá-me uma sensação de força interna.
Que farei então? Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.
O dinheiro não representa tal valor como os homens colocaram em cima dele. Todo o meu dinheiro foi investido nas experiências com as quais eu fiz descobertas novas permitindo a humanidade de ter uma vida um pouco mais fácil.
Um dia me perguntaram,
como eu podia amar alguém que nunca vi,
e respondi: a gente não ama com os olhos,
mas sim com o coração e o coração sente quando é amor.
E se me perguntarem como estou, eis a resposta: Estou indo. Sem muita bagagem. Pesos desnecessários causam sempre dores desnecessárias.
Assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol, escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais luminoso e vibrante das coisas que lhe acontecem.
Nossa percepção é seletiva, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de perceber o restante.
Você já reparou como é fácil ficar de baixo-astral?
Uma conta para pagar...
Não ganhar todo o dinheiro de que se precisa...
Não ter a aparência que se gostaria de ter...
Não ser valorizada no trabalho...
Não ter encontrado o sucesso, ou um grande amor...
É por isso que frequentemente não nos sentimos bem. Depositamos nossa atenção no que nos falta, no que nos magoa...E ocupamos nossa mente com pensamentos preocupantes sobre o futuro. Enfim, deixamos a nossa mente à deriva, torturada por pensamentos negativos que nos dominam.
Na verdade a maior parte do tempo, estamos lutando com a vida, não aceitando o que ela nos traz... E quando não aceitamos aquilo que é, e nos concentramos no que deveria ser, nos frustramos, sofremos cada vez mais, ao ponto de perdemos o sentido da existência...
Para alguns,o compromisso é como a fé...Uma devoção escolhida
para com outra pessoa ou um ideal inatingível.Mas para mim, o compromisso tem um lado sombrio,algo constante que nos faz se perguntar... Até onde estou disposta a ir?
Alguns homens usam o desejo como justificativa dos seus crimes.
(Elizabeth Swann)
"A vida é contínua como uma breve viagem, afinal, ela é curta, então, guarde só os sorrisos, deixe os pesos para trás, leve só o necessario, seja leve"
Assim como a semente traça a forma e o destino da árvore, os teus próprios desejos é que te configuram a vida.
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