Lembre se que um dia eu te Amei

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Titulo:19 de novembro dia da Bandeira Nacional


Tuas belezas,o mais puro sentimento
Tens riquezas e belezas mil
O verde de suas matas,o cedro
És linda,representa o varonill.
Suas minerações,as formas de pedras
Num amarelo de forte emoção
Explodindo de Fé e certezas
Esse povo que em tudo faz canção.
O azul anil de encantos e o mar
cachoeiras,florestas tropicais
Um povo que conhece o que é amar
E tantos da fauna vegetações e animais.
Bate no peito,o regasso flores
Monges sertanejos,religiões,
Lembrando por vez dos grandes amores
E ao meio de maravilhas ,mal feitores.
Aqui tem de tudo e muito mais
O mundo,crescendo neste país
Por naõ esquecer dos canaviais
Venha quem puder,fica quem quizer
Nasceu o sentimento do lindo pendão da esperança
O branco do lenço e da paz,da pomba,
do desarmamento de um fuzil
Da liberdade de uma criança
Na continencia e honrra do Brasil..

Inserida por fernandocarimpoetamu

⁠Que a vida seja leve
como folhas ao vento,
quente como dia ensolarado
e doce como
favos de mel.

Inserida por girle_nunes

⁠Algumas canções
fazem vibrar o coração,
estremecer a alma
e clarear o dia.

Inserida por girle_nunes

⁠EUFORIA

No dia em que se encontraram,
logo imaginou que existiria
uma história,
mas foi só euforia
de um coração
que batia descompassadamente
ao ver a sua paixão!
Ele se encantou
e quase perdeu a razão...
foi só ilusão!

Inserida por girle_nunes

⁠Espalhar alegria
Distribuir simpatia
E ser feliz todo dia
É o segredo
Para viver com sabedoria

Inserida por girle_nunes

⁠O verão chegou
sol, calor e suor
Cheiro de mar
Luz no olhar
Dia tão lindo
Vontade de amar

Inserida por girle_nunes

⁠Dia da mulher
É hoje, amanhã e todos os dias
da nossa vida.
É aqui ou em qualquer lugar.
Comemoremos, então, a felicidade
de sermos flores resistentes
no meio de um jardim
tão cheio de espinhos.

Inserida por girle_nunes

⁠Paz na terra
Luz na vida
Fé constante
Confiança desmedida

Música no ar
Força para seguir
Dia a raiar
Deixa fluir

Inserida por girle_nunes

⁠A violência todo dia
assombra nossas vidas!
Nossa nação sofre com
toda a guerra
trazida pelo homem,
pela mídia e pela política!
Quando teremos paz?
Quando seremos salvos dessa loucura desmedida?

BASTA! QUEREMOS SAIR SEM TER MEDO DA GUERRA QUE NOS ASSOMBRA!
A PAZ SÓ DEPENDE DE NÓS!

Inserida por girle_nunes

Fabiola e Fernanda

Uma parece à noite
A outra parece o dia
São duas meninas
Na minha vida uma alegria.

As duas tem personalidade
Estuda com amor
Eu fico com saudade
Dessas duas flores
Não sei quais as dores
Que elas sentem
Mais o que desejo
É somente o bem o bem.

A Fabíola tem sangue moreno
Sangue quente do nordeste
A Fernanda não tem sonhos pequenos
O caráter das duas enobrece
A família agradece
Siga os sonhos seus
Tenha fé em Deus.

Poeta Antônio Luís

Inserida por PoetaAntonioLuis

DIA DOS NAMORADOS

Tou solteiro tou namorando Seu presente to arrumando
Casado também namora
Pra sair da rotina
Motelzinho agora

Te conhecer foi obra do destino
Eu era menino pra lá e pra cá
E a mocinha veio me notar
Trocamos olhares
Meu corpo arrepiou
As águas correm pros mares
Assim você chegou
Pra mudar e me namorar.

Tou solteiro tou namorando Seu presente to arrumando
Casado também namora
Pra sair da rotina
Motelzinho agora.

Foi bom demais te conhecer
É bom demais amar você
A chama da paixão
Não nos deixa parados
Felizzzzzzz
Dia dos namorados. .

Poeta Antonio Luís
12/06/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

A VACA FOI PRO BREJO

Já tomei cachaça Pensando ser água
Num dia de ressaca
A Saudade de você quase me mata

A vaca foi pro brejo
É um mistério
E não me alivia
É uma agonia
O povo pergunta por te Quando me ver
E eu Não sei responder
Poque você me trocou
Nesse jogo eu sair perdedor
Perdi você perdi seu amor.

Já tomei cachaça Pensando ser água
Num dia de ressaca
A solidão não sara
Já tomei cachaça Pensando ser água
Num dia de ressaca
A saudade de você quase me mata

Poeta Antonio Luís
1:25 PM 23 de julho de 2016

Inserida por PoetaAntonioLuis

⁠Posso esquecer tudo.
Menos.
O dia em que comecei a falar com você sem saber que...

Inserida por Pitermontuan

Estejais dia a dia semeando margaridas sobre a quiçaça humana.

Inserida por RafaelZafalon

⁠Dois de novembro

No silêncio íntimo que invade o Dia de Finados, a saudade se debruça. Ela não tem pressa, é senhora do seu próprio compasso. É o dia em que a ausência brinca de ser presença, quando os que partiram voltam, não em carne, mas em sopro, como se sempre estivessem apenas a um afago de distância.

Os túmulos não mentem. São declarações sem palavras de que o que foi vivido realmente existiu, confessando com a solidez do mármore que a vida é frágil e que o tempo é um rascunho rabiscado à pressa. Cada nome entalhado ascende, não como uma mera inscrição, mas como um feitiço sussurrado entre as frestas do esquecimento.

Nem toda ausência é tratada pelo tempo. O tempo não se compromete com permanências. Passa por nós sem desculpas, sem aviso, sem oferecer alívio. Quando alguém que amamos morre, morre também uma versão nossa. Deixamos de existir daquele jeito. É como ter sua casa assaltada por uma ausência. Por isso, não se deve apressar a dor de ninguém. No luto, não se questiona o amor por quem partiu. No luto, deixamos de nos amar, e voltar ao amor próprio demora. Deixe a pessoa doer.

O luto não passa; somos nós que passamos por ele. É um caminho de fragilidades. Não há como sair de uma dor caminhando. Precisamos engatinhar até voltar a firmar os pés novamente. E demora até que essa dor vire saudade. Demora até que essa saudade vire gratidão. A dor é solitária, e você tem todo o direito ao seu luto, mesmo depois da licença do outro acabar. Cada um tem seu tempo de digestão.

No murmúrio de uma prece, na chama vacilante de uma vela, reside a certeza de que, do outro lado do mistério, alguém sorri — os eternos hóspedes da eternidade. Hoje, flores são depositadas por mãos trêmulas de emoção. Mas não é o frescor das pétalas que importa, e sim o gesto. É flor de ir embora. É uma homenagem ao laço que nem a morte é capaz de desfazer.

Inserida por Epifaniasurbanas

O dia 14 de maio

Acordei, no dia 14 de maio, esperançoso de auroras resplandecentes. Liberto, sim, mas ainda preso. Meu nome, outrora oculto nas sombras da escravidão, ansiava por um reconhecimento que jamais parecia chegar. Caminhei pelas ruas, indiferentes à minha nova condição de homem livre. A liberdade, dizem, é a mais preciosa das conquistas; todavia, ela se apresentava como uma dama esquiva, vestida de promessas que não se cumpriam.

Eu, que trazia a senzala na alma, vi-me entre o cortiço e a favela. Estes novos lares eram apenas novas formas de cativeiro, onde as correntes invisíveis da miséria continuavam a me atar à dura realidade. Subi as encostas na esperança de um dia descer, mas a promessa de descida era tão ilusória quanto a liberdade conquistada na véspera. Sem nome, sem identidade, sem retrato, eu era um espectro vivo; do lema da bandeira, conheci apenas as vielas do progresso.

No dia 14 de maio, ninguém me deu bola. Tornei-me mestre na arte da sobrevivência, fazendo do trabalho árduo meu sustento em um campo onde o futuro se mostrava tão incerto quanto o destino dos muitos que, como eu, foram libertos na letra, mas não na vida. A escola, um sonho distante, fechava suas portas, negando-me a instrução necessária para ascender aos degraus da dignidade.

Minha alma, contudo, resistia. Meu corpo, acostumado à luta, sabia que o bom, o justo, também deveriam ser meus. A certeza de minha própria existência, de minha identidade, tornou-se a âncora que me impedia de sucumbir às tempestades da indiferença. Mudanças só nos anos; sinto que ainda vivo no dia seguinte à abolição.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Mundo Azul

Ele caminha devagar na calçada,
como quem mede o peso do dia.
Apressados tropeçam nele,
mas ele nunca tropeça
na pressa do mundo.

Disseram que era estranho,
porque via o mundo por ângulos tortos.
Que culpa tem um espírito sensível,
se a sociedade se crê reta demais
para enxergar a beleza do desvio?

No intervalo entre duas palavras,
ele enxerga um poema inteiro.
No espaço entre um toque e outro,
ele sente tudo o que existe.

A falta de respostas assusta os outros,
mas o silêncio dele não é vácuo: é morada.
Ali dentro, onde poucos chegam,
há um universo à espera de tradução.

Inserida por Epifaniasurbanas

No nosso dia a dia encontramos muitos escorpiões ferrosos e cobras venenosas que na sua aparência tem um forma de gente, mas que na sua essência tem um conteúdo bastante tóxico.

⁠
⁠Valorize quem te valoriza, que pergunta como vai? Que pergunta como foi o seu dia? Que reclama ou cobra às vezes, é porque se importa contigo e te ama.

Inserida por Wallace78

Não crie expectativas esperando pelo dia de amanhã.Viva o agora!

Inserida por iolandabrazao