Lembre se que um dia eu te Amei

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O mundo não está em decadência por acaso; ele é empurrado, dia após dia, por decisões sem consciência.

Hoje em dia, usar ponto final já é sinal de ostentação, tem gente economizando até na pontuação, vírgula e exclamação!

Bom dia! Segunda-feira não é castigo, é recomeço. Toda semana traz a chance de fazer diferente.

A cada dia sou surpreendido pela decepção que surge quando as certezas sobre as pessoas se revelam ilusões.

As pessoas estão cada vez mais apressadas e sem paciência, presas à correria do dia a dia, esquecendo-se de ouvir, compreender e até de sentir. A pressa rouba a calma, e a falta de paciência afasta uns dos outros.

⁠Amanhã é outro dia.

⁠Domingo é o dia perfeito para renovar energias, conectar-se com a natureza e desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

Deus não muda o dia, muda quem decide confiar Nele (Nelson N. Locatelli)

No girar do tempo, o mundo floresce,
Pois hoje o dia é todo seu, e a vida agradece.
Mulher de força, de graça e de brilho sem fim,
Que cultiva sorrisos como quem cuida de um jardim.
Que seu novo ciclo seja um mar de conquistas,
Com horizontes abertos e as mais belas vistas.
Siga sendo essa luz que encanta e inspira,
A nota mais doce em qualquer melodia.
Parabéns por ser quem você é!

Querido Papai do Céu, venho aqui te agradecer por mais esse lindo dia em minha vida. Agradeço por tudo o que tens feito mim, por meus filhos e amigos. Senhor, meu amor e minha fé por ti é com certeza uma grande bênção... Obrigada, Deus, por estar ao meu lado e ao lado dos meus!

Levante-se e tenha esperança de que algum dia você chegará aonde quer ir, só não tenha pressa de chegar no topo.

"Sempre haverá dia de tristeza, de alegria, de reencontro, de saudade e principalmente dias de recomeço."

⁠❤
As pessoas que amamos estão sempre conosco.

Durante o dia em pensamentos.
Durante à noite em meus sonhos.
Na procura incessante da minha última dose.

"Teu cheiro; meu vício.
Meu pecado sem culpa."

❤

Capítulo — 14 de Outubro, 4h20


Era dia 14 de outubro.
04h20 da manhã.


O portão ecoou com um grito.


— Carolina!


Reconheci a voz do meu primo. Não éramos próximos. Ele não apareceria ali, naquela hora, por qualquer motivo comum. Antes mesmo de levantar da cama, pensei: alguém morreu.


Meu marido foi atender. Eu fiz o que sempre faço quando o nervosismo me invade: corri para o banheiro. Era como se o azulejo frio e a porta fechada pudessem me proteger do que quer que estivesse por vir.


Quando saí, ele já havia voltado.


— Sua mãe está em Saquarema, na casa da irmã. Passou mal. Está no hospital.


Meus dois filhos dormiam. A casa estava em silêncio, mas dentro de mim algo já gritava.


— Cuida das crianças. Eu vou pra lá ver minha mãe.


Comecei a arrumar uma mala às pressas. Ele tentou me convencer a não ir.


— Não precisa. Sua irmã disse que, quando você chegar, provavelmente ela já vai estar de alta.


O telefone dele tocou. Era minha irmã.


Estranhei. Por que ela ligaria para ele e não para mim?


Ele desligou e repetiu a mesma história: que eu não precisava ir, que não era grave.


Continuei arrumando minhas coisas.


Então ele disse:


— Procura um documento da sua mãe. Ela foi para Saquarema sem identidade.


Parei.


Minha mãe nunca sairia sem documentos. Nunca.


Peguei o telefone e liguei para minha irmã.


Assim que ela atendeu, fui direta:


— O que aconteceu com a minha mãe?


Do outro lado, silêncio. Depois:


— Teu marido não te deu o recado?


— Ele disse que ela estava internada.


Então ouvi o som que nenhuma filha deveria ouvir: o choro quebrado de uma irmã tentando ser forte.


— Carolina… nós perdemos a nossa mãe.


Eu sabia o que aquelas palavras significavam. Mas meu cérebro se recusava a aceitar.


— O quê? — repeti.
— Nós perdemos a nossa mãe.


Ela repetia. Eu repetia.


Até que ele tirou o telefone da minha mão.


Fiquei sentada na beira da cama por uns dez minutos. Ou talvez uma vida inteira. Eu me senti como uma criança de três anos perdida numa feira, olhando ao redor e não encontrando a mão que sempre segurou a sua.


Senti um vazio brutal. Uma dor física no peito. Um rasgo.


Respirei fundo.


Como vou contar para os meus filhos?


Fiz café. Esquentei o leite. Preparei pão com queijo e ovos. A rotina parecia cruelmente normal. A cozinha tinha cheiro de manhã comum, mas nada mais era comum.


Acordei as crianças.


Tomamos café.


Ao final, disse:


— Filhos, a mamãe tem uma notícia muito triste.


Eles se sentaram no sofá. Eu fiquei de frente para eles.


— A vovó estava passeando em Saquarema. Ela passou mal, foi levada para o hospital… mas infelizmente não resistiu.


Eles se abraçaram e choraram. Havia tristeza, mas também uma serenidade que me surpreendeu. Talvez porque o amor que ela plantou neles fosse maior que o medo da morte.


Meu marido ficou com as crianças. Eu precisava fazer o que ninguém queria fazer.


Dar a notícia ao meu pai.


Entrei na casa que, a partir daquele momento, deixava de ser “a casa dos meus pais” para se tornar apenas a casa do meu pai. Eu tinha a chave.


Ele não estava lá.


Comecei a procurar a certidão de casamento — necessária para emitir a certidão de óbito. Enquanto isso, ligava para tios, tias, amigas, primos. Minha mãe era amada. Muito amada.


Quando meu pai chegou e me viu ali, tão cedo, estranhou.


— Quem morreu? — perguntou, direto.


Respirei.


— Minha mãe. Sua mulher.


Ele sentou.


Expliquei como soube: que ela passou mal na casa da irmã, foi levada à UPA, depois transferida para o hospital de Bacaxá. Que, no caminho, teve um infarto dentro da ambulância. Que tentaram reanimá-la. Que não conseguiram.


Ficamos sentados na varanda esperando minha irmã chegar.


Quando o corpo chegou, já era fim de tarde. Foi levado direto para a capela, no mesmo local do sepultamento.


Meu filho ficou em casa com uma prima. Minha filha foi comigo. Meu marido também foi, mas ficou distante. Não me amparou. E, naquele momento, eu não tinha espaço para analisar ausências. Eu só queria me despedir.


Minha filha e eu entramos juntas na capela. No caminho, ela foi abraçar parentes. Eu tracei uma linha reta até o caixão.


Lá estava ela.


Inerte.


Coberta de flores brancas. O rosto pálido, mas sereno. Vestia uma camisa de Nossa Senhora de Fátima, sua devoção maior.


Eu me plantei ao lado dela como uma guarda.


E não saí mais.


Aquela era a última vez que eu estaria ao lado da mulher que me deu a vida e nunca poupou esforços para que eu vivesse bem. O choro começou contido, mas a certeza de que nunca mais teríamos nosso café da tarde juntas me atravessou como lâmina.


Deram-me quatro tranquilizantes.


Nenhum fez efeito.


Nada me tiraria dali.


Quando avisaram que era hora de fechar o caixão, pediram que todos saíssem.


Eu disse:


— Eu não saio. Pode fechar na minha frente.


E assim foi.


Seguimos em procissão até o jazigo. Houve oração. Falaram de Nossa Senhora, como ela gostaria. O caixão desceu.


Aquele era o fim.


As pessoas começaram a ir embora. Mas meus pés não se moviam. Era o último dia. A última imagem. O último adeus físico.


Minha filha, minha irmã e minha prima ficaram comigo.


— Ficamos aqui o tempo que você precisar — disseram.


As horas passaram.


Até que minha prima falou, com doçura:


— Vamos? Já está na hora. Sua filha está cansada. Seu filho te espera.


Olhei para o jazigo e, dentro de mim, falei:


— Mãe, eu ficaria aqui por dias. Mas a vida continua. E eu sei que você ama seus netos. Vou cuidar deles o dobro do que já cuidava.


Respirei fundo.


E fui embora.


Sabendo que, naquele 14 de outubro, às 4h20 da manhã, eu deixei de ser filha no mundo —
mas passei a carregar minha mãe inteira dentro de mim.

Acho que devíamos só viver.
-Humildemente todo dia.
--Sabendo que a alegria,
-----É projeto de saber,
-----Deus em sua magia.
Nos mostrando o alvorecer.

A empatia.
Gera alegria.
Qualquer dia.

A cada dia que passa, mais uma bomba cai sobre valores e dignidade nesse país manchado de ódio, distorcendo por completo o que é certo e inegociável. A cada dia que passa, barbaridades são mascaradas e pessoas choram sangue buscando uma ajuda que se apequena dia após dia. Até quando os dias vão passar? Crimes não punidos, dores não cessadas... enquanto sorrisos são perdidos. Não podemos nos calar, porque esse é um silêncio que mata!

⁠A lua ainda brilha toda pomposa e formosa em dia claro, ao amanhecer.
E que assim façamos como ela,
nao deixe seu brilho ofuscar em momento algum nesta vida, não vale a pena.

Rosicler Ceschin

⁠O dia do nosso "sim". A minha melhor escolha é você. Desejo que todos os sentimentos especiais e puros do dia do nosso casamento alimentem o nosso amor para sempre.
Você é meu pedaço de céu na terra. Que a nossa caminhada seja de muita parceria, cumplicidade, respeito e paz.

O mundo cada dia mais violento,
cada dia mais longe de Deus.