Lembre se que um dia eu te Amei

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O luto de um amor vivo me mudou.

Antes eu achava que amar alguém
era permanecer custe o que custar.
Hoje eu sei:
amor bonito também é saber soltar
o que já não floresce.

Tem ausência que dói,
mas também acorda a gente pra vida.

E foi depois da tua partida
que eu aprendi a me escolher,
a cuidar do meu coração
e a nunca mais aceitar migalha
onde eu oferecia o mundo inteiro.

⁠Eu desejo que você se liberte desse peso que tem carregado, que encontre coragem para seguir um novo caminho, um caminho que te faça verdadeiramente feliz. É doloroso assistir enquanto se machuca, mas entendo que o processo de autoconhecimento e superação é único para cada indivíduo.

Lembre-se de que você merece sentir-se bem e plena em todos os aspectos da sua vida. Não aceite menos do que isso. Escute a sua voz interior e permita-se trilhar um novo caminho, onde a felicidade genuína possa finalmente florescer.

Eu estarei aqui, acompanhando a sua evolução e vibrando positivamente para que esse despertar chegue logo. Você é capaz, e acredito que encontrará a paz que tanto almeja...

-Edna Andrade

Eu sou apenas um rapaz latino-americano,
Sem dinheiro no banco,
Sem parentes importantes.


Mas nesse instante,
Eu faço emergir todo o amor que há na terra,
Falo para aqueles, por aqueles e para ela...


Todo amor que há na terra,
Mas nem todo amor que possivelmente encontro
Em jantares à luz de velas.


Pois seu amor por mim vela,
Mas vela numa imensidão que me carrega e me leva,
Mesmo sem a sua percepção,
Que parece ser uma cor fraca na sua aquarela.


Nesse vazio demográfico, país tropical,
Todo mal cai por terra ao avistar o teu astral.
Me sinto preenchido, me sinto sensacional!
Sujeito de sorte: Ano passado eu morri,
mas esse ano fiz um cavalo de pau.


Não satisfeito, lembro de São João Paulo
E sinto a solidão original.
Se tua aquarela se estendeu ao ponto
De eu não tê-la totalmente decorada,
Então me abraça, me leve
E me faça da sua fantasia.


Fantasia que vem do Grego,
Mas se agregou ao Latim.
Se eu te amo, eu te vejo
E se eu te vejo, eu choro por ti


Porque se um dia precisar
Hei de regar, hei de cuidar do teu jardim
E enquanto não chega a morte, ou coisa parecida, ou coisa parecida
Aparecida, rogai por mim!

Eu te vi hoje…
não só hoje, mas sempre te notei —
como não notar?
Você foi um sonho pra mim,
meus olhos brilham só de te ver.
Você, pura como um anjo,
dos olhos castanhos
e do sorriso reluzente…
Esse seu jeito
me pegou de repente
e não quis mais me soltar.

Isso que eu estou pontuando não é uma opinião mas sim um FATO, um Conhecimento que deve ser entendido e é aderido pela maioria dos seres humanos: "O impacto da sua ação é o que eu sinto, não o que você pensou ao realizá-la."

Um dos meus maiores desejos ao entrar na psicoterapia era descobrir quem eu era. Após cinco anos me deparo com o mesmo questionamento. Me deparo com o mesmo questionamento mas, o que mudou, foi o espanto da descoberta. Se segue assim, no inicio: o mundo. Logo depois vem a ideia: associação livre. Quando a apreendi, nunca mais parei. Meu inconsciente não se segurava mais. Ainda o seguro. Estava prestes a descrever uma série de etapas que se seguem quando se quer seguir etapas afim de obter uma máxima quando percebi que, depois da associação livre, me perdi. Descobri tantos novos caminhos. Poderia falar da série de fragrâncias com cheiros exóticos que descobri: sangue, plástico, pele, iodo. Não, não era isso o que queria dizer. O que quero dizer é que: aprendi a gostar de fragrâncias! Lembro de quando era pequeno, ia ao mercado central da cidade. La encontra-se de tudo: Galinha, pombo, cobra, rato, queijo, tempero, goiabada. Tudo isso misturado me gerava uma extrema náusea - odor fétido. O estranho que, depois de organizado, se tornou cheiro. Sei que, quando criança não era capaz de distinguir todos os odores, acabava misturando tudo em uma coisa só. E ai vinha um odor fétido - que não pode nem ser chamado de cheiro. Ah.. as produções humanas. Todas sempre me fascinaram assim como seus criadores. Gosto mesmo é de pegar um pensamento e escamá-lo. Moldá-lo. Emaranhar-me em sua elasticidade, tocá-lo de dentro para fora a tornar visível externamente o relevo de meu toque sob a superficie. Depois quero virá-lo do avesso. Durante o processo, caso o locutor se perca assim como perde-se entrando em uma rua desconhecida, seu corpo é passível de acomodar-se entrando em sincronia invertida, descompasso de onda - pulsar, assim como se faz o coração: Tu dum. Percebe, entre o _Tu_ e o _Dum_ existe um espaço, eles não são no mesmo tempo mas também não são espaços iguais em tempos diferentes. Uma vez li que a diferença de um pulsar para o outro indica a capacidade do ser vivo de se adaptar e permanecer vivo em meio as mudanças. Quem diria que, através do coração se pudesse saber da mente. Milênios que separam a mente do coração. Nunca pensamos na possibilidade de serem um sistema conjunto. Meu coração bate, minha mente age. As vezes minha mente bate de frente, mas meu coração não mente: age! Não é todo dia que isso acontece, mas quando acontece, sinto que posso enfrentar o mundo: A brisa do amanhã oferece, ao encontrar-me em meu caminhar, um suspiro aldeídico de esperança - movo-me, ajo! Os dias ordinários continuam, o que muda é a lente ocular. Foi tarde que descobri a possibilidade de troca. Claro, está muito abstrato. Amiúde, quando lhe desabrocharem as graças, troque-as. A mudança exige um certo tipo de expertise. Esteja disposto a encontrá-la e aprimorá-la, afinal, ninguém anda por ai com os óculos sujos. Mas chega de falar de óculos até porque, não faço uso. As vezes não enxergo. Não por falta de luz. Não enxergo à luz do dia! Não como Diógenes. Não enxergo pois estou tão entranhando em uma linha de pensamento que, as vezes esqueço de processar as imagens que estão sendo recebidas e processadas. Deixo esse processamento em Stand-by. Ah como seria bom se pudéssemos levar as coisas mais no stand-by. Logo sinto um calafrio, assusto, começo imediatamente a ação mecânica de analisar e categorizar toda luz que entra nesse cano que chamo de olhos. Não sei, poderia falar mais quanto quisesse. Não estou falando! Me dispus de um tão mais renomado trabalho, o da seleção de palavras para dizer - mas dizer o que se não falo nada? A diferença entre dizer e falar é da mesma natureza ontológica entre hear e listen, no inglês. Seguimos com o exemplo:


Can anyone hear me?


Alguém pode me ouvir?


Curiosamente podemos escrever e traduzir:


Are you listening to me?


Você esta me ouvindo?


Percebe? O emprego de duas palavras, em inglês, distintas se deu em uma tradução, em português, idênticas.


A diferença esta no afeto. Há sim! As palavras afetam. Primeiro: Nossas cordas vocais geram ondas físicas que são percebidas por partes do nosso aparelho auditivo que separam e, com a ajuda do cérebro organizam o som para nosso entendimento. Ufa...! Não só isso, estava prestes a dizer o modo que a diferença ontológica entre hear e listen se dá: Hear é vago, pense, podes ouvir um ruido na rua de um carro. O som se torna tão insignificante que sei bem que mal percebeu. Agora, acredito que, ao primeiro contato da onda do som de um homem aos berros aos seus tímpanos, o interesse florescerá e a atenção será furtada de modo tão sutil como o da arte dos batedores de carteira. Define-se essa diferença ontológica através da atenção do ser que se coloca naquilo. Quando se fala, se pode falar qualquer coisa, minha mãe dizia: Até papagaio fala! Mas quando se diz, deposita-se a verdade da existência de si ao que está sendo proferido: Quando digo Digo, digo Digo, não digo Diogo. Quando digo Diogo, digo Diogo, não digo Digo. Na maioria do tempo estamos falando - ah, e como falamos! Mas quando queremos dizer algo, em inglês diríamos: _I mean it_. Em tradução literal: Eu significo isso. Em tradução livre: quero dizer. A palavra interpola entre a ideia e o ser da coisa, o sentido. Nem sempre funciona muito bem, mas pra isso, temos as outras artes. Claro, como exprimir os infinitos pensamentos do ser humanos nas palavras? Delas, faço de instrumento. E, nessa repetição mecanicamente instrumental que é falar, um dia, disse. Disse: Não quero ser! Mal sabia o que era, mas, o que era, não me dizia mais. Mal sabia se era, mas se o era não queria mais o ser. Quero ser! Mas o que ser? Não sei, quero ser, não importa o que ser, além do mais, passei a achar o ser em seu singular muito tedioso. Quem é, é! Não há de ser outra coisa. Se a maçã é vermelha é porque é! A não ser que seja maçã verde - não é. Nunca vi uma maçã cor de rosa.
E se um dia eu, como maçã, não querer mais ser vermelha? A quem devo à suplica de meu ser? Pergunto pois, no mesmo instante rogarei: quero ser cor de rosa! E se o Deus das maçãs escutar as minhas preces, ficarei feliz ao saber que, ao mínimo pigmento que cobre a superfície lisa e brilhante de meu ser, fui inventada enquanto maçã. Bom, é da palavra que tenho então hei de usá-la! Usarei-a sem sentido dessa vez: Biboca, Pimpolho, coração de neném, cão, gato, sapato, amianto, aparelho, internato. Proponho um desafio, já propus o dizer - e o falar - bem como o escutar - e o ouvir. Agora peço que, escute o que vou lhe escrever. Não. Não. Melhor. Escute as palavras. Não! Não! Melhor! Se escute as palavras que tenho a lhe dizer:
Biboca, Pimpolho. Coração de Neném. Cão, gato, sapato, amianto, aparelho. Internato!
Se pões atenção ao que se ouve, creio que tenha sacado de inicio o rimar das palavras antes mesmo de eu as dividir na ordem que devem ser faladas. Aqui _faladas_ pois aqui o que importa é seu som, não seu sentido. Repita mecanicamente e verá que criou-se do que se imaginava não ter serventia alguma, a mecanização instrumental de falar as palavras, uma rima! Usai-vos os sentidos! Acredito que a ideia acerca da existência de sentido quando a palavra falta tenha se lançado a luz da dúvida aos instrumentalistas de plantão. Repito: Para isso temos outras artes. Se o que tenho é a palavra, hei de usá-la. Desta vez, usarei-a com sentido: preciso ilustrar uma imagem que ganhe sentido através da palavra: eis o ser. Sendo assim, comecei a falar dizendo. Sempre que falo, digo! Sempre que digo, digo de mim. Por ai, digo que escuto o que dizem de mim e assim, sou sendo.

Eu não quero ser um Einstein. Eu quero ser o Matheus.⁠

Eu sou.....


[...]um homem que preza pela simplicidade e não vive de aparências, não tento agradar a todos, pois só digo que gosto de alguém quando é de verdade.


Não uso as pessoas e valorizo quem tem essa mesma integridade comigo.
Aprendi, com o tempo, que as palavras podem enganar, mas as ações sempre revelam quem as pessoas realmente são!

Eu poderia ficar acordado

apenas para ouvir sua respiração,

um sopro leve que embala a noite

como canção de ninar.



O seu sorriso, discreto e sereno,

floresce em meio ao sonho,

e ilumina a escuridão

com uma ternura silenciosa.



E quando você viaja distante,

eu permaneço aqui, quieto,

acolhendo a paz que encontro

só por estar ao seu lado.

Toda vez que afirmamos "eu sou", um fluxo positivo da divindade e realização vem até nós.

Legado

Tem um eu antigo rodando ainda em segundo plano, processo que eu não fecho, que ninguém vê fechar.
Ele escreveu meu nome em telas que não apago.
A memória do telencéfalo guardou o que eu era em alta resolução, indexada, pública.
Não vou formatar para fingir que nunca rodou.
Vou reinstalar sabendo de onde venho.
O vírus me mostrou onde o sistema era frágil.
Agradeço, e atualizo.

No teu olhar


Eu viajei no teu olhar sem perceber, e encontrei um lugar para permanecer. Me perdi no brilho dos teus olhos cor de mel, e desde então nenhum outro brilho parece tão fiel.


— Patrick Wallace

entao eu gosto de um menino e ele gosta um pouco de mim o amigo dele disse. hoje eu tentei falar com ele e ele ficou todo vermelho. e pelo amigo dele eu consigui o numero dele gente eu nao sei o que fazer

Eu acredito que sou bom, mas não porque existe um Deus olhando os meus atos, e sim porque é o correto a se fazer. Não acredito que Deus seja um ditador ou um julgador das nossas ações, mas sim que Ele seja a nossa própria consciência. Nós mesmos nos julgamos como bons ou ruins, conforme os nossos atos.Por isso Jesus disse que seremos julgados da mesma forma que julgamos.


NAMASTÊ!"

Eu guardo em mim
Um deus, um louco, um santo
Um bem e o mal

Não é só pelo fato de simplesmente te dizer um eu te amo, mais te provar isso com ações, a forma mais linda de expressar o sentimento por alguém,na forma como te olho, na forma como te trato,e como sempre estou ao seu lado, eu te amo minha princesa, agora e sempre!!!

"TUDO EU POSSO FAZER, MAS NEM TUDO ME CONVÉM" Apóstolo Paulo. Este conselho é um freio para não praticar o mal. A prática do mal, faz parte das pessoas: O próprio Paulo disse: "O bem que eu quero fazer não consigo, o mal que eu não quero, eu faço a todo instante" Ademar de Borba

Hoje eu vejo a igreja muito mais como um trabalho da minha humanidade do que da minha espiritualidade. Porque, sinceramente, me conecto muito com Deus quando estou sozinha, na minha casa, orando e falando com Ele de forma espontânea. Mas ir ao templo religioso me ajuda a olhar mais pro outro, exercitar humildade e viver a fé de forma mais coletiva.


Alexsándra Duárte

"Toda autobiografia é um pedido silencioso para que alguém diga: eu ouvi você."


(Osman Matos, séc. XXI)

Um hipopótamo falante.



Era uma vez, um hipopótamo falante. Eu estava passeando pela selva, numa caminhada alucinante, em busca de aventura, quando tive a necessidade de atravessar um grande rio cheio de jacarés. Era tarde do dia, e sentei-me a beira do rio para meditar em como atravessar esse rio cheio de predadores. Tive a ideia de criar uma canoa, mas estava sem materiais para isso, e resolvi atravessar nadando quando todos os jacarés dormissem. Os jacarés dormem geralmente, ao iniciar a noite, e assim sucedeu, no entanto, eu teria que ir sorrateiramente, sem fazer nenhum barulho para não acordá-los e assim o fiz. Ao entrar no rio, passei a nadar, silenciosamente, no entanto, entrei numa correnteza, e tive de nadar com mais força, quando de repente, acordaram todos os jacarés ali presentes, cerca de uns cinco jacarés que vieram em minha direção, famintos de carnes. Eu nadei mais depressa o possível para atravessar seguro, mas esses répteis gigantes, eram muito mais rápidos que eu, e se aproximaram com muita velocidade, quando observei uma boca gigantesca vindo em minha direção, pronto para devorar-me, fechei os olhos e esperei a bocada. Enquanto esperava, algo surpreendente aconteceu, um hipopótamo apareceu e tomou a frente do ataque e afastou os jacarés com grande desempenho e força. E lutou com todos eles, mostrando quem era mais forte. Após tê-los afastados, o hipopótamo aproximou-se de mim, e num impulso colocou-me em cima dele e levou-me para o outro lado do rio, para onde eu pretendia ir. Eu estava espantado, mas muito feliz por ter sido salvo, e não sabia como agradecer ao hipopótamo, que me deixou na beira do rio e com um olhar profundo, soou um grito semelhante aos humanos. Eu observei esse grunhido e percebi uma semelhança com os humanos, no entanto, não acreditava que eu entendia o que o animal expressava, e muito menos que ele falava como nós, humanos. Foi então, que novamente fitando-me, eu ouvir o hipopótamo dizer claramente, “tome cuidado nessa selva, bom amigo humano”, então caiu sobre mim, mais um espanto, conheci um hipopótamo falante, que simplesmente deixou-me ali na beira do rio e foi-se vagarosamente para onde estavam seus familiares. Eu não acreditei no que me havia ocorrido, um hipopótamo falante! Como pode tal proeza? Nada mais espantoso, o fato de ter sido salvo por um animal, até aí tudo bem, mas ouvir do bicho falar-me para tomar cuidado? Isso com certeza, foi além da normalidade. Por fim, enquanto ele se ia, indaguei em tom de espanto, “amigo hipopótamo, você entende o que eu falo?”, e o hipopótamo disse, “sim amigo humano, eu posso me comunicar com você, qual o espanto?”. Eu não sabia o que dizer, estarrecido, pedi para que ele permanecesse mais tempo comigo, para conhecermo-nos sobremaneira, e questionei o seu nome. “Você tem um nome hipopótamo?”, ao que me respondeu, “Hipopo” e em seguida, perguntou-me o meu nome, então eu lhe disse, “Human”. A partir daí, passamos a conversar. Perguntei-lhe se era o único animal falante e disse que sim. Perguntei como me salvou e ele disse que desde quando eu estava na beira do rio, estava observando-me e sabia do perigo que eu corria, e assim que entrei no rio, veio para salvar-me. Eu finalmente pude agradecê-lo como se fosse um ser humano, por que podíamos comunicarmos. “Obrigado Hipopo, por ter me salvado”, E ele disse, “não há do quê, nossos amigos jacarés, são mui famintos e qualquer presa eles devoram”. Perguntei-lhe, se já havia falado com outro ser humano como eu e ele disse que não. Perguntei-lhe como sabia que eu podia comunicar-me com ele, ele disse que não sabia, mas quando eu estava no rio, eu grunhia igual os hipopótamos, por isso, ele entendeu e ficamos felizes por isso. Então ele me convidou a passear pela selva, e conhecer um pouco mais a vida selvagem. Perguntou-me a razão de estar ali, cheio de perigos e mistérios, disse que vivia na cidade e conhecia bem, mas que preferia viver na selva longe de muito barulho. Ele compreendeu, fomos caminhar. Então ele ensinou-me muitas coisas sobre a selva, os animais mais fortes, os mais fracos, como viviam e como faziam para viver. Reclamou que uns comiam uns aos outros, uma verdadeira comilança para sobreviver, a vida na selva. Eu perguntei-lhe do que alimentavam-se os hipopotamos, e ele disse que das grandes arvores, e dos seus frutos, mas haviam muitos animais que devoram outros animais, como o leão, as hienas, jacarés etc. Estava muito triste quanto a isso e me disse para tomar muito cuidado. O Hipopótamo, a pesar dos demais animais, inclusive o leão, a águia, era o mais sábio da selva, pois tinha o poder de comunicar-se com um humano e esse humano era eu, que podia comunicar-me com ele, sendo eu, também o mais sábio dos humanos. E agora, aprenderíamos um com o outro sobre as duas formas de vida, a dos animais e a dos humanos. Eu contei para ele, das guerras, das coisas boas e ruins dos humanos, e ele me disse que além dos animais comerem uns ao outros, os humanos vinham e os capturavam e os matavam e que não gostava de humanos maus, que feriam a selva, mas que comigo, viu um bom humano. Então eu disse para ele que seria o protetor do mundo animal, juntamente com ele, por eu ter a capacidade de me comunicar com os humanos, e ele por sabe se comunicar com os animais, me protegeria na selva. Ambas a selvas precisavam de seres bons.