Textos e poesias para legenda de foto

Permaneça forte em todas as estaçÔes da vida. ⁠

Inserida por MiriamLeal

E ela abria-me os braços. E eu ficava.

Amigos eu tenho muitos. VocĂȘ eu quero em minha cama.

"Mas se eu parar de te procurar, aĂ­ Ă© a sua vez de me entender."

Poucas coisas eu domino tĂŁo bem
quanto a arte de apertar a tecla 'Delete'.

EstĂĄ doendo, irmĂŁo? Eu estou ligado. Isso aĂ­ se chama amor!

SIM, EU SOU DE GÊMEOS!!
= NĂŁo aguenta? Bebe leite. :)

Eu acredito em amores eternos.
= Tenho vĂĄrios deles! ;D

Nenhum lugar pode ser realmente interessante
se eu nĂŁo frequento ele. ;D

Para eu amar-te devias
Outra ser e nĂŁo como eras.

Machado de Assis
CrisĂĄlidas (1864).

Nota: Trecho do poema Erro.

...Mais

vocĂȘ
nĂŁo sente a minha falta

e eu
sem ti

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Poesia Reunida. Porto Alegre: L&PM, 1999.

... eu que me perdoei tudo o que foi grave e maior em mim.

Clarice Lispector
A paixĂŁo segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu vivo voltando a ir embora.

Eu nĂŁo posso causar mal nenhum a nĂŁo ser a mim mesmo.

Hoje eu queria alguém que me dissesse que eu não precisava me preocupar.

Se eu me visse na terra lĂĄ das estrelas ficaria sĂł de mim.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Felicidade clandestina.

...Mais

Que eu nĂŁo perca a capacidade de amar, de ver, de sentir.

E no momento em que se confessa a precisĂŁo, perde-se tudo, eu sei.

Vivo sem explicação possível. Eu que não tenho sinÎnimo.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.