Que Chato... Aqui dentro, vazio. Lá fora, a vida ululante? Tristeza é pedante...
Gente Boa... Incrível, você. E o teu jeito de ser, De bem querer...
Hum, Sei... Ciência e religião... Orar à Meca: Geometria. Não se misturam?
Reanimem! O ar parado. Árvore estática. Desanimado?
Meu Guia, Me Guia... Qual o sentido? Meu filho me olha: É logo ali, papai...
Iiiiáaaaa! Exausto, em casa. Golpeado, sem parar, Por belos ninjinhas...
Arte Moderna? Tudo espalhado. Brinquedos, algures. Ora, ror é amor...
Feliz, Enfim... Um dia lindo! Meus filhos rindo! E não me sinto findo...
Doce? Pele macia. Tez de criança. Me amacia...
Saindo do Armário? Escondidinho... E abre a porta: Buuu! E risos fluem, puros, do fundo...
Bobo... Não te quero! E você me beija, Desmentindo...
Que Fome... Que coxas... E minhas gônadas Ardem, roxas...
Alvorejar... Noite de amor... E o sol brilha, intenso, Amornando a dor.
Carinho... Mão no rosto. O rosto no ombro. Eu nas nuvens.
Em Contraste... Dedos ásperos. Tocam tua pele lisa. Tornado, brisa...
Não Perca Tempo... Tolo, lamentando. E a vida aí, fulgurando. Viver já é dádiva!
Deitado no Pátio... No varal, lençol. Serpenteia ao vento. Sob ele, vejo sol...
Mas Que Luz... Invasão solar... E fenestra é festa. Íris no quarto fechado...
Queimando... Ontem, incendiava. E hoje, jaz no leito, febril. Hipertermia nem sempre é bom...
Vagar Noturno... Ao relento... Sob doce sereno. Viver, sereno, é lento...
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.