Veja o que quiser... A casa, velha. Paredes, mofadas. Fungos, flores...
Iludindo... Olha nos olhos. Diz que me adora. Mentindo, até...
Faz Sentido, Afinal... Aquele silêncio. Tocando tua face. Enfim, cônscio...
Amor Cega?... Amava, tanto. Estava perto demais Pra enxergar...
Guia? Ando meio vazio... Exceto o saco, cheio. E tu, a que veio?
Não É Documento... Tamanho é muito relativo. Em teus braços pequenos, O maior abraço do mundo!
Fonte da Juventude... Um rádio velho. Toca músicas antigas. Eu, novo, de novo.
Noções, Nações... Culturas, tantas. Merecem respeito. Cada um, um jeito...
Me Olha... Olhar furtivo. Mas que eu vivo A perscrutar...
Morte, Sem Fé... Vejo todo dia. Num instante, foi. Mas, pra onde?
Alta Velocidade... No trem bala. A paisagem, lenta?, Me acalenta...
Espanha Antiga... Avenidas largas. Ruas, calles, estreitas. Paz sem tamanho...
Sei Que Vale a Pena... A vida é simples. Nós que complicamos. Como dois e dois...
Calma... É paradoxal... Na ânsia de fazer Certo, faço mal.
Muita Calma... É paradoxal? No afã de acertar, Faço o mal...
Fins Pelos Meios... Que besteira! O caminho importa! Final é só consequência.
Desumano? Que fúria! A razão some. Sou só um homem?
A Deus... Rosas brancas. Um cheiro de paz. Aqui, ora, jaz.
Depende... É sol ou chuva. Depende da sorte. É vida ou morte.
Pra Tocar o Céu... Prédios subindo... E o céu ainda longe. Mais fácil ajoelhar?
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.