Lamento pela Morte de um Ente Querido

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⁠Milênios se passaram, e seguimos sem resposta para duas grandes questões: de onde viemos e para onde vamos?

Nem a ciência explica, nem a religião garante. A única certeza é que estamos aqui — e que é preciso agir para existir.

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⁠Do nada, nada nasce.
Do tudo, tudo nasce.

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⁠Consenso ilumina
Consenso ensina
Consenso aglutina.

Consenso contamina
Consenso domina
Consenso extermina.

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⁠No casamento, pesos e contrapesos,
respeito mútuo, alicerces coesos.

Nem mando absoluto, nem submissão desmedida, mas diálogo, compreensão e justa medida.

Um pondera, o outro equilibra; juntos constroem a vida que inspira, assim o amor vive, cresce e não esfria.

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⁠Nem tudo que é novo interessa, nem tudo que interessa é novo.

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⁠Há novidades sem valor e valores que nunca envelhecem.

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⁠Desejo e moral, conflito estrutural, duelo existencial.

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⁠Só louco é feliz o tempo todo.

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⁠Reprimir para civilizar: o preço da convivência.

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⁠Sem repressão, não há civilização — só instinto e conflito.

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⁠Sem freio, a repressão vira opressão,
em excesso, traz a depressão.

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⁠Repressão em excesso não civiliza, traumatiza.

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⁠Civilizar é conter o instinto, sem anular o sentimento.

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⁠O impossível desafia as leis do universo;

O improvável desafia apenas nossas expectativas.

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⁠Há inclusão de corpos, mas exclusão de ideias divergentes; promove-se diversidade de identidades, mas não de pensamentos.

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⁠Diversidade, sim, desde que ninguém ouse divergir.

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⁠Há inclusão de corpos, mas exclusão de ideias divergentes.

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O capitalismo cultural deslocou o foco do modelo patriarcal hegemônico para o fortalecimento e destaque das pautas wokes — não por princípios, mas para ampliar seus nichos de mercado.

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⁠De fato, há uma convergência do capitalismo contemporâneo com pautas identitárias — especialmente quando essas pautas podem ser convertidas em imagem, marketing, consumo ou pertencimento a nichos.
Essa aderência, por vezes, não se dá por convicção ética, mas por oportunidade de mercado.

Ao mesmo tempo, observa-se uma divergência crescente do mesmo sistema em relação a ideias tradicionalmente associadas à ordem, à autoridade ou a papéis fixos — como os antigos ideais de masculinidade: o homem provedor, alfa, patriarcal, racional, contido.

Essas figuras, antes exaltadas pela publicidade e pela cultura de massa, passaram a ser vistas como símbolos de atraso ou opressão, sendo descartadas ou ridicularizadas nos novos discursos dominantes.

Trocam-se extremos sem espaço para síntese. Sai a rigidez do passado, entra a fluidez do presente — mas o radicalismo persiste, apenas com outra roupagem.

Em vez de integrar valores, seguimos substituindo um polo por outro, como se a sensatez fosse sempre sacrificada em nome da agenda do momento.

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⁠Indústria do bem, vitrine que convém:
vende compaixão, fatura como ninguém.

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