Lamento pela Morte de um Ente Querido
Fui além pensando que seria feliz, mas a força de gravidade foi imensa. Lamento pelo que não aconteceu.
Só Lamento!
Por você que não respeita o mandamento da Lei de Deus!
"Honrar Pai e Mãe"
Porque Pai e Mãe são sagrados,não devem pelos filhos serem abandonados!
Antes de falar que serve a Deus faça um auto exame porque seus atos serão cobrados,você vai ser julgado e pode ser condenado por um dia ter abandonado,aqueles que por você a vida toda foram dedicados!Não cometa esse grave Pecado!
A compaixão não deve ser confundida com dó (lamento) ou empatia (conhecimento da dor). Esses são sentimentos passivos que não nos levam ao envolvimento com o sofrimento dos outros.
Ele rasgou meu coração
Assim como o fogo
Parte a escuridão
Não houve choro
Nem lamento
Agora tenho um novo caminho
E sigo nele
Após alguns passos
A gente aprende
Que não importa o caminho
E sim a direção
Porque os obstáculos
Só servem para medir
O tamanho da sua paixão
E mensurar sua força
Não deixe ninguém determinar
A direção da sua vida
Quem não anda junto
Não serve
Nem para estar perto
Eclipse
A alma grita aos ventos, o que o tempo rasurou num lamento; para ti sou lua vazia em obscura melancolia.
O falso amigo é sempre falso!
Lamento quando descubro,
Que ao meu lado andei com falso...
Me arrependo amargamente!
Quando descubro de tamanha falsidade.
Ana Sara Manso
O Silêncio
A dor reinava enquanto o lamento ecoava
Na calada da noite barulhenta
É o silêncio que canta
A lei afronta
A lua se levanta e sua luz nos aponta
Nos dando o ar da graça
E clima para o movimento na praça
Footwork! Na correria pra ver o dia
Ninguém tem pressa
Alarme, luzes coloridas
Cidadão noturno se apressa
Predador não quer virar presa
Com uma carta na manga pra virar a mesa
Álcool pra quem tem sede
Meretriz pra quem tem fome
Na rua que é só o breu
Alerta sonoro que indica o céu
E preenche um vazio profundo
Regendo o submundo até o raiar do sol
Quando o sol nasce a melodia muda de tom
O silêncio que prevalece
A vida amanhece
E só escuta quem tem o dom
De um lado, cães rangendo dentes, buzinas
Do outro um breu
Regendo uma orquestra em cada esquina
Festa e cama na mesma calçada
Por ali caminha-se ofegante
Alguém filmando da sacada. Flagrante!
Frenagem de carro. Alguém correu
Por um instante, um insigth, um start
Passagem secreta pra um planeta inimigo meu
Paladar, tato, visão, olfato e audição
De fato se embaralham perdendo a função
Ora a escuridão tentando nos confundir
outrora alguém gritando: encosta aí!
Giroflex, luz na cara
Impediu José de se encontrar com aurora
Quando o sol nasce a melodia muda de tom
O silêncio que prevalece
A vida amanhece
E só escuta quem tem o dom
Tempo do fim
Morre-se a cada momento
No caducar do tempo
Sem se quer,
ter valia o lamento
De se é justo o instante
E num só solavanco
Num medo ofegante
A vez, faz-se saltimbanco
Tocando a paz interior
Num golpe franco
Despede-se do vigor
Da vida, assim,
Faz-se o tempo do fim
Lamento a decadência
das mentes improdutivas,
das almas que apáticas
olham o mundo à deriva,
sem nenhum interesse
ou envolvimento moral
ou emocional.
Amo a beleza do intelecto
e o vigor de uma inteligência implícita...
De uma mente inquieta e produtiva,
em gestos, em atitudes e silêncios.
Lamento
Eu que versejo sem rima,
Ah, pobre de mim!
Sem métrica e sem ritmo
Minha estrofe fica pobre
E pobres dos meus versos,
Que sem rima se perdem
Nas ricas rimas de tantos.
(Versos Livres de Luiz A Vila Flor)
Não desperdiço o que sobra, nem lamento o que falta. Guardo o essencial, acendo uma vela de gratidão, faço uma prece de proteção, e isso é tudo. Estar conectada não se trata de receber o que quero, mas sim de aceitar o que me cabe. Quando compreendo o destino respeito o universo, e ele retribui.
Carro de boi
Carro de boi
O seu lamento foi
A melhor lembrança minha
Dos meus tempos de criança
Onde tudo é esperança
Quanta saudade a minha
Mim escondia de noite e de dia
Dando trabalho a mainha
Quantas travessuras eu fiz
Sempre com sorriso largo
Tudo sujo do barro
Fui moleque, fui feliz
Enquanto o carreiro soltava o verso
“Vai boi magro, vai puxano esse carro
Finca o pé nesse chão
Rozinha ta esperano
Vamo embora cantano
Vê a flor do sertão”
Eu vivia esse sonho encantado
Sem esse fardo pesado
Que hoje pesa sobre os ombros meus
São marcas corroídas
E de lembranças vívidas
Porém o meu canto hoje, é tão triste quanto o teu.
(Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (03/05/2011)
SAUDADE
E o dia era só lamento
Lacrimejava o telhado com saudades dela
Nos dias de chuva tudo é mais difícil
O café na segunda xícara a esfriar
Ele ainda não se deu conta
De que ela se fora para sempre
Sua companhia agora, só a dor!
Lamento!
O dia nasceu,
O choro secou,
E eu? bem, não deu,
Triste ainda estou,
Me levanto da cama,
Tomo meu café,
Me sentindo um mané,
Errei, gritei, teimei,
Nem sei,
O frio toma conta,
E já perdi as contas,
De todas às vezes que tentei,
Tentei encontrar respostas,
Me queimei,
Mas não com o café quente,
E sim com o seu coração que sente,
Sinto muito, me perdoe,
Me deixe reparar o mal que te fiz,
Fique, acredite,
Você é o amor que eu sempre quis,
Vêm me diz que sim,
E eu te digo feliz,
Te amo minha vida,
E não importa o que seu medo diga,
Siga.
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