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Lamento pela Morte de um Ente Querido

Cerca de 445902 frases e pensamentos: Lamento pela Morte de um Ente Querido

A DOR O DELÍRIO E O
SOFRIMENTO VEM TUDO
DE UM SÓ LAMENTO
A FRAGILIDADE DO
CORAÇÃO DESTRUIDO
POR VOCÊ

⁠É que, a poesia às vezes, é um doce lamento da alma... Uma suave canção, tocada por arpas angelicais. Um misterioso encanto, que se esvai da imaginação do poeta.

Nordestina


No coração um lamento

Na vida uma esperança

Nordestina sim... com confiança!

LAMENTO
Meu lamento hoje não é por você, mas por ela que se entregou a um amor não correspondido, a um amor impedido de amar. Alguém que já cansou de se magoar, e magoar. Mas quem sabe ela conquiste e recupere esse coração machucado pelas circunstâncias, doido pela sua falta, e triste porque não tem mais o seu amor.

Arrependimento: Um covarde e seu lamento!

Também quero ser,
nem que seja por um momento,
mesmo que o resultado
seja o lamento de existir.
Sonhar, trilhar e insistir,
pois, mais vale uma vida
onde a liberdade de expressão é intensa
do que passar toda a existência,
sem ter voz, sem ideais, sem altruísmo,
subjugando ou negando, a própria essência.

Lamento de um universitário

Quero contar pra vocês
A minha dificuldade
Quando resolvi de vez
Enfrentar a faculdade
Os amigos deram risos
Eu passei pra jornalismo
Pra minha felicidade

Fiz matricula paguei tudo
Comecei a estudar
Já no primeiro período
Começou a complicar
Aula de filosofia
Foi ai que certo dia
Eu comecei a pensar

Como faço pra pagar
Se eu ganho seiscentos
Cem é para o aluguel
Pra feira levo duzentos
Ainda tem energia
Diminuindo a quantia
Só me sobrava trezentos

Minha filha disse pai
Estude que eu quero ver
O senhor ser jornalista
Escrever pro povo ler
Conte a sua dificuldade
Para os jovens da cidade
E Apareça na TV

Isso foi o que me fez
Acreditar que podia
Disse agora é minha vez
De ser alguém algum dia
As palavras da minha filha
Acenderam as minhas pilhas
Carregou minha bateria

fiz o primeiro período
Com muita dificuldade
Sacrifiquei o dinheiro
Paguei minha faculdade
Ai segui o meu rumo
Fiz matricula pro segundo
Sem pensar na vaidade





Estudei todo o semestre
Não pude pagar nenhum
Mas pensando em ser um mestre
Fiz um esforço incomum
Paguei todas as cadeiras
Não tava pra brincadeira
Pedi ajuda a oxum

Já no terceiro período
Quando fui matricular
Procurei um deputado
Pra ele me ajudar
E ele disse: mais homi
Coloque aqui o seu nome
A matricula quanto da?

Eu disse a ele doutor
Me preste bem atenção
A matricula é um valor
Mais não é só isso não
Eu devo dois mil reais
Se o senhor achar demais
Valeu a sua intenção

O deputado afrouxou
Mas mantel sua promessa
Chega o seu rosto suou
E falou estou com pressa
disse que estava com fome
Nunca mais vi esse homem
Acabou com minha festa

Esses políticos da gente
Quando é época de eleição
Promete salvar o mundo
Apontam a solução
Para salvar o seu povo
Que vote nele de novo
Que ele investe em educação

É mais eu não desisti
Procurei negociar
E ai não resisti
Me arrumei e fui La
Procurei a fundação
Pra me dar a solução
Pra poder continuar


Vou procurar seu Antonio
Vou ver se falo com João
Conto o que estou passando
Choro e peço ate perdão
Eu vou sensibilizar
Implorar para estudar
Mas com muita educação

Seu Antonio disse não
Ao desconto que pedi
Me mandou falar com João
Eu sai todo feliz
Fui La e não encontrei
Quis voltar no outro mês
E foi isso que eu fiz

Sai de santa Luzia
Pra patos sem um tostão
Eu tirei aquele dia
Só para falar com João
Pra pedir o meu desconto
Esperei que fiquei tonto
Mas não vi o homem não.

Me lembrei do deputado
Mas depois eu esqueci
Esperei o resultado
Da proposta que eu fiz
Juntei todo um apurado
Deixei o resto fiado
Tou devendo, mas feliz

Num país que se investe
Primeiro em segurança
Peço que não Mim deteste
Pois eu tenho a esperança
De um dia me formar
E o exemplo que vou dar
talvez mude umas crianças


pensava em continuar
Pra ter um final feliz
Tenho que finalizar
Pois o destino não quis
Que eu terminasse formado
Hoje estou desesperado
Muito triste e infeliz




Eu tive que desistir
Pois não consigo estuda
Essa luta eu perdi
Não consigo mais lutar
Só vivo desconcentrado
O pagamento atrasado
Sem dinheiro pra pagar

É amigos isso é á vida
De um pobre estudante
Que pensava que podia
Seguir um sonho adiante
Só pensando em estudar
E um dia me tornar
Um jornalista atuante

Aqui deixo o meu abraço
Aos colegas da faculdade
Desculpe pelo fracasso
Sei que vou sentir saudade
Podem ter uma certeza
Não mi viram por beleza
Mas sim por sinceridade

Vou guarda boas lembranças
Das amizades que fiz
Fico aqui na esperança
Daquilo que sempre quis
Quero ver todos formados
Quem sabe sou convidado
Ficarem muito feliz

Vou citar meus professores
Com os quais eu estudei
Todos têm os seus valores
Sabem o que ainda não sei
Motivos de inspiração
Dentro dessa fundação
Lembrança que guardarei


Flawbert foi o primeiro
Que deu aula em minha classe
É um grande pioneiro
Pedido que eu comentasse
Lembro ainda aquele dia
Sobre a tecnologia
Falou que eu estudasse




Depois encontrei Jair
Seu jeito me agradou
Quando saia da li
Ouvia seu rock rol
Eu juro daqui pro céu
Na Historia do papel
Me sinto quase um doutor

Cineide e seu português
Professora linha dura
Aprendi durante um mês
Muito de literatura
Hoje devo a essa guia
Toda essa minha poesia
Ensina com formosura

Ai veio misael
Cheinho de vaidade
Outro grande menestrel
Sempre falando a verdade
Deste fiz grande juízo
Na pratica do jornalismo
Me ensinou lealdade

Moises como educador
Ensinando a coisa seria
Falou com muito louvor
Do lead que se espera
Quem,quando,onde e por que
Como é, quem fez o que
No inicio da matéria

Das cadeiras que paguei
Todas foram importantes
Mas uma me deleitei
Por achar interessante
Brito como professor
Ele quem filosofo
Minha carreira brilhante

Eu só sei que nada sei
Mas sei que sei dar meu grito
Gosto de todos vocês
Mas eu tenho um favorito
Dentro da filosofia
Descobri o que queria
Graças ao louco do brito





Outro período me lembra
Mais um grande professor
Fissurado por cinema
Desenhista e escritor
Me mostrou qual o olhar
Nos filmes, que devo dar
Esse é o mestre castor

Edson esse professor
Grande amigo de batista
Por tudo que me ensinou
Mostrando pontos de vista
Tem o dom de escrever
Posso dizer pra você
Tu és um grande cronista

Rubens, esse é pancadão
Com sua ideologia
Sempre prestei atenção
Não gostava do que eu lia
Profissional de valor
PhD, um doutor
Em sua sociologia

Fabio mostrou que na net
Os portais são diferentes
Jornalismo na internet
Ele ensinou muito a gente
Muito simples é promissor
Mais um grande professor
Simples e inteligente

Silvia Felipe e Ada
São mestres no que ensina
Me animou na jornada
Professores que fascina
só falta um professor
Esse muito me ensinou
Alex La de campina

Falei de todas as cadeiras
Espero ter me lembrado
Sempre da mesma maneira
Pois estou desesperado
Os versos que aqui fiz
Neste momento infeliz
Espero ter agradado





Agora vou terminar
Procurando entender
Não vou deixa de estudar
Vou continuar a ler
Guardarei todas lembranças
Não perco a esperança
De voltar para aprender

Fiz pro uni passei perto
Estou tentando o fies
Torço para que de certo
Estou juntando os papeis
Se conseguir eu não paro
O curso pra mim é caro
Mais vale cada minreis

Não tenho mais condição
Fiz o que podia ter feito
Apelo à fundação
Se puder arrume um jeito
Varro classes da escola
É só me dizer a hora
Mais me der esse direito

Ta na constituição
O direito de estudar
Isso é educação
O país tem que pagar
Não pago por que não posso
Isso me dar um remoço
Vontade ate de matar

Se o Brasil fosse serio
Investia Cada milhão
Nesse grande ministério
Que não tem mistério não
Acabavam os problemas
E só aposta no tema
Invista em educação

Se o governo apostasse
As fichas em educação
Acabava com o impasse
De toda corrupção
Ai sim ordem e progresso
Ladrão não ia ao congresso
Nem ganhava eleição





Eu Sou mais um brasileiro
Vivo correndo a mil
Sou destinado e guerreiro
Neste torrão varonil
Não perco a esperança
Avança Brasil avança
Eu te amo meu Brasil.


AUTOR : BATISTA ALVES
ESTUDANTE DE JORNALISMO 3º PERIODO
NAS FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS (FIP)

⁠“O passado não pode ser mudado, nem deve ser motivo de lamento ou apego. Mas se queremos um presente leve e um futuro de prosperidade, precisamos fazer as pazes com o que ficou para trás — só assim ele deixará de influenciar o nosso destino.”

⁠Grito na voz -

A noite chega de longe
e traz um grito na voz ...
Um lamento de onde?
Vem do Rio até à Foz!

E eu que vivo tão só
procuro um amor profundo
e oiço esse grito na voz
por entre as paredes do Mundo!

É um lamento constante
que me parece estar só
na noite, fria, distante ...

E quanto dói o coração,
quanto dói a nossa voz
quando se veste a solidão ...

⁠No vazio que a alma carrega, a dor é um lamento,
A existência sem rumo, um abismo sem alento,
Em melancolia profunda, o coração sofre, ao relento.

Quanto vale a vida de quem se ama?
Se respondeu um valor — mensurou, ponderou; lamento dizer que qualquer resposta nesse sentido contraria o que propriamente é a vida, de quem ama e, por conseguinte, do que é o amor.

⁠Tudo o que eu tenho é Cristo! Isto não é um lamento. É um brado de vitória!

Você


Você é a canção doce de um amanhecer desconhecido – é o lamento dos pássaros que cantam, sinalizando, em meu coração descompassado, o amor. Amo-te assim, neste silêncio contemplativo, quase impassível, um tanto cálido, como o chão quente de quem pisa e sente. Esse menino espevitado, de sobrenome Diligência, escala os troncos das veias do corpo e, tenaz, na cavidade do peito, desembuça presença, agita tudo por dentro, na incoerência que desfaz a razão: ora paz, ora torrente, dias que me deixa dormente, sem mente para naufragar em outros barcos soltos no mar. Ávida por chegar aos braços do nada, desmancho-me, ancorada, entre fios de água que formam contas de terço, difundem-se em fé, correm pelas bocas castas como ladainha de beatas e rogam, como quem pede a santos, ateando-me nos braços da esperança, que vai de encontro à serenidade do seu corpo. E, assim, por fim, reencontro-me na lucidez do seu gosto e no chão firme da sua alma.

Eu não vejo o vento;
Mas sinto o seu sussurro como um lamento;
Quando as árvores se balançam e suas folhas se arrancam;
Observo queno vento é potente, é forte e raivoso;
De repente se acalma;
Se torna suave, balança meus cabelos, me refresca.
Este vento!
Que balança o mar e movem os barcos;
O vento que assusta e ao mesmo tempo encanta.
O vento que afugenta;
O vento que trás catástrofes é o mesmo vento que nos acalma.
Vem do oeste a leste.
Atravessam os trópicos da Terra;
Nos traz frio, nos traz a brisa.
O vento carrega coisas e nos trás a brisa.
O vento carrega coisas e nos trás a chuva, que nos limpa, nos renova.
O vento nos seca;
Ao mesmo tempo ele é vida, é riqueza.
É o ar que sopra onde quer.
Fico sem saber da onde vem, ou para onde vai.

Na escuridão abissal da alma, o silêncio ecoa como um lamento antigo, implorando por misericórdia e compaixão.
Um grito, nascido do assombro e do medo, ergue-se suplicante, rasgando o vazio:
— Tenha piedade! Estou à deriva neste oceano sem margens,
cercado de presenças espectrais, mas condenado à solidão absoluta e só,
como quem caminha entre sombras e jamais encontra repouso no devastado vazio..

Lamento de um Cavaleiro


Um dia eu te amei
Como nunca pensei
Hoje é uma lembrança
Do que poderia ter sido uma mudança


Aquela que foi dona do meu coração
Hoje me deixou na solidão
Pensando aqui nessa escuridão
A perda de uma grande paixão


Te deixarei partir
Da sua vida irei sumir
Como gelo a derreter
Meu sentimento irá desaparecer


Vc poderia ter sido tudo pra mim
Mas assim
A nossa história chega no fim.


⁠Um bom conselho sem um bom exemplo, Uma contradição, um grande lamento.
Falar sem praticar é irrisório,
Hipocrisia ou falta de amor próprio.

Crônica do Retorno à Vida: Do Abraço à Semente
O meu desejo não é um lamento pelo fim, mas um anseio pela dignidade final que o mundo moderno, com toda a sua tecnologia, muitas vezes nos rouba. Eu não peço a ausência da morte, mas sim a minha humanidade no momento derradeiro. E nisto reside a beleza e a verdade da vida que vivi.
É assim que eu sonho e exijo a minha partida.
Quero que seja em uma tarde tranquila. Não uma tempestade dramática, mas um entardecer suave, onde o sol entre pela janela do meu quarto, pintando a colcha com tons de pêssego e ouro. O ar não deve ter o cheiro frio de desinfetante e medicamentos, mas sim o aroma familiar de café fresco , aquele que o meu pai me ensinou a fazer todos os dias, quando eu acordava às 4h00 da manhã, e, talvez, o toque nostálgico , é um maravilhoso quindão que só a minha filha sabe fazer.
Eu quero estar na minha cama, aquela que conhece o formato do meu corpo e a sinfonia dos meus sonos. Não deve haver pressa, nem o bipe incessante de máquinas que marcam o tempo com crueldade eletrônica. O tempo deve ser medido por toques. Ao meu redor, os meus entes mais queridos. Eu me recuso à solidão fria dos hospitais. Eu quero o carinho totalmente diferenciado que sempre recebi em casa.
O que deve falar é o afeto. Eu quero a mão que afaga a minha testa, não para medir febre, mas para me dar calor. Quero o olhar que me encontra, não para checar a dilatação da pupila, mas para dizer: "Eu te vejo. Você está aqui. E eu te amo."
Eu sentirei, profundamente, que aquele não é um adeus frio, mas uma transição embalada. Cada carinho e cada sussurro serão as injeções de ternura que preciso. O meu espírito, ao se preparar para a jornada, estará aquecido, nutrido, cheio. E quando chegar o momento, não será um alarme, mas apenas um silêncio mais profundo, um expirar final enquanto o sol se põe.
A minha alma terá a certeza de que a última paisagem que senti não foi a frieza estéril de um hospital, mas sim o calor inconfundível de casa. E é esse afeto que irá comigo, como o mapa estelar mais precioso, quando ela partir para o espaço.
A Continuidade: Do Pó à Mesa
Mas a minha vontade vai além do último abraço. Eu não quero ser encerrado numa lápide fria. Eu não quero um túmulo. Eu quero ser posto numa fogueira, eu quero voltar ao pó para continuar a minha vida no espírito que irá retornar. A minha matéria não deve ser desperdiçada, mas sim distribuída pela Terra.
Que o que resta de mim sirva de estrume e adubo. Que eu seja misturado ao solo para que a vida nasça e brote. Que as minhas cinzas se transformem em alimento para que a colheita seja farta e possa nutrir essa população que passa fome no nosso mundo. Eu vim do pó, e ao pó retorno, mas não para o esquecimento, e sim para a utilidade. Que a minha última função seja a de alimentar e gerar, provando que o ciclo da vida é ininterrupto e que até o fim se pode ser generoso.
Que este desejo seja atendido, mas não tenham pressa, pois quero acumular ainda mais desses afetos que valem mais que qualquer fortuna.

Fui acumulando algumas cicatrizes ao viver. Fui cobrindo as feridas com um pouco de lamento, bem pouco. Muitas vezes deixava o riso solto e incumbia a ele a tarefa de absorver as dores. E o riso não me deixou na mão. Fez curativos tão precisos que em certos lugares nem marca ficou. Só as mais profundas, estas não tem jeito. Doem vez ou outra, mas é para que talvez eu me lembre de não cometer de novo os mesmos erros.

Eu lamento não ter o poder nas mãos para consolar a todos,
nem o poder de abraçar cada um.
Resta-me apenas fechar os olhos e, em minha mente,
fazer minha alma ajoelhar-se
e pedir ao Supremo que olhe por seus filhos.