Lamento pela Morte de um Ente Querido
Ele deixou cair no cinzeiro o cigarro que se apagara.
– Uma vez, quando eu era menor ainda do que você, brincava com um espelhinho à beira de um poço da minha casa, eu morava numa fazenda meio selvagem. O poço estava seco e era bonito o reflexo do espelhinho correndo como uma lanterna pela parede escura, sabe como é, não? Mas de repente o espelho caiu e se espatifou lá no fundo. Fiquei desesperado, tinha vontade de me atirar lá dentro para ir buscar os cacos de meu espelho. Então alguém – acho que foi meu pai – levou-me pela mão e me consolou dizendo que não adiantava mais nada porque mesmo que eu juntasse um por um os cacos todos nunca mais o espelho seria como antes. Sabe, Virgínia, vejo Laura como aquele espelho despedaçado: a gente pode ir lá no fundo e colar os cacos, mas tudo então que ele vier a refletir, o céu, as árvores, as pessoas, tudo, tudo estará como ele próprio, partido em mil pedaços. Veja bem, triste não é o que possa vir a acontecer... A morte, por exemplo. Triste é o que está acontecendo neste instante. Ela tem a cabeça doente, o coração doente. E não há remédio. Só o sopro lá dentro é que continua perfeito como o espelho antes de cair no chão.
Querido Sábado, seja bem vindo... vai entrando por favor, preenche minha vida de paz e amor, que nada e nem ninguém estrague o calor desse final de semana que esta iniciando,
que seja de bençãos, vitorias e alegrias!
Querido livro aberto...
sinto em lhe falar, que antes eu não tinha nada e no máximo que pode acontecer é continuar com nada.
Mas o meu coração diz que tem um coração bom, e verdadeiro.
Cada vez que perdemos um ente querido, nos voltamos para o mais profundo do nosso interior, e escutamos os gemidos inexplicáveis da nossa alma, em uma classe de dor, que somente o nosso espírito tem o dom de interpretar.
E enquanto as lembranças continuam a escrever as nossas histórias, os que ficamos, viveremos apoiados na esperança, de que algum dia, em algum lugar divino , voltaremos nos encontrar ... Em uma vida incorruptível e eterna.
Aprender a se ver através dos olhos de um ente querido pode ser um tremendo estímulo para o crescimento, assim como ser receptivo à crítica é parte de qualquer relacionamento importante.
Não há palavras para descrever a dor da perda de um ente querido, apenas o silêncio ensurdecedor deixado por sua ausência e a tristeza insondável que se infiltra profundamente nas fendas do nosso espírito, revelando as fragilidades emocionais do nosso ser.
Quando vejo pessoas desesperadas implorando cura para um ente querido que está prestes a deixar este mundo aos quase noventa anos, a única coisa que consigo pensar de tais pessoas é, não aprenderam nada na vida, estão aqui só para trabalhar, comer carne, beber cerveja e ouvir música.
Não deveríamos, jamais, fazer qualquer mal a um ente querido. Coisas simples como negar algo que podemos fazer, mentir, enganar, preterir etc. São nesses pequenos detalhes que ferimos e magoamos. Um dia a dor volta para nós e aí já não há nada para fazer. É chorar e lamentar.
O brilho da lua e das estrelas se-esvai
Eu sinto ao longe vindo uma leve brisa que consigo trás a escuridão
O brilho de tudo começa a se esvair
e tudo é engolido pela solidão
Os lamúrios da minha alma abatida somem com o fim da minha vida
Eu estou caindo em direção ao vazio de onde não há saída
O anjo da morte segura a minha mão
para me guiar em meio a escuridão
O anjo sorri e me diz: A sua espera acabou aqui jovem espírito abatido
Aqui a sua existência terá sentido
Este agora é o seu lar
Aqui você irá poder novamente sonhar...
Um dia vou morrer, afinal todos irão morrer, vão me enterrar, um fazendeiro muito louco vai me adubar e me transformar em um lindo pé de maconha. Só assim poderei saber que, mesmo depois de morta, continuarei fazendo sua cabeça!
Lamento sempre a perda de alguém querido, hoje me coloquei em um mergulho interno para buscar respostas para morte e neste momento lágrimas escorreram em meu rosto e juntamente veio o conforto no meu coração, porém não obtive respostas e certamente nunca as terei.
O que posso concluir é que tenho que “bater na mesma tecla” sempre, ou seja, não desperdicemos a vida com sentimentos egoístas, tristes, rancorosos, reprováveis, pois a vida se perde num piscar de olhos, portanto seja feliz, busque praticar coisas boas, invada a vida das pessoas positivamente, busque sempre o seu melhor e deixe o outro buscar o seu sem cobranças, procure fazer o que te faz bem para que nada seja em vão.
Motivos que levam ao suicídio: bullying, baixa auto estima, morte de ente querido, amores não correspondidos, depressão, etc… Eu sou uma provável vítima, tão certa que a possibilidade não me sai da cabeça. Sofro com tudo que citei e sofro também com a falta de coragem de não me render à faca da cozinha, à corda do balanço do meu irmão, aos remédios e produtos de limpeza que estão espalhados pela casa. Sou tão covarde que não consigo desistir. Em cada canto vejo uma possibilidade de acabar com tudo, mas optei por continuar, talvez a covardia seja minha maior coragem, pois decidi viver e encarar a vida com as armas e chances que tenho, mesmo com a sombra da vontade de dar fim a todo esse sofrimento.
A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.
O amor é quando alguém preenchia um espaço na sua vida, um espaço que ficava inteiramente vazio quando essa pessoa ia embora?
Não há nada a lamentar sobre a morte, assim como não há nada a lamentar sobre o crescimento de uma flor. O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte. Não reverenciam suas próprias vidas, mijam em suas vidas. As pessoas as cagam. Idiotas fodidos. Concentram-se demais em foder, cinema, dinheiro, família, foder. Suas mentes estão cheias de algodão. Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. Esquecem logo como pensar, deixam que os outros pensem por elas. Seus cérebros estão entupidos de algodão. São feios, falam feio, caminham feio. Toque para elas a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouví-la. A maioria das mortes das pessoas é uma empulhação. Não sobra nada para morrer.
Quando morre uma criança na favela, todo mundo devia de cantar...é menos um pra se criar nessa miséria!
Ansiedade, depressão, não é frescura ou coisa de gente fraca, e sim de quem já foi forte até demais.
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