Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Cada um deixa a vida como se tivesse acabado de começá-la.

Um livro é um grande cemitério onde, sobre a maioria dos túmulos, não se podem mais ler os nomes apagados.

Um herói é um indivíduo comum que encontra a força para perseverar e resistir apesar dos obstáculos devastadores.

Donde pode nascer o amor? Talvez de uma súbita falha do universo, talvez de um erro, nunca de um ato de vontade.

Amar é ver-se como um outro ser nos vê, é estar apaixonado pela nossa imagem deformada e sublimada.

O homem corrupto é um indivíduo fraco que perdeu as qualidades do homem equilibrado e justo.

As perguntas a que se responde com um sim ou um não raramente são interessantes.

Uma das funções principais de um amigo consiste em sofrer, sob uma forma mais doce e simbólica, os castigos que desejaríamos e não podemos infligir aos nossos inimigos.

A amizade é um navio suficientemente grande para levar duas pessoas com tempo bom, mas apenas uma com tempo mau.

Há um meio de se conseguir e de se ficar sendo por muito tempo mulher em evidência. Esse meio sempre surtiu efeito: é ser ajuizada com má reputação.

O orgulho é como um íman apontado constantemente para um objecto; a personalidade; porém, ao contrário do íman - ela não possui polo atractivo - repele em todas as direcções.

Um beijo legítimo nunca vale tanto como um beijo furtado.

O pessimista é um otimista com experiência.

Sou um homem simples. Tudo que eu quero é sono suficiente para dois homens normais, uísque suficiente para três, e mulheres suficientes para quatro.

É mais fácil para a imaginação compor um inferno com a dor que um paraíso com o prazer.

Num voo de pombas brancas, um corvo negro junta-lhe um acréscimo de beleza que a candura de um cisne não traria.

Erudição é a poeira sacudida de um livro para dentro de um crânio vazio.

A esperança é um empréstimo que se pede à felicidade.

É assim que o mundo termina,
não com um estrondo, mas com uma choradeira.

T. S. Eliot
The Hollow Men. In: Poems 1909–1925. Londres: Faber & Faber, 1934.

Sei que pareço um ladrão...
Mas há muitos que eu conheço
Que não parecendo o que são,
São aquilo que eu pareço.