Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Não vale nada um povo que não sabe defender a honra da sua pátria.

O governo, mesmo quando perfeito, não passa de um mal necessário; quando imperfeito, é um mal insuportável.

Um dos maiores prazeres da vida consiste em fazer o que os outros lhe dizem que você não pode.

Um editor de jornal é alguém que separa o joio do trigo - e publica o joio.

Governa-se um grande Estado assim como se frita um pequeno peixe.

Pensais honestamente, e por isso odiais o mundo todo. Detestais os crentes porque a fé é um indicador de estupidez e de ignorância; e detestais os descrentes porque não têm fé nem ideal. Odiais os velhos pelas suas mentalidades ultrapassadas, e os novos pelo seu liberalismo.

O que é um amante? Um instrumento no qual nos esfregamos para ter prazer.

Basta sujar um livro com notas e observações para se adquirir o título de homem de letras.

Um verdadeiro amigo é o maior de todos os bens e entretanto, é aquele com que menos nos preocupamos em adquirir.

O tempo dirá tudo à posteridade. É um falador. Fala mesmo quando nada se pergunta.

Descobrem-se maneiras de curar a loucura, mas não se encontra nenhuma para endireitar um espírito louco.

Toda a discussão reduz-se a dar ao adversário a cor de um tolo ou a figura de um canalha.

Quando um estúpido faz algo de que se envergonha, diz sempre que esse é o seu dever.

De um modo geral, o homem tem de andar às apalpadelas; não sabe de onde veio nem para onde vai, conhece pouco do mundo e menos ainda de si mesmo.

O trabalho é um doce passatempo.

O comportamento é um espelho no qual todos mostramos o que somos.

Por mais que a vida tenha um sentido, só conhece o combate eterno que os deuses travam entre si, ou, evitando a metáfora, só conhece a incompatibilidade dos pontos de vista últimos possíveis, a impossibilidade de regular os seus conflitos e portanto a necessidade de se decidir a favor de um ou de outro.

Max Weber
A Objectividade do Conhecimento

Não dura o mal onde não dura o bem,
mas é frequente um transformar-se no outro.

Um homem pode esquecer em dois anos o que levou vinte para aprender.

Não há, nunca houve, nem nunca haverá um homem que seja sempre censurado, ou um homem que seja sempre louvado.

Buda
Dhammapada, verso 228.