Lamento pela Morte de um Ente Querido
Medo? Tenho sim,pois sou humana,mas medo mesmo tenho de não conseguir viver minha vida com a morte batendo em nossa porta todos os dias!
"Pena de morte já existe, então vamos legalizar ela para ser tornar mais interessante a todos." Betho
o amor é profundo sendo singular a morte.
na beira do abismo sinto teu amor,
no apse dessa existência sois uma ilusão
para exterior do mundo tudo perdeu o sentindo,
com beijo que expõem num mar que secou...
Eu vi a morte, ela não é como dizem. Ela é silenciosa, rápida é não deixa vestígios ou rastro de vida. Ela anda pelas estradas do mundo, os anjos de Deus são os únicos capaz de livra-nos de suas mãos. Não faças planos quando a morte te visitar, na agonia da morte reconhecemos o quanto somos errados, até planos de mudanças fazemos. Porém isso se faz na plena vida, não na beira da morte. Esse é o maior erro do ser humano deixar Deus para ultimo dia.
Bobo da corte
Morte ao Rei!
Morte ao Rei!
Gritava (já no cesto)
a cabeça guilhotinada
do bobo da corte.
Deixou de ser bobo
logo após a morte.
É... nunca é tarde
para deixar de ser covarde.
Grand Finale: Vida e morte em quatro quartos. (25 - 50 - 75)
No final do primeiro quarto, aos 25 anos, aproveitando ou não, deixamos para trás na vida, a verdadeira e real melhor idade. Após termos curtido uma feliz infância, sobrevivendo as turbulências da adolescência, galgamos a maioridade. Lançado nosso barco em alto mar, só nos restou navegar, pois já desperdiçamos nossas melhores oportunidades do nosso tempo, ou não, no primeiro quarto. O gato tem sete vidas, nós só temos quatro quartos. E no primeiro deixamos nossos brinquedos, nossa melhor bicicleta, nossa linda namorada, todas nossas maiores aventuras, nossas bolas de gude, todas aquelas alegres tardes no parque, nossas cafifas, nossas bolas, nossos skates e patins, nossos melhores tablets, quiçá, nossos melhores amigos.
No final do segundo quarto, aos 50 anos, já com filhos da idade do nosso primeiro quarto, ou mais, ofegantes de tanto trabalhar e saudosos do que perdemos de vitalidade, somos aconselhados a tomar suplementos energéticos, pois tudo já vai começar a despencar, daqui até a metade do quarto seguinte, ninguém mais nos segura.
No final do terceiro quarto, aos 75 já estamos bem desgastados, mas bem experientes e velhos, o suficiente, para sermos considerados sábios e bem pacientes, em todos os sentidos, pois é neste momento que descortinamos todo o universo, como se o mundo estivesse na palma de nossas mãos, já bem delicadas, mas compreendendo como tudo funciona, de verdade, sem crer mais em todas aquelas mentiras que, desde a tenra infância, fomos obrigados a acreditar e engolir, goela a baixo, sem sequer poder pestanejar.
Quarto quarto, bem, duvido que a maioria esteja viva neste último quarto, este foi reservado aos possuidores de juizo perfeito, que cuidaram da saúde desde a primeira infância, ou tiveram pais inteligentes ou geneticamente saudáveis e não jogaram esta parte da vida fora, quando iludidos foram por falsas curtições com bebidas, cigarros e alucinógenos mil, inclusive os que, suposta e prejudicialmente, lhes forneceriam asas, sobrevivendo talvez a algum naufrágio do passado. A esta altura do campeonato estaremos todos mortos e caminhando para o devido esquecimento do que, para a maioria, foi uma inútil e miserável vidinha, só nos restando dormir, para sempre, sem ir para lugar nenhum, muito menos lá em cima, uma vez que estaremos todos sem nossas lembranças, sem cérebro e coração, a energia pifou, restou nada para sonhar, melhor esquecer, inclusive dos impostos para pagar, ou não, quem sabe não vão nos cobrar no enterro pela rasa cova, já que nem um crematório público, decente, existe neste país, mas isto já fica para outros cuidarem, fechem a tampa que vamos todos dormir. Ave Caesar morituri te salutant.
Autor: José Elierre do Nascimento
VIDA
A vida é uma passagem
Que pode durar uma vida inteira
A morte uma viagem
Por uma estrada bem ligeira
E o sonho mal vivido
Faz da vida passageira
E da morte companheira
Mas se justa e honesta
Mesmo um pouco sofrida
Apresentar-se verdadeira
Será plena e eterna
Para sempre e pra vida inteira!
Ei sua única saída não é a morte, ou os cortes, sua saída e a ajuda da sua família, dos seus amigos, e não pense que está sozinho, você nunca está, você sempre tem alguém junto com você para te ajudar, o suicídio não é a solução, eu sei por mais que pareça ser a melhor não é! Confie em mim você verá que a ajuda dos amigos, da família e de todos a nossa volta e a melhor. Os cortes podem esconder sua dor, mas uma hora para, a dor dos cortes já nem doem mais, você se acostuma e isso acaba virando um vicio louco sem fim, mas sempre que temos alguém para nos ajudar, sempre e melhor, pois conseguimos parar mais fácil, conseguimos voltar a nossa vida, se você acha que está sozinho, saiba que você não está!
estava hoje a tarde
dentro do trem
já tinha pensado em tudo
estava além da morte da bezerra
sem mais nada para atormentar minha mente
Foi ai que veio aquelas antigas histórias que sempre me perseguem
São duas...
Acredito que antes do meu último suspiro
será ela a ser lembrada
A primeira aconteceu na porta da estação de trem
duas senhoras
uma mais jovem e a outra já idosa
discutiam
a idosa tentava se afastar e a outra segurava-a pela bolsa
Já tinha assistido Regresso para Boutiful
e assistido no cidade em alerta sobre filhos espancarem seus pais
assim, fui meter meu bedelho onde não fui chamada
- O que esta acontecendo - Perguntei
- Minha mãe esta doente, eu cuido dela, mas ela quer ir embora
- Me deixa, eu quero ir pra minha casa - Implorava a mãe
Fiquei olhando ainda alguns minutos, com vontade de dizer; "Deixa ela ir. Deixa ela viver ou morrer onde quiser"
Mas ai lembrei de toda a trajetória do filme e seu final e pensei se o meu seria igual
me deu uma canseira... Ela sonha em fazer uma visita a sua cidade natal, Bountiful, mas não consegue mais dirigir e nem pode sair sozinha, por conta da super proteção de seu filho e da nora egoísta
O outro caso.
Eu estava lá pelas bandas da Brigadeiro Luiz Antonio, quase em frente ao extra. Quando próximo a mim uma jovem e uma senhora discutiam, pareciam mãe e filha.
Dali a pouco a filha atravessa a rua correndo fugindo da mãe e a mãe corre como uma cabra atrás.
Tive vontade de gritar: "Deixa a menina em paz, sua vaca. Não esta vendo que ela não te aguenta!"
Mas, não disse nada, fiquei só torcendo pela menina, para que ela criasse asas e voasse pra bem longe.
Vira e mexe eu lembro desses casos. Eles ficam bem na minha mente quando ela esta esgotada de tanto pensar. Essa senhora com certeza já morreu vitima de complicações emocionais como diabetes, pressão alta, colesterol, coração, artrose e outros diabos. A menina, ainda não tenho um final, mas sempre tenho a sensação que ela esta perto de mim, no trem no metrô, nas escadas rolantes eu fico sempre olhando pra ela sentindo vontade de passar a mão em seus cabelos, mas tenho medo de ser mal interpretada.
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