Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Todo mundo diz que a "vingança é um prato que se come frio", mas não diz o por quê. Porém eu aprendi que a vingança é um prato que se come frio por que seu ingrediente principal é a paciência.

Queria que nós pudéssemos nos sentir sozinhos agora.
Se nós achássemos um lugar pra nos esconder,
Fazer da última vez como a primeira,
Apertar um botão e voltar.

Encaro a vida como um Tabuleiro de Xadrez, assuntos são peças, problemas são jogadas e a vida é uma estratégia... no tabuleiro existe o contexto, sei o que é preciso para ganhar o jogo e caminho passo a passo até o cumprimento do meu foco.

Não há dor maior do que a dor de um amor não correspondido.

Muitos pensam que eu me pareço a um ladrão. Mas eu conheço a muitos, que sem parecerem o que são, são aquilo que pensam com o que eu me pareço.

Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.

Insistir em dar sem receber é como tomar água em um copo vazio. Você pode até tentar fazer que ele está cheio, mas continuará com sede.

Aos que vierem depois de nós

I
Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.

Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?

É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”

Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.

Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.

II
Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

III
Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.

E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.

Bertolt Brecht

Nota: Tradução de Manuel Bandeira.

Cansei.
Acho que cansei, não aguento viver assim. De migalhas. De restos de um falso amor.
Os sintomas já desapareceram completamente. O coração não dispara, a bochecha continua em sua cor natural, as mãos não suam. Não me senti boba, estou atenta. Suas palavras não me dominam e deixam sem ação, elas encontram respostas rápidas e secas. Não acho seu sorriso tão lindo como antes.
Não quero desmerecer suas qualidades ou cuspir no prato que comi. Você teve seus – raros – momentos de cavalheirismo. Aprendi muita coisa contigo, principalmente o que não fazer. Alguém precisava gostar, amar, decepcionar e escrever um texto.
Nunca imaginei que seria eu que terminaria com isso, mas acho que me curei.
Sabe qual foi o antídoto? Amor-próprio.

Quando é negado a um homem o direito de viver a vida que acredita, ele não tem escolha,a não ser se tornar um fora da lei.

Nelson Mandela
Apontamentos para o futuro: palavras de sabedoria. Rio de Janeiro: Rocco, 2013.

“Quando duas pessoas se querem de verdade, elas dão um jeito de ficarem juntas, seja onde for. Isto é, se não perderem tempo com besteiras.”

E ela me conhece, completa, como um amigo de infância, um amor da adolescência...
É como se soubesse todos os meus medos, segredos e sonhos.
Ela lê minha alma, e eu vejo tanta doçura naquele olhar...
E que a paixão, seja amor.
Que o amor torne-se amizade...
E a vida... e Deus, se for da Sua vontade unir essas almas,
Torne amizade amor.

O budismo ensina que a alegria e a felicidade surgem do desapego. Por favor, sente-se e faça um inventário da sua vida. Há coisas em que você está se apoiando que realmente não são úteis e privam você de sua liberdade. Encontre a coragem para deixá-las ir.

Na vida de um homem triste sempre tem uma história de amor.

Deus é um Deus bom (...) Ainda que não entendamos suas ações, podemos confiar em seu coração.

O amor não é apenas um sentimento, é acima de tudo uma ação.

Nós temos um sistema que aumenta impostos sobre o trabalho e subsidia o não-trabalho.

“O preço que se paga para conseguir o que se quer, é conseguir o que um dia se quis ter.”

Cirurgiões têm um ditado: “todo sangramento deve parar”. É como nossa versão de “isso também passará”. Toda crise eventualmente tem um fim. Ou você salva seu paciente, ou não. Então, de um jeito ou de outro, o sangramento vai parar. Na verdade, até onde o ditado vai, ele não é tão reconfortante assim.
Todo sangramento deve parar. Às vezes, há um preço. Você perde o braço, remove o órgão. Você escolhe conviver com a perda, porque ao fim do dia, você fará o que puder para se manter vivo. E às vezes, por um milagre, isso funciona. O sangramento para. Mas às vezes, não importa o quanto tente, ainda não é suficiente.

Nunca pense que a guerra, por mais necessária ou justificável que seja, não é um crime.