Lamento pela Morte de um Ente Querido

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⁠Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
Amar não cabe no passado. Quando é de verdade, fica para sempre; quando acaba, talvez nunca tenha sido amor de verdade.Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.

O MEDO — E A CORAGEM DE RECOMEÇAR

Medo de quê?

Já reparou que vivemos em um mundo que, silenciosamente, tenta nos roubar a paz, a felicidade e até mesmo a capacidade de amar? Um mundo que transforma sentimentos naturais em motivos de insegurança e faz com que tenhamos medo de encarar aquilo que, no mais profundo de nós mesmos, sabemos ser verdade.

Temos medo das mudanças. Medo do desconhecido. Medo de perder. Medo de recomeçar.

E, muitas vezes, parece mais fácil permanecer infeliz em um lugar conhecido do que atravessar o abismo necessário para construir uma nova história.

Assim, pouco a pouco, tornamo-nos prisioneiros de um mundo que nos impõe regras que nem sempre escolhemos. Somos cercados por discursos, expectativas, comparações e ameaças. Somos manipulados pelo medo — e, quando o medo governa, a liberdade começa a morrer dentro de nós.

Todos os dias somos bombardeados por notícias de guerras, fome, violência, desastres, crises e tragédias. Até mesmo o tempo, que deveria ser apenas parte do ciclo natural da existência, muitas vezes nos é apresentado como uma ameaça permanente.

Quanta sobrecarga pode suportar uma alma?

E quando o homem já está cansado, chegam as redes sociais, oferecendo vitrines de felicidades cuidadosamente fabricadas. Vidas aparentemente perfeitas. Corpos perfeitos. Famílias perfeitas. Amores perfeitos. Sucessos constantes.

E então comparamos o nosso bastidor com o palco cuidadosamente iluminado dos outros.

Pouco a pouco, muitos vão se paralisando.

Alguns deixam de sonhar.
Outros deixam de lutar.
Alguns abandonam a esperança.
E existem aqueles que, de tanto sofrer, começam a desistir de si mesmos.

Mas onde está a fé?

Onde está a esperança?

Onde está o amor?

Até mesmo aqueles que deveriam anunciar o bem, a verdade e a liberdade, algumas vezes transformam a fé em instrumento de poder. Criam regras segundo seus próprios interesses, distorcem a Palavra para justificar comportamentos, constroem sistemas em benefício do ego, do dinheiro ou da influência.

E o homem, que buscava Deus, acaba encontrando apenas homens falando em nome de Deus.

É preciso despertar.

Porque existem medos que não nascem dentro de nós. São alimentados todos os dias. Repetidos até se tornarem pensamentos. Pensamentos repetidos tornam-se crenças. Crenças transformam-se em prisões.

E uma mente aprisionada pelo medo pode começar a acreditar que não existe saída.

É nesse momento que o medo deixa de ser apenas uma emoção e passa a ser uma força destrutiva.

Há algo de profundamente maligno em uma realidade que convence o ser humano de que ele não vale nada, de que não existe amanhã, de que sua história terminou, de que sua dor será eterna.

Não aceite essa sentença.

A vida não pode ser reduzida às circunstâncias que hoje nos ferem.

O homem não é apenas aquilo que lhe aconteceu.

Ele também é aquilo que decide fazer com aquilo que lhe aconteceu.

Talvez a verdadeira liberdade comece quando deixamos de perguntar “o que o mundo espera de mim?” e começamos a perguntar:

“Quem eu sou quando não estou sendo governado pelo medo?”

É preciso voltar ao centro.

Voltar àquilo que é essencial.

Voltar à fé, não como instrumento de controle, mas como encontro com o divino. Voltar à esperança, não como ingenuidade, mas como resistência. Voltar ao amor, não como fraqueza, mas como a mais profunda forma de coragem.

A comunhão com o divino não elimina todas as dores da existência, mas muda a maneira como atravessamos cada uma delas.

Porque quem reencontra o sentido não deixa de sofrer — apenas deixa de ser destruído pelo sofrimento.

Então, homem, volte.

Volte a ser aquele que um dia acreditou que poderia vencer.

Volte a olhar para dentro de si.

Afaste-se daquilo que continuamente adoece sua alma. Não permita que pessoas manipuladoras definam o seu valor. Não permita que uma sociedade dominada pelo medo determine o tamanho dos seus sonhos. Não permita que a vida dos outros seja usada como régua para medir a sua própria existência.

Crie seus próprios caminhos.

Escolha conscientemente aquilo que merece ocupar sua mente.

Aprenda a dizer não.

Aprenda a partir.

Aprenda a recomeçar.

E, acima de tudo, aprenda a confiar.

Porque talvez a grande vitória não seja viver em um mundo sem medo.

Talvez seja viver em um mundo cheio de razões para ter medo e, ainda assim, escolher não se tornar escravo dele.

Você não controla todas as circunstâncias.

Não pode impedir todas as perdas.

Não pode silenciar todas as vozes.

Não pode mudar tudo aquilo que acontece ao seu redor.

Mas pode escolher quem será diante de tudo isso.

O medo pode escrever capítulos da sua história, mas não precisa ser o autor dela.

Transforme suas feridas em sabedoria.

Suas perdas em maturidade.

Sua dor em força.

Seu passado em aprendizado.

E seus medos em história.

Porque existe dentro de você algo que o medo não consegue destruir:

a capacidade de recomeçar.

E talvez seja justamente aí que começa a verdadeira liberdade.

Não quando o mundo deixa de ser assustador.

Mas quando você finalmente compreende que, apesar de tudo, não nasceu para viver de joelhos diante do medo.

Nasceu para caminhar.

Para amar.

Para crer.

Para resistir.

E, sempre que necessário,

para recomeçar.

"Preocupar-se com o que os outros pensam é um luxo que eu não posso pagar.
Até porque o banco não aceita a opinião do meu vizinho como forma de pagamento para as minhas dívidas."⁠

A mente é como uma agulha coberta de lama, e Deus é como um ímã. A agulha não pode se unir ao ímã a menos que esteja livre de lama.

“A Bíblia é um livro escrito em sangue.”⁠

Um bom design é aquele que resolve o problema do cliente.
- Mônica Fuchshuber -

eu tô bem.

Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.


Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.


E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.


Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.


Mas uma hora a gente entende.


Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.


Então, sim, eu tô bem.


Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.


Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.


E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.


Eu tô bem.


E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.

A Cruz não é apenas um evento para ser admirado ou um benefício jurídico para ser recebido; ela é um padrão de vida para ser seguido.

O agora é o princípio do fim e o início de um novo tempo e dias melhores pertencem àqueles que acreditam na grandeza de seus sonhos.

Ninguém escapa do passado. Vou dar um exemplo claro, a questão da escravidão. Tivemos um período prolongado de sistema escravocrata, espalhado por todo o país. Quem abrir qualquer jornal do século 19 verá escravos sendo vendidos, leiloados, penhorados, com seguro. Essa realidade está inscrita nos nossos costumes e no nosso vocabulário, sobretudo porque durante largo tempo lidamos com essa questão de forma envergonhada. Achava-se melhor não falar.

É absurdo presenciar um cenário tão ofensivo nas redes sociais. A que ponto deplorável a espécie humana está chegando!⁠

É estarrecedor testemunhar um cenário tão ultrajante. É lamentável constatar a degradação à qual a humanidade chegou.

Nem sempre a bravura traz um final feliz, mas ela deixa um legado. Viva Cazuza!

Tempos diferentes.

Nasci em um tempo errado;
Onde o amor não é mais exaltado;
Onde o romantismo foi deixado de lado;
E andar de mãos dadas é brega.

Nasci em um mundo diferente;
Onde amar não é suficiente;
Onde futilezas é o que nos faz contente;
E o amor é deixado as cegas.

Será que voltará o tempo?
Com aqueles belos momentos;
Onde se exaltavam-se os sentimentos;
E viam-se doces beijos.

Será que terá solução?
Ou ainda seremos refém do cifrão;
E as coisas boas do coração;
Já não terão valor algum.

TALVEZ, SEJA EU!
Talvez eu não seja o verso;
que teus sonhos um dia escreveram;
nem o abrigo perfeito;
que teus pensamentos escolheram;
Talvez eu não seja o destino;
que imaginaste encontrar;
mas sou quem mais contempla;
a imensidão do teu olhar.


Sou quem vê tua alma acesa;
mesmo quando o mundo silencia;
quem reconhece tua força;
na dor escondida da rotina vazia;
Porque há em ti uma beleza;
que não cabe no espelho ou na razão;
dessas que florescem caladas;
e transformam qualquer coração.


E eu!
eu só queria ser pouso;
para teus dias de tempestade;
ser calma depois do caos;
ser verdade depois da saudade;
Queria ser o abraço leve;
onde teu coração pudesse repousar;
mas também encontrar em ti;
o lugar onde eu possa descansar.


Tua existência me inspira;
me reconstrói sem perceber;
faz nascer dentro de mim;
uma vontade bonita de viver;
E se hoje carrego sonhos;
todos eles têm tua direção;
porque te ver feliz diariamente;
também virou minha missão.


Quero ser força nos teus medos;
luz quando a noite aparecer;
mãos dadas aos teus projetos;
e coragem pra te fazer crescer;
Porque meu maior sonho, no fim;
não é o mundo, nem qualquer conquista;
é apenas dividir a vida contigo;
e ver teu sorriso tornando a minha mais bonita.

TRUMP é um playboy mimado de 80 anos que nunca ouviu um não! LULA é um homem honrado, de 80 anos, que vai dizer a ele: "Não!"

Tinha pouca fé na Igreja Católica contemporânea. E, ao elegerem um Papa americano, optei por ter mais fé e menos religiosidade!

Imunidade de rebanho?
O Brasil possui um rigoroso calendário vacinal para os rebanhos, mas o gado bozolóide é contra a vacina!

Os EUA estão sem pólvora! A América é uma mentira! O Tio Sam não passa de um tio lambão! Trágico!

Se o alistamento é obrigatório, o patriotismo é um dever e o
Maior direito é ficar calado; votar é direito, dever e obrigação!
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