Lamento pela Morte de um Ente Querido
Tudo de ruim que acontece na sua vida tem um único propósito: te ensinar; ou você aprende, ou tudo se repete.
O povo vive em um relacionamento abusivo com o Estado. O Estado manipula, engana, explora, maltrata e trai constantemente, mantendo o povo sob controle. Ele utiliza a dependência, a necessidade e a carência do povo para se fortalecer, forçando-os a se submeter, a aceitar ordens e a viver em uma situação de escravidão mental e física. Ao doutrinar a população, ele cria a ilusão de que não existe outra opção, que esse relacionamento é o melhor possível, quando, na realidade, ele só piora a cada dia, tornando as pessoas mais frágeis e desiludidas.
A população, muitas vezes, acredita que esse relacionamento pode melhorar, mas o que acontece é o oposto. O povo continua preso nesse ciclo tóxico, sem perceber que há a possibilidade de algo melhor e mais saudável. Somente quando a coragem de romper com esse ciclo chega, é que as pessoas poderão se libertar desse vínculo opressor e começar a reconstruir um caminho mais justo e livre. Até lá, o relacionamento com o Estado continuará adoecendo e prejudicando o povo, até que eles se deem conta de que precisam se libertar dessa prisão, emocional e social.
Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas vive um sono profundo, dorme de olhos fechados, dorme de olhos abertos; e nunca acorda para a realidade, pois a realidade é um despertador silenciado pela mentira.
O problema no mundo está dentro do mundo de cada um de nós;
O mundo só muda para melhor quando mudamos o mundo de dentro de cada um de nós para melhor.
Amor é dar, oferecer, doar, ajudar, curar, ceder, deixar com quem ama tudo aquilo que um dia a morte irá levar, pois o que fica é amor.
Quando chegar na exaustão extrema, permita senti-la, e verá que é, na verdade, um relaxamento extremo.
A única diferença que eu vejo entre a superioridade de um bilionário e um mendigo é que se o bilionário perder a fortuna, ele se mata; já o mendigo não.
A diferença de um amigo e um inimigo é muito pouca; é que o amigo está contigo até você prejudicar a amizade, e o inimigo está contigo até te prejudicar; mas no fundo, ambos têm o mesmo objetivo: estar contigo sem ser prejudicado.
Ninguém é obrigado a te amar do jeito que você quer, porque o amor não se força e cada um sente e vive o amor do seu jeito. Mas você pode amar do jeito que quiser, porque o amor que você dá é escolha sua. Amar é sobre o que você sente e oferece, não sobre o que você exige ou espera do outro.
Metaforicamente falando, o ser humano é um equilíbrio constante entre o bem e o mal...
Ele constrói, destrói;
Ama, odeia;
Diz a verdade, diz a mentira;
Ajuda, age com indiferença;
Cria espaço, cria barreira;
Vive de coração, atua apenas pela razão;
Busca a paz, deseja guerra;
Oferece, rouba;
Elogia, xinga;
É alegre, é triste;
É saudável, é doente;
Nasce e morre.
Ninguém cai, tropeça em um buraco da mesma forma. Cada vez que caímos, é de um jeito diferente, com um detalhe único, porque a vida sempre nos apresenta situações diferentes. E cada vez que caímos ou tropeçamos, é um alerta, uma oportunidade de ver a vida de uma maneira nova. É uma chance de aprender, de perceber o que nos fez cair e entender como evitar o mesmo erro no futuro. Cada queda traz uma lição, uma forma de crescimento, nos ensinando a não repetir o mesmo caminho e a melhorar nossa maneira de caminhar pela vida.
A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.
Na atualidade em que vivemos, estamos imersos em um excesso de informação, o que gera o excesso de interpretação. E o excesso de interpretação cria o excesso de pensamentos, e o excesso de pensamentos cria o excesso de sentimentos. E o excesso de sentimentos cria o excesso de sentimentos negativos ou positivos. E, nesses excessos de sentimentos, surgem sentimentos de depressão, ansiedade, medo, angústia, confusão. E, com tanto excesso, você já não consegue mais interpretar o que sente e por que sente, devido ao excesso de informação sendo colocado no seu inconsciente diariamente, por meio das redes sociais, internet, televisão e mídias em geral.
De um lado, a galera da esquerda;
Do outro lado, a galera da direita;
Ambos os lados brigando, se matando, se dividindo em um conflito sem fim...
Enquanto isso, no meio de tudo isso, o cérebro, que controla ambos os lados, segue tranquilo. E quem está realmente no controle? São os banqueiros, megaempresários, investidores, financiadores e filantropos, que, como sombras, manipulam o mercado financeiro, roubando tudo do povo. O povo, por sua vez, está preso em um jogo de egos e crenças, defendendo posições e oposições que, na realidade, são ilusórias. Essas divisões, criadas e alimentadas estrategicamente pelos próprios dominantes, mantêm todos ocupados, distraídos e divididos, enquanto os verdadeiros poderosos continuam a manipular e a se enriquecer à custa da ignorância e da luta entre as massas.
Apenas uma sugestão:
O termo "obrigado" antigamente tinha um sentido de pergunta, algo como: "foi obrigado?" E, normalmente, a pessoa respondia: "não, de nada."
Com o tempo, esse termo foi se transformando e passou a ser usado como um cumprimento ou uma forma de agradecimento. Então, hoje em dia, a gente diz "obrigado" e a resposta costuma ser "de nada."
No entanto, o uso constante e repetido da palavra "obrigado" acaba influenciando a nossa percepção, principalmente de forma inconsciente. A repetição desse agradecimento começa a transformar a palavra em uma ordem, em uma rotina, algo que sentimos que precisamos fazer, quase como uma obrigação. E, sem perceber, acabamos nos tornando "escravos" dessa obrigação de agradecer de maneira automática, sem realmente sentir o significado por trás. Em vez de ser um agradecimento espontâneo, ele se torna algo mecânico, deixando de ser uma expressão livre e natural de gratidão, e se tornando uma obrigação imposta pela própria rotina.
Por mais impossível que seja, procure ou invente um trabalho que você nunca vai querer tirar férias e nem se aposentar; quando encontrar, você estará trabalhando no que ama.
Viver e trabalhar deve ser a mesma coisa; caso contrário, é escravidão.
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
- Frases sobre a morte que ajudam a valorizar a vida ✨
- 31 mensagens de aniversário para a melhor amiga ter um dia incrível
