Lagrimas de uma Mulher
“A doença que não tem nome”
É aquela que me consome e que faz brotar as lágrimas quando digo teu nome.
É aquela que me distrai quando estou sereno procurando saber um pouco mais o que te atrai.
É aquela que ronda a certeza, exalando a pureza e demonstrando a perfeita destreza.
É aquela que procura ouvir demais a sua natureza, esquecendo a mais terrível impureza.
É aquela que um dia foi capaz, deixou para trás, ouviu os receios; desejos secretos daquele rapaz.
É aquela que chega sem medo, não escolhe o dia e muito menos se preocupa em fazer carinhos em seu sofrimento; conhecida nossa que chega bem cedo.
O que sei é que a saudade corrói como nada no mundo é capaz.
Lá fora a chuva cai
E me lembro do momento
Que as minhas lágrimas
Você veio enxugar
Meu coração
Não pode esconder, não
Que eu...
Chorei pra ter você
Perto de mim e poder
Te dizer que eu
Sempre te amei
Um sonho que Deus realizou
O nosso amor veio do céu
Onde não há imperfeição
Meu coração, gritando diz
Que eu te amo
Que eu te amo
QUANDO OS NOSSOS LÁBIOS PELA DOR,SE RECUSAM A ORAR O NOSSO CORAÇÃO CLAMA ATRAVÉS DE NOSSAS LÁGRIMAS, QUE CHEGAM A DEUS COM PÉROLAS E INCENSO!
Em seu olhar.
Eu sei se as lágrimas são por pranto ou alegria
O que seria capaz ou jamais faria
Se estarei contigo ou me abandonaria
Mas decifrar-te, talvez não ousaria.
Amo minhas lagrimas porque elas são reais e verdadeiras comigo, minha única forma concreta de mostrar a dor que sinto no meu coração
Talvez amanhã tudo apareça diferente.
Talvez amanhã agente vire gente.
Talvez amanhã as lágrimas sejam de alegria.
Talvez amanhã o sol alegre o dia.
Talvez amanhã o amor se torne sincero.
Talvez amanhã o sorriso seja eterno.
Talvez amanhã os sonhos virem realidade.
Talvez amanhã agente viva de verdade.
Talvez amanhã agente dê valor as pequenas coisas.
Talvez amanhã não haja indiferenças.
Talvez amanhã ... eu aceite sua ausência.
Talvez amanhã eu lembre de você sem deixar a lágrima escorrer.
Talvez amanhã eu aprenda a te esquecer.
Mas,enquanto amanhã não chega,por aqui eu vô ficar, escrevendo em pequenos versos,o que o coração tem vontade de gritar.
Ao voar o beija flor
Balançou todo o galho.
Levou nos olhos o orvalho
Deixou suas lágrimas na flor.
Ao acordar a linda flor
Bincou com as gotas no galho.
Pensando serem orvalhos
As lágrimas do beija-flor.
O nó na garganta apertava, a medida que ela se contorcia tentando evitar as lágrimas que se preparavam para jorrar na sua face sua única saída foi juntar-se a um lápis e um papel para despejar tudo aquilo que ela queria gritar, tudo o que implodia naquele vulcão interno de emoções retrogradas.
Seus olhos tinham um brilho intenso, tinham água que transbordavam de raiva – era ridículo chorar daquela forma-, seus punhos se fechavam de maneira precipitada e ela tentava esmurrar com toda sua força a parede, que por sinal não tinha um pingo de culpa por ninguém se dispor a escuta-la naquele momento. A melancolia doentia que invadia todo o seu corpo parecia absurda, nenhuma palavra sairia de sua boca sem que fosse aos berros, de fato ela agora parecia uma louca. Toda aquela raiva à transformava em uma pessoa extremamente masoquista; á aquela altura do campeonato ela não hesitaria em cortar os pulsos como o fez na última semana. Seu corpo enrijecido pela dor excessiva, parecia se romper a cada impulso agressivo e rejeitava toda a agressão; seus punhos apertados em um fio de náilon agora escreviam com tanta força, que chegavam a rasgar as folhas...ela não podia ver o quanto estava desesperada.
Era mais um estado depressivo, e contraditório aos dias de felicidade que ela vivera até ontem.
Era como se seus sonhos fossem apagados e seus amores queimados...
ERA UM CÉU NUBLADO SEM ESTRELAS
LAGRIMAS DE UM INFIEL
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Da ultima vez
Ignorei a voz do coracao
No encontro de nos dois
E so pensei
No que tinha na emocao
E a levei para debaixo dos lencois
Assim outra vez
Nao pensei nos amores fieis
Esperando por nos nois
Me entreguei
As loucuras nos hoteis
Sem pensar na dor que fica depois
Beijei seus labios
Beijei seus pelos
E estiquei as minhas veias
Ignorei os sabios
Ignorei os pesadelos
Construi castelos de areias
Se me senti culpado
Deixei de lado
Para desfrutar o momento
Outra carne sadia
Prazeres da fantasia
Outro passatempo
Que estupidez!
Pois machuquei meu coracao
Mais do que eu devia
Desrespeitei
A minha religiao
E mais do que uma familia
Sim, mas desta vez
Paguei um preco da saudade
Pela minha covardia
Minha mulher
Mudou de endereco, para outra cidade
E fso me restou a casa vazia
Attitudes de um tolo
Que queria comer o bolo
E os pudins tambem
Hoje chora pelo erro cruel
As lagrimas de um infiel
Que acabou sem ninguem
© 2009 Islo Nantes Music
quando você percebe que não há mais lágrimas ,
e quando você percebe que tem o seu valor,
é quando você percebe que pode ser feliz sinceramente, por inteiro,
e quando você olhar pra trás não terá mais o desejo de reviver os dias nublados,
ai talvez, você, assim como eu perceba que pode viver consigo mesmo e isso lhe bastará.
Lágrimas nos olhos,
Vida e Dor..
Qua o peço do amor!?
Inconsante serei..
At que venha meu amor
E me mostre
O caminho ao bem..
E para sempre serei refém
Da ternura de uma paixão..!'
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