Lagrimas de uma Mulher
Um dia a gente vê que todas as lágrimas e a humilhação foram apenas para aprender que uma pessoa não era a pessoa certa.
Frases feitas são ditas, as cinzas espalhadas enquanto as lagrimas escorrem,
A armadura uma vez forte hoje não suporta mais um golpe
O coração que um dia foi jardim hoje é regado por lagrimas que correm pelo rosto da bela moça
A saudade se faz dolorosa quando ela pensa no que não vai voltar, mesmo depois de tantas perdas, partidas, idas e vindas. Ainda dói
Dói não acariciar os cabelos ruivos que tiam o calor do sol,
Dói não ouvir a risada exagerada,
Dói não reclamar da barba mal feita os domingos,
Dói não sentir, mas o cheiro forte do teu perfume,
Dói não ver teus olhos brilharem ao cruzaram com os da bela
Todas as vezes que ela pensou em desabar tu se fez pilar,
As vezes que ela desistiu tu se fez nova chance
As vezes que ela chorou tu se fez lenço
Mas e se as lagrimas forem por ti? Quem ira secá-las?
Quem ira embalar teu sono com historias e canções?
Quem ira dizer “Desculpe pequena eu dormi de novo”?
Quem ira dizer a ela que viu algo e lembrou-se dela?
Quem ira acalma - lá em suas crises?
Ela se perdeu; o riso se esvaiu, Brilho se apagou, os dias se fizeram indiferentes.
O que um dia foi luz agora se encontra em breu
O que antes era defeito hoje é saudade
"Aqui pegue esse isqueiro, todas as vez que as coisas se apagarem, lembre de acender a luz... A minha luz<3”
Sorrisos e Lágrimas
Sorrisos e lágrimas compuseram uma canção
Onde o compasso é a batida do meu coração
Pulsos fortes e fracos misturando amor e dor
O som da solidão chega a ser ensurdecedor
Sorrisos e lágrimas fizeram uma oração
Quem entende as súplicas do coração?
Preces de alegria e tristeza ao meu Amor
A falta de resposta me tornou um pecador
Sorrisos e lágrimas se tornaram um santuário
Amor e dor me fizeram, de Eros, um vigário
De galho em galho, eu visitei outros prelados
Alegria e tristeza profanando os condenados
Sorrisos e lágrimas cavaram uma sepultura
Alegrias e tristezas levaram a minha fortuna
Eu não tenho nem com o que pagar o Caronte
A esperança morrerá ao margear o Aqueronte
Lágrimas
Assim como as gotinhas de água vão se aglomerando uma a uma na atmosfera até se tornarem pesadas demais para as nuvens suportem seu peso, a dor também vai pesando tanto dentro da gente que chega uma hora que fica impossível segurá-la, já que se torna grande demais para suportarmos. Com força, e às vezes, com raios e trovoadas se precipitam em forma de lágrimas. Dá mesma forma que a chuva forma a enxurrada e com fúria sai levando tudo que encontra pela frente, as lágrimas também saem arrastando a dor, a mágoa, o desencanto, o desengano, toda sujeira que o sofrimento emocional deixou dentro da gente. São essas gotinhas abençoadas que se encarregam de trazer alívio para o coração e a alma. À medida que vão serpenteando nossas planícies, que vão escorrendo pelos nossos vales sombrios levam consigo a dor que nos dilacera a alma para o mar do esquecimento, onde serena se espraia às margens de nós mesmos na forma de um suspiro longo. Depois de terem cumprido o seu sagrado papel trazem de volta o sol e com ele a bendita luz da vida.
Uma grande colheita é precedida por lágrimas. Para levar a mensagem precisa estar pronto para "gemer e chorar." No entanto, sempre confiante que o dono da seara que vê as lágrimas derramadas responde com muitas almas. E a dor do processo jamais será comparada com a grandiosidade da colheita.
A gente aprende com os dias ruins
A emparedar as lágrimas e a puxar lá do fim do poço uma centopéia chamada esperança.
Triste é não verter lágrimas para expressar a dor de uma perda. É sufocar um sentimento que clama por despejar a emoção sentida. É não chorar jamais... é ser inabalável.
(...) no instante em que você sente na pele as lágrimas queimando com uma sensação de 100 °C é aí que você entra na órbita da crise existencial...
Nordeste 01
Tem cebola assada na brasa, tem pimenta malagueta para disfarçar lagrimas de uma mesa que já foi farta.
Comida na mesa dois sertanejos têm baião de dois, com pequi e queijo coalho e com carne seca, tem cuscuz com bife do olhão ou galinha de estralo, café moído no pilão e coador de pano e adossado com mel de abelha.
Comida na mesa dos coronéis, feijão sempre verde, arroz vermelho, galinha da terra, bode guisado e leite de cabra... (rsm) 05/02/2016 e 28/12/2019
Sinto uma tristeza grande no peito
Um silêncio paira no ar
Lágrimas escorrem dos meu olhos
No coração sinto um aperto
Junto comigo o mundo está a chorar
Lágrimas
Uma dor nutriu minha alma, bem no fundo da minha chama, quando enlutadamente saiu-me a lágrima e fez dissipar minhas ocultas envergas para uma prosa que em rima dormia, cujo meu eu recitou.
E ao ler minha prosa, vernou em mim a calma na alma da chama, bem no âmago que chora pela vida do nada.
Apertadamente, eu tampei meus olhos; mas como as fontes dos rios no meu horto miolo nunca secaram, minha lágrima saiu e caiu, quando diante de Deus me inclinei e em alta voz o clamei.
Agora não mais sou a fonte das lágrimas, somente procuro enxuga-las pela certeza da minha letra; é ela ou aquela que reveste de alegria o ser de um oculto, quando nela mergulho, porque dela até hoje me orgulho.
“AS SETE LÁGRIMAS... DE PAI PRETO”
(Completa)
Foi uma noite estranha aquela noite queda; estranhas vibrações afins
penetravam meu Ser Mental e o faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se
fazia definir...
Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com
minha alma e externava a sensação de um silencioso pranto...
Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até
adormecer...e “sonhar”...
Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda,
Estrela Guia e Zambi; eram as vozes da Senhora da Luz-Velada, dessa Umbanda
de Todos Nós que chamavam seus filhos-de-fé...
E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam... Mas, surpreso
ficava, com aquela “visão” que em cada uma eu “via”, invariavelmente, num
canto, pitando, um triste Pai-preto chorava.
De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, e não
sei por que, contei-as... foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me
e interroguei-o: fala, Pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão
visível dor?
E Ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai? As
lágrimas contadas, distribuídas, estão dentro dela...
A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração,
na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que sua mente
ofuscada não pode conceber.
Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na
expectativa de um “milagre” que os façam “alcançar” aquilo que seus próprios
merecimentos negam.
E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de
seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos”
nascentes uns após outros...
E outras mais que distribui aos maus, aqueles que somente procuram a
Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um ser
semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas,
paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas, que das brumas
ainda não saíram.
Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e
calculistas – não crêem, nem descrêem; sabem que existe uma força e procuram
se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra
gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda...
Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis;
mas se olhares bem seu semblante verás escrito em letras claras: creio na tua
Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se venceram “meu
caso”, ou me curarem “disso ou daquilo”...
A sexta lágrima eu dei aos fúteis que andam de tenda em Tenda, não
acreditam em nada, buscam apenas aconchegos e conchavos; seus olhos revelam
um interesse diferente, sei bem o que eles buscam.
E a sétima, filho, notaste, como foi grande e como deslizou pesada? Foi a
ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos “olhos”de todos os orixás; fiz
doação dessa aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e
todos possam vê-los como realmente são...
“Cegos, guias de cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual
mariposas em torno da luz; essa mesma LUZ que eles não conseguem VER,
porque só visam à exteriorização de seus próprios “egos”...
“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas;
observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de
“cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e
Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não
fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm
convicção.
Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, AS SETE
LÁGRIMAS DE PAI-PRETO!
Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a
dizer, Pai-Preto? E, daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão
intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez...
“Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam
que estão... ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES”...
São os humildes, os simples; estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança
pela razão... SÃO OS SEUS FILHOS-DE-FÉ.
São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se
chamam DOM e FÉ, e cujos “salários” de cada noite... são pagos quase sempre
com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a
INGRATIDÃO...
Queria saber que fazes com meu coração...
Arrancas de mim lágrimas de solidão...
Sinto uma dor que não é minha...
Sinto uma dor que antes não tinha...
Tudo que sempre quis foi tirar de você
Essa dor imensa que te fazes sofrer...
Mas agora sofro eu sozinha...
Quero dividir contigo minha angustia...
Mas é como se fugisses de mim...
Desaparece como vento...
Como o sempre que sempre se espera...
Como o tudo que nada pudera
Que fará diante dessa dor que era egoísta... Só tua
E agora também é minha...
O despedir de uma nuvem é sempre triste, ela sempre se disolve em milhões de lágrimas.
O despedir de seu amor foi triste, ele me despedaçou em milhões de lembraças.
UMA LAGRIMAS QUE CAIEM:
NO SILENCIO DA NOITE SENTI UMA LAGRIMA ROLAR
DOS MEUS OLHOS CAIU,E NA MINHA ALMOFADA FOI PARAR.
LAGRIMA SENTIDA, DUMA ALMA QUASE SEM VIDA, CHORANDO
PELA TUA PARTIDA.
PARA ONDE FOSTE? PARA ONDE TE LEVARAM?ONDE ESTAS
TU PEDACINHO DO MEU CORPO? QUE TANTO TE PROCURO
MAS NAO TE ENCONTRO.COMO ME ROLAM AS LAGRIMAS.
UMA A UMA VAO CAINDO NO VAO DA MINHA AMARGURA
E NA MINHA DOR TE VOU AMANDO SABENDO QUE JAMAIS
TE VOU PODER TRAZER DE VOLTA,E QUANTO MAIS TE AMO
MAIS MINHAS LAGRIMAS VAO LORANDO.
Lagrimas de uma saudade
Parar cada sorriso de felicidade
Cada emoção, cada alegria,
Havera com certeza um dia
Uma lagrima de saudade
Lagrimas de uma saudade
De alguém... de algo ou de um dia
Seja como for...
Pra sempre vamos sentir...
As lagrimas do coração por essa saudade...
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