Ladrão
Não podemos chamar ninguém de ‘ladrão’, pois isso pode configurar ofensa ou imputação de crime. No entanto, podemos expressar críticas de forma formal e opinativa, por exemplo:
"Considero problemáticos os escândalos de corrupção associados aos governos do PT."
O Pior Tipo de Ladrão
O cenário era lindo, de dar inveja em quem olhava
O casal perfeito que todo mundo elogiava
Mas por trás do sorriso, no escuro do quarto
Você montava o seu pior teatro
Inventou doença, encenou o papel
Me fez acreditar que o inferno era o céu.
Eu achei que o meu plano era perfeito e seguro
Te dava uma história e escondia o meu lado escuro
Mas mentira tem perna curta e o golpe caiu
A máscara de vidro no chão se partiu
Eu brinquei com a sua vida, fui um mentiroso nato
E o preço do erro agora eu pago no ato.
Doeu, confesso, o meu chão desabou
Ver o homem que eu amava ser um impostor
Fui até o inferno, provei do veneno e do pó…
E hoje eu sei que o culpado sou eu, tô na pior.
Eu renasci das cinzas que você deixou!
Olha pro sol que o meu eclipse não apagou...
Você perdeu a mulher que era pau pra toda obra!
E agora choro no canto com o que me sobra...
Sua sentença é o peso da sua solidão
E carregar na mala o desamor de um covarde ladrão!
Hoje eu sou seletiva, madura, sagaz
O que me destruía já não me para mais
A dignidade voltou pro lugar de direito...
E o meu fantasma nem faz cócega no seu peito.
Eu perdi a mulher da minha vida por pura vaidade
Agora pago o preço da minha falsidade.
Eu renasci das cinzas que você deixou!
Olha pro sol que o meu eclipse não apagou...
Você perdeu a mulher que era pau pra toda obra!
E agora choro no canto com o que me sobra...
Sua sentença é o peso da sua solidão
E carregar na mala o desamor de um covarde ladrão!
Mais brilhante que o sol...
Mais destemida que nunca...
E eu vou ser o mentiroso que chora sozinho...
Pra sempre.
#VÁCUO
Tempo...
Sábio ingrato tempo...
Tal qual ladrão furtivo...
Que me rouba sem que eu me perceba...
Minhas idéias...
Minhas imagens...
Minhas palavras...
Meus alentos...
Transforma em cinza minhas saudades...
Os sonhos por mim vividos...
As minhas dores sofridas...
Minhas penas...
Minhas conquistas...
Até elas serão esquecidas...
Assim como amores e desejos...
Sugados ao vácuo...
Preteridos...
O amor mais árduo...
Suprime...
Suas marcas me oprime...
Torna-se pesado...
Tempo que não me ignora...
Transforma as minhas esperas...
Sufoca minhas horas...
Me fustiga...
Traz-me vitórias e derrotas...
Para ti pouco lhe importa...
Será castigo?
Nada terei?
Mais nada?
Nada mais serei?
Nem um pequeno momento?
Relegado ao esquecimento...
Nem mesmo tormentos...
Terei...
Tudo será esquecido...
Até mesmo meus motivos...
Não o compreendo...
E isso deixa-me estarrecido...
Um miserável ontem...
Um ditoso hoje...
Amanhã o que serei?
O tempo em mim já é perdido...
De mim já nem mais falo...
Palavras tornariam-se ecos...
Já não quero mais nada...
Pois tudo nasce e morre...
A cada alvorada...
Tempo...
Tempo...
Meu amante...
Meu algoz...
Esconderá minha alma?
Lentamente...
Lentamente...
Apagando minha voz...
Na escuridão que se avizinha...
Nada mais...
Nada mais serei.
Sandro Paschoal Nogueira
Caminhos de um poeta
No Brasil, quem rouba uns trocados é chamado de ladrão de galinhas! Porém, quando rouba bilhões do povão, se intitula banqueiro!
Esquinas da cidade
Nas esquinas da cidade, um ladrão de sonhos,
remexeu as gavetas do tempo, buscando em seus tronos sonhos adormecidos.
Espalhou o encanto pela vida desnuda,
como um poeta que em versos nunca se ajuda.
O céu, testemunha dos segredos perdidos,
sussurra histórias de amores e sentidos...
Os sorrisos se misturam ao pó das calçadas,
enquanto a brisa leva memórias entrelaçadas pela brisa que se espalha pelo ar.
Corações pulsantes guardam esperanças,
sorrateiros dançam nas instâncias...
Despertando encantos em cada canto da cidade tão cheios de dor,
transformando essa dor em arte, em puro amor.
Assim, a cidade respira o seu lamento,
onde sonhos se tornam eternos, se camuflam... no vento todo tempo.
Ladrão de sonhos
Em noites de silêncio profundo,
Um ladrão sutil invade os sonhos,
Com sua magia de vida, em vagar,
Rouba esperanças, mas traz bálsamo aos corações.
É doce a esperança que se entrelaça,
Fé inabalável que nos embala,
Caminhos de luz e sombra dançam,
Nas labaredas da alma que nunca cansa.
Ele transforma o pesadelo em riso,
Nasce um novo dia, nosso paraíso.
Entre as estrelas, nossos anseios flutuam,
E, por detrás da dor, mil sorrisos surgem.
Assim, ao ladrão de sonhos nos rendemos,
Na fragilidade, encontramos o ser,
Que, ao mesmo tempo, nos leva ao chão
E nos ergue em voo, atendendo nossa oração.
Quem rouba pouco é ladrão.
Quem rouba muito é Barão.
Quem mais rouba e esconde, passa de Barão a Visconde.
Chamam Lula de ladrão, então:
Bozo seria Barrabás e Lula seria Dimas! Lula ascenderia aos céus e o mito desceria ao inferno!
No país das maravilhas, o ladrão rico roubas milhões e, protegido pela lei, se dá ao luxo de ficar calado e não devolver o dinheiro roubado.
Benê Morais
No país do faz de conta, o ladrão abastado rouba bilhões e, amparado por decisões do STF, permite-se o luxo de ficar calado, zomba da sociedade e não devolve o dinheiro roubado.
Benê Morais
A pior hora do ladrão na cruz extraiu dele o melhor: ele reconheceu seus pecados, creu na misericórdia e viu Deus em Cristo. Esse é o escândalo da graça: o dia da execução tornou-se o dia da salvação. A justificação não depende de ritos, mas da absoluta e soberana bondade de Deus.
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