Lábios
Por que ainda consigo sentir seus lábios, seu toque, seu cheiro, suas mãos no meu corpo?
Por que não consigo me libertar desse sentimento que me faz lembrar você?
Por que eu ainda quero você na minha vida?
Por que não lutei quando tive a oportunidade?
Eu te amo, e não sei o que fazer com esse amor, que insiste em ficar no meu coração.
"O sabor de seus beijos,seus lábios
úmidos e quentes. Te sinto presente
perto de mim, coração acelerado,
alma inquieta, um sussurro baixinho.
Deixa eu te amar.
Senti o mel dos teus lábios, o sabor
do beijo roubado, um arrepio na alma.
Ainda te amo como sempre te amei".
Sinto-me enfeitiçado pelo teu olhar,
Pelos teus lábios, com esse belo sorriso,
Meu pensamento vagueia e me faz sonhar,
Ter você é como estar no paraíso...
Eu ando pelas ruas com um sorriso bobo nos lábios, porque tenho a sensação que vou dar de cara com você na próxima esquina que eu virar.
Deixar os outros com fome
Deixe um resto de néctar nos lábios. O desejo é a medida da estima. É bom aliviar a sede física, mas não saciá-la: o bom, se é pouco, é bom duas vezes. Perde-se muito na segunda vez. As grandes doses de agrado são perigosas porque levam a se desprezar a mais eterna superioridade. A única regra para agradar é pegar o apetite com fome. Um desejo impaciente é mais estimulante do que se fartar de prazer. Uma felicidade difícil de se conseguir é desfrutada em dobro.
Retrato Ardente
Entre os teus lábios
é que a loucura acode,
desce à garganta,
invade a água.
No teu peito
é que o pólen do fogo
se junta à nascente,
alastra na sombra.
Nos teus flancos
é que a fonte começa
a ser rio de abelhas,
rumor de tigre.
Da cintura aos joelhos
é que a areia queima,
o sol é secreto,
cego o silêncio.
Deita-te comigo.
Ilumina meus vidros.
Entre lábios e lábios
toda a música é minha.
teu brilho cega meus olhos,
teus beijos molham meus labios,
tua potência embriaga a minha mente,
te amo meu amor,
sem você não conseguiria viver,
você é minha vida,
dizia um bêbado para uma Skol
Queria se um baseado
para nascer em seus dedos
morrer em seus lábios e fazer sua cabeça
A maior covardia de um homem
e desperta o amor em uma mulher
sem ter a intensão de amá-la
A maior conquista do ser humano é manter um sorriso nos lábios, enquanto o coração se explode de tristeza.
N
E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?
E agora como posso te esquecer?
Se o teu cheiro ainda está no travesseiro?
E o teu cabelo está enrolado no meu peito?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo
E agora, como eu passo sem você?
Se o seu nome está gravado no
Meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o "N"
Como um elo
E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
Meu prazer?
E o meu corpo foi marcado pelo seu?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
E que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo
De novo...de novo...de novo...
O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito. Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos.
Nota: Tradução de João Ferreira de Almeida (Revista e Atualizada)
...Mais... acaso os lábios tocariam levemente a pele antes de encontrarem a água, e, sendo a sede muita, sofregamente iriam recolher no côncavo as últimas gotas, acordando assim, quem sabe, uma outra secura.
Que lábios já beijei, esqueci quando
e porquê, e que braços sob a minha
cabeça até ser dia; a chuva alinha
os fantasmas que rufam, suspirando,
no espelho, respostas esperando,
e no meu peito uma dor calma aninha
rapazes que não lembro e a mim sozinha
à meia-noite já não vêm chorando.
No inverno a solitária árvore assim
nem sabe que aves foram uma a uma,
sabe os ramos mais mudos: nem sei quais
amores vindos, idos, eu resuma,
só sei que o verão cantou em mim
breve momento e em mim não canta mais.
