Juventude e Política
O maior desafio das Nações emergentes, resulta da capacidade de se autoafirmarem perante as políticas do cenário mundial.
Uso a política como escudo para proteger o povo do flagelo sagaz imposto pelos impropérios da vida, que sobre a flecha da amargura, procuram lançar-se sem piedade para cima daqueles que nada têm e que até mesmo um pedaço do mundo lhes falta.
A doçura de fazer política, não está em ganhar o injusto em nome do sofrimento do povo, está antes, no prazer que se tem, de resolver com perspicácia os problemas candentes que afligem a Nação.
O povo aprende a confiar em política, porque a sua condição de desespero, não lhe permite assumir os seus erros, então, vê o político como o depósito fiel dos seus fracassos.
A política não gera oportunidade para o povo, mas, gera programas sólidos, capazes de permitir que o povo realize os seus anseios.
A política é o sono que não se tem durante a noite, mas, que se sonha ter um dia em terra de desconhecidos.
A política séria, nos torna solitários perante a vida, porque aprendemos a viver sobre as suas pressões e, sobre as suas imposições.
Fazer política de oposição é sempre mais fácil que estar em frente a governar, pois, os marinheiros se opõem sempre ao curso que o comandante indica, mas, quando atingem o Porto Seguro, todos reclamam pelo mérito, por fazerem parte da embarcação.
Assistimos impávidos e serenos, o mundo a entrar de decadência política por causa do sensacionalistas, que profetizam melhores condições de vida para o povo, alicerçando as suas ideias em fantasias populistas.
Não se pratica a política com mero sensacionalismo social, pois, a vida do povo depende de decisões práticas e não de ensaios populistas que assentam em ideologias romancistas.
