Juventude e Política
Os crimes ambientais são todos de natureza política, porque os governos se omitem em resolver o problema, e com isso a população é quem paga, contraindo várias doenças.
Devemos respeitar a igreja como igreja e a política como política e não devemos misturar as duas coisas.
Sou contra fazer propagandas politica nas igrejas. Agora o que precisa ser feito, eu nunca vi pastor nenhum fazer.
Que é trazer um estudo sobre o que é política,e pra que ela serve. A importância dos cidadãos ser conscientes em seus votos, despertar nos membros o espírito crítico e reflexivo, incentiva los a conhecer caráter e a vida do candidato e suas políticas.
A igreja ela tem o dever tbm de contribuir para emancipação de seus membros, principalmente os mais simples, que são fáceis de manipularem .
A instituição religiosa não deve ser tendenciosa a seus membros em relação a partido.
Mais a bíblia ela é muito clara em seus ensinos , que além de buscarmos a morada nos céus devemos buscar viver bem aqui na terra como um bom cidadão.
E para terminar a realidade é uma SÓ. Tem cristão corrupto e não cristão de Boa índole ,e vice versa.
Seja consciente em seu voto e não permita ninguém manipular vc!!
E para as religiões, ao invés de dar oportunidade aos políticos para falarem nas igrejas, conscientiza seus membros a serem cidadãos críticos e reflexivos, somente isso, pois o voto é secreto.
E os lugares de conhecerem as propostas deles não são nos templos e sim nas reuniões dos mesmos para toda população.
Eu curto Jesus Cristo, Aristóteles e Platão
Já li sobre política e sobre religião
Estudei a guerra fria e também revolta armada
Já li a bíblia inteira e não adiantou em nada.
Entrei na carreira política em busca da realização de um sonho.
O sonho de uma cidade melhor, mais justa, onde todos usufruam de seus direitos, tenham um emprego digno e acesso aos serviços básicos de qualidade.
A cada dia enfrento uma nova batalha na busca incansável da realização deste sonho.
O que me move é a fé em Deus e a força de vocês, Cidadãos Lontrenses.
Acredito que política se faz com amor.
Eu amo esta terra e por isso, dia após dia, faço o possível e o impossível para construir a Lontra de nossos sonhos.
Sei que grandes conquistas são possíveis quando temos equipes preparadas, que atuem de forma a buscar sempre a melhoria da qualidade dos serviços prestados.
Confio em minha equipe de trabalho.
Hoje, a cidade de Lontra vem conquistando seu espaço, se tornando referência em diversos setores.
Convido vocês, Cidadãos Lontrenses, a participar desta luta, a acreditar que juntos podemos realizar nossos sonhos.
Agora é o momento de buscar o bem comum.
Agradeço e comprometo-me a trabalhar arduamente na busca do bem estar e da melhoria da qualidade de vida de toda a população dessa cidade que tanto amo! Obrigado a cada um de vocês que estão lutando pela cidadania e por uma Lontra cada vez melhor!
Política não é falar mal do outro. Política é conversar, é escolher de forma racional e de uma lógica do bem o melhor para o coletivo.
Quando penso em política, entro em um conto de fadas no qual a bruxa faz promessas que jamais vai cumprir.
Sinto o povo murcho. Não é para menos. Com a classe política que tem, não há Viagra que endireite Portugal.
O amor é semelhante a política. As vezes nos entregamos de coração, ouvimos promessas de um futuro melhor, mas nos decepcionamos.
Entretanto nem tudo está perdido, assim como haverá novas eleições e poderemos encontrar candidatos melhores o mesmo acontece com nosso coração.
AMOR = POLÍTICA.
O candidato é errado quando ele te oferece um cesta básica ao invés de oferecer um futuro em que você possa comer melhor, e no amor acontece o mesmo. O candidato é errado quando ele te oferece emoção uma noite ao invés de te oferecer paixão a cada novo amanhecer.
Na política brasileira as pessoas se vendem pelos seus próprios direitos.
Em homenagem ao meu professor Anibal.
Não importa o que você é!
Não importa a sua religião, raça, a política que segue...a sua SEXUALIDADE.
O que verdadeiramente importa é que sejas feliz da forma que você mais julgues certo!
DIVAGAÇÕES NA BOCA DA URNA (Pequenas Epifanias)
Política é exercício de poder, poder é o exercício do desprezível. Desprezível é tudo aquilo que não colabora para o enriquecimento do humano, mas para a sua (ainda) maior degradação. Como se fosse possível. Pior é que sempre é.
Ah, a grande náusea desses jeitos errados que os homens inventaram para distrair-se da medonha ideia insuportável de que vão morrer, de que Deus talvez não exista, de que procura-se o amor da mesma forma que Aguirre procurava o Eldorado: inutilmente.
Porque você no fundo sabe tão bem quanto eu que, enquanto a jangada precária gira no redemoinho, invadida pelos macacos enlouquecidos, e você gira sozinho dentro da jangada, ao lado da filha morta com quem daria início à primeira dinastia — mesmo assim: com a mão estendida sobre o rio, você julgará ver refletido no lodo das águas o brilho mentiroso das torres de Eldorado. E há também aquela outra política que os homens exercitam entre si. Uma outra espécie de política ainda menor, ainda mais suja, quando o ego de um tenta sobrepor-se ao ego do outro. Quando o último argumento desse um contra aquele outro é: sou eu que mando aqui.
Ah, a grande náusea por esses pequenos poderosos, que ferem e traem e mentem em nome da manutenção de seu ego imensamente medíocre. Porque sem ferir, nem trair, nem mentir, tudo cairia por terra num estalar de dedos. Eu faço assim — clack! — e você desmonta. Eu faço assim — clack! — e você desaparece. Mas você não desmonta nem desaparece: você é que manda, essa ilusão de poder te mantém. Só que você não existe, como não existe nem importa esse mundo onde você se julga senhor, O outro lado, o outro papo, o outro nível — esses, meu caro, você nunca vai saber sequer que existem. Essa a nossa vingança, sem o menor esforço.
Mais nítido, no entanto, que as ruas sujas de cartazes e panfletos, resta um hexagrama das cores do arco-íris suspenso no centro daquele céu ao fundo da rua que vai dar no mar.
É o único rosto vivo em volta, nunca me engano. Chega devagar, pede licença, sorri, pergunta: “E você acha que aqui também é um deserto de almas?” Não preciso nem olhar em volta para dizer que sim, aqui também. E os desertos, você sabe — sabe? — não param nunca de crescer.
Ah, esses vastos desertos em torno das margens do rio lodoso e tão árido que é incapaz de fertilizá-las. Da barca girando no centro do redemoinho, se você estender a mão sobre as águas escuras e erguer bem a cabeça para olhar ao longe, julgará ver as árvores, além do deserto que circunda o rio.
Entre os galhos dessas árvores, macacos tão enlouquecidos quanto aqueles que invadem tua precária jangada, pobre Aguirre, batem-se os humanos perdidos em seus pequenos jogos que supõem grandes. Para sobrepor-se ao ego dos outros, para repetir: sou eu que mando aqui. Para fingir que a morte não existe, e Deus e o amor sim. Pulando de galho em galho, com seus gestos obscenos e gritinhos histéricos, querendo que enlouqueças também. Os dentes arreganhados, os macacos exercitam o poder. Exercitam o desprezível nos escombros da jangada que gira e gira e gira em torno de si mesma, sempre no mesmo ponto inútil, em direção a coisa alguma, enquanto o tempo passa e tudo vira nada.
Do meu apartamento no milésimo andar, bem no centro da ilha de Java, levanto ao máximo o volume do som para que o agudo solo da guitarra mais heavy arrebente todos os tímpanos, inclusive os meus.
