Justiça

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​"A dúvida não é o erro da justiça, mas o exercício da prudência. O fracasso ocorre quando o ceticismo abandona a prova e se nutre do preconceito disfarçado de técnica. A retidão do juízo não se mede pela condição do narrador, mas pela harmonia dos fatos e pela solidez das provas. Impor perfeição à memória é ignorar a condição humana; nesse equívoco, confunde-se a hesitação com o embuste, trocando a análise lúcida por convicções temerárias."

Pior que a injustiça,
é ser injustiçado duas vezes,
esperando justiça!

Justiça não é para todos,
mas apenas para alguns na Terra,
não que a justiça seja injusta,
apenas não vê quem a espera!

Justiça na liderança é o que mantém a empresa previsível, respeitável e forte — por dentro e por fora.

A justiça começa a desaparecer quando os interesses passam a valer mais do que o que é devido.

A Justiça Divina sempre prevalece a despeito do pessimismo recorrente do ser humano e sua tendência a querer acessar o final do livro numa atitude clássica de falta de fé.

"É melhor ser punido pelos pais do que por desconhecidos, polícia ou justiça, a punição dos pais vem acompanhando da clemência" Ademar de Borba

O espirito de Justiça, habita dentro de cada indivíduo e a consciência é o Juiz supremo.

“A justiça verdadeira começa quando escolhemos não nos tornar iguais àquilo que nos feriu.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A memória é uma das primeiras formas de justiça, porque aquilo que é esquecido pode ser repetido.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A justiça tardia ainda pode preservar a memória, mas jamais devolve integralmente aquilo que a violência arrancou.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando a lei não protege o vulnerável, ela deixa de ser justiça e se torna apenas organização do poder.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

"Silenciar o preconceito é o primeiro passo para dar voz à verdadeira justiça."

Quando espalhamos amor , justiça , sorrisos , harmonia, vida justiça e paz , emos que ali as pessoas estão voltadas para a luz de Cristo . Ali a Páscoa acontece .
Existirá vida e vida em abundância .



ediitelima 60


abril/2026

A Justiça no Brasil adora privilégios! Um pobre vai para a prisão e não tem apelação! Rico tem cela especial e direito à delação!

Todos somos iguais perante a lei, mas a lei não é igual para todos! A justiça confere privilégios às elites e discrimina o povo!

A justiça no Brasil é tão obscena que anda com os penduricalhos à mostra! E faz questão de esfregar as vergonhas na cara do povo!

A humilhação traz a tristeza, mas o tempo traz a justiça...

Prometeram igualdade, justiça e união,
Mas entregaram controle, censura e imposição.

Disseram: "Tudo é do povo!"
Bonita declaração.
Mas quando o povo discordava,
Vinha a repressão.

Disseram: "Ninguém será patrão,
Nem viverá da exploração."
Mas surgiu um novo chefe:
O Estado e sua direção.

Falavam de liberdade,
Com firme convicção,
Mas quem criticava o sistema
Conhecia a punição.

Se tudo era de todos,
Responda sem hesitação:
Por que o povo nada possuía
Além da própria obrigação?

Se a riqueza era coletiva,
Onde estava a participação?
Por que poucos davam as ordens
E muitos só diziam "sim, senhor"?

Na teoria, igualdade.
Na prática, concentração.
Trocou-se o dono da fábrica,
Não o peso da dominação.

Mudaram nomes e bandeiras,
Mudaram a apresentação,
Mas quando o Estado domina tudo,
Quem limita sua ambição?

Prometeram um paraíso,
Uma nova civilização.
Mas toda vez que tentaram,
Cresceu o poder da administração.

E a pergunta permanece viva,
Sem perder sua razão:
Se o povo era o soberano,
Por que precisava de permissão?

Chamaram de libertação,
De progresso e revolução.
Mas quando o governo é dono de tudo,
Quem livra o povo do governo, então?

O compromisso com a justiça não se mede pela disposição de acusar ou condenar, mas pela coragem de respeitar os limites do Direito. Em uma democracia, a força das instituições reside justamente na capacidade de decidir segundo a Constituição, mesmo quando a decisão contraria expectativas."